Quando Morremos Sorrimos
Escrever, me dá a sensação de leveza, de bem estar, de harmonia, de purificação. Quando estou escrevendo, estou me vertendo nas páginas brancas e deixando o melhor de mim. Deixando meus segredos nas entrelinhas e um pedaço de mim ao leitor.
A decadência de uma sociedade começa quando há desrespeito com o semelhante e quando não há uma educação sólida.
O mar presenciará o fim de vossos dias. Ele não dorme, vive em constante vigília. Mesmo quando em maré baixa, parecendo-vos esmorecido, ele observa e ouve atento e silencioso os vossos lamentos.
Quando vossos lábios não conseguirem pronunciar os vossos eloquentes verbos, vossas almas comunicar-se-ão no silêncio do momento.
A mente vaga nos mais ínfimos túneis da vida quando adoece. Alimentai-a com riquezas abundantes de sabedoria.
Quando vós sois chamados à vida, um coração estagnado tornar-se-á responsável por vosso amadurecimento.
Porque as pessoas só pensam no dinheiro, no poder e na individualidade, quando podemos plantar a semente do amor, da fraternidade e da paz...
Astro fulgente
Quando o vejo em meu leito sombrio
Uma trilha abre-se
Nela surge um astro fulgente
Desperta meu ser mortal desfