Quando os amigos viram as costas
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Entrar no canal do WhatsappFui educado em nunca virá as costas pras pessoas
Quando viram as costas pra mim
Nunca mais escutam minha voz
Amigos e inimigos
Tenho amigos, amigos que dizem que são amigos
Mas quando se vira as costas fazem provérbios e mexericos
Dizem que amiga é a sua barriga
Mas afinal quantos amigos mantive ao longo da minha vida?
Tenho amigos, ou pensava que tinha
Infelizmente, a nossa existência não acontece sozinha
Oh não, tenho uma faca espetada no coração
Amigos, contamos pelos dedos de uma mão
Cheguei a uma conclusão
Esta vida não é mais do que uma mera ilusão
Somos peças de um jogo de xadrez
Que quando não fazem falta é quando finalmente se vê
Que amigos nem a barriga, pois até essa dói
Amizade é um sentimento que se constrói
Portanto, tu que estás aí e a planear
Pensa duas vezes antes de me magoar
Porquê? porque sou teu amigo
Eu não sou desconhecido
Olha para mim quando passares na rua
Não baixes a cabeça como se se tratasse de uma tontura
Estás bem, não somos rivais
Estás mesmo mal? então porque não vais
Não te vou prender para sempre
Quero um amigo que esteja presente e nunca ausente
Se queres entrar numa guerra
Então de que estás à espera? a porta está aberta
Prometo jogar com as mesmas armas
Se brincas com palavras eu brinco com palavras
Se brincas com atitudes eu brinco com atitudes
Tu que dizes querer mudar, eu digo nunca mudes
Sê verdadeiro contigo mesmo, um bom amigo, um bom parceiro
Não falhes , não é um bom presságio, não é um bom mercadejo
Não tenho amigos, tenho conhecidos
Tu tens amigos, ainda bem que não faço o teu tipo
Imagina sermos iguais nas amizades
Não a amarmos por inteiro a quem de direito mas a amarmos pela metade
Não tenho amigos, nem coloridos
E tenho muito orgulho por a minha bandeira não ter floridos
Faço parte de uma só bandeira
A bandeira do amor entre homem e mulher, a relação mais pura e verdadeira
Um bom amigo, não deixa uma amizade morrer
Se a amizade morre que mais poderá acontecer
Perder-te eu já te perdi, fomos mais do que um erro
Fomos dois amigos num enterro
Dois amigos que usam óculos de sol
Para esconder a tristeza que os assola e os deixa moles
Para onde vou depois da morte?
Alguém que me esclarece antes que eu perca o norte
Bate, bate forte este tambor
Sinto que está perto de se revelar meu instinto superior
Nem digas que fui causador da tua derrota
Mete a culpa na tua rosa, natureza morta
Não há mais nada a volta
A não ser a tua revolta
Deixa-a à solta
Põe-me de ponta
Mas que afronta
Ser eu, o único que te confronta
O pior momento de um funeral é quando a gente vira as costas para quem ama, e vai embora para sempre.
"Advogado é o tipo de bicho-papão que, quando não lhe vira as costas ou o esquece, convence-o de que há uma chance de vencer a causa... e perde. Nunca dependa desse bicho!"
QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello
Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?
O ser humano envelhece quando vira de costas para o aprendizado, independente da cronologia.
Sidney Poeta Dos Sonhos
(Amante da Liberdade)
nao e´´ fasio ter amigas que vira as costas quando vc ta mal , mais aquelas que te levanta e fica com vc todo momento
Como é terrível quando o mundo vira as costas pra você, como se você fosse qual quer uma pessoa, como se fosse absolutamente (Ninguém)....
As pessoas são complicados, só dão valor quando perdem. Quando a pessoa vira as costas e vai embora com o coração decidido a nunca mais voltar.
As pessoas são estranhas esperam perder pra dar valor
Não sei como começar esse texto, mas precisava pôr pra fora meus sentimentos.
Meu maior defeito é me entregar demais, ser intensa demais. E talvez por isso eu sempre saia magoada quando tento gostar de alguém.
Essa sensação de estar quebrada, como se faltasse algo.
Porque a vida é assim, porque eu sempre tenho que lutar sozinha, me importar sozinha. A pessoa me tem por inteiro e me perde por não se entregar da mesma forma.
Eu tentei de verdade ser feliz, queria que tivesse dado certo em alguma das vezes que tentei. Eu sei que não sou uma pessoa fácil de lidar, mas no fim eu luto com a pessoa pelo próprio melhor dela.
Quantas vezes me anulei pela pessoa só pra tomar um pé na bunda.
No meu último namoro a sensação foi terrível porque eu me humilhei por atenção e ainda ouvi que estava louca fazendo drama. Mas a pessoa em questão me afastou e me machucou demais com atitudes que eu jamais teria coragem de ter com ela. Mas no final é assim, quando você gosta de alguém, quando você se entrega, esse é o preço que se paga. Você fica frágil, vulnerável, e aquela pessoa é teu porto seguro, mas quando acaba você fica perdido, sozinho, e aquela outra pessoa continua vivendo a vida como se nada tivesse acontecido. E então você percebe que ela nunca gostou realmente de você.
Sorte tem quem encontra uma pessoa com o mínimo de dignidade de assumir tudo isso que fez. Mas quando isso não acontece, a pessoa vai te enrolando e não termina e, sei lá, você tem medo de terminar porque você gosta daquela pessoa e no início até parece loucura da nossa cabeça. Mas quando faz mais mal que bem, não é de verdade
Uma vez eu li uma frase e ela realmente tocou meu coração. "Você era o amor da minha vida, só não era o amor pra minha vida".
Eu queria saber como faz pra superar o amor da sua vida, tentar com outra pessoa da qual você não gosta. No fim, percebi que estamos fadados a ser infelizes.
Ah, esqueci de mencionar, eu amei uma única pessoa. Mas não era recíproco como todas as relações na minha vida, não só amorosas, mas familiares. Todos que eu amo, sejam eles amigos ou família, eu sempre acabo descobrindo que eu amo demais, me importo demais, e no fim a pessoa não faria uma vírgula por mim do que eu fiz por ela.
Meu primeiro amor (e único) foi sem dúvida o pior porque destruiu minha vida. Terminou com a minha inocência e eu agradeço a ele, porque se não fosse ele, eu jamais teria aprendido meu próprio valor.
Depois passaram alguns pela minha vida, pessoas que me iludi achando que gostava, mas, no fim, eu não amava nenhum deles. E sim, eu já disse "eu te amo" sem amar. Mas não foi de propósito, não era minha intenção. Eu sei a sensação de ser magoada e é destruidor ser magoado, decepcionado.
Mas não depende de nós. No fim, quando você se abre pra alguém, esse talvez seja o preço a ser pago. Agora entendo aquelas pessoas fechadas que não se abrem pra ninguém, no fim elas estão apenas preservando a si mesmas e a sua saúde mental.
O amor, quando não recíproco ou quando a pessoa no início finge que sente o mesmo, mas não sente, é sem dúvida doloroso. A verdade é que você deve tomar cuidado pra quem você abre o coração. Você nunca conhece alguém realmente e isso nos decepciona, mas o erro foi nosso, afinal, por acreditar.
Ou a pessoa está com você, mas ainda pensa em outra pelo simples fato de não a ter mais rastejando aos seus pés e quando se torna inalcançável você quer aquilo.
Gostamos do que não podemos ter.
Quando meu primeiro amor me trocou por uma pessoa do passado, tentou, mas, no fim, ele foi um trapaceiro, abandonou ela no seu pior momento.
Claro, a lei do retorno está aí, ele também foi abandonado no pior momento. Pagamos por tudo que fazemos.
Esquecemos que podemos causar dor também e aí está o ponto. Se eu estou destruída agora, eu estou pagando por algo que fiz mesmo sem querer.
Eu aprendi a lidar com minhas decisões. Será que você aprendeu a lidar com as suas?
É o que você faz pela pessoa que ama. Você não vira as costas, entende? Você não a abandona quando as coisas ficam difíceis ou desconfortáveis.
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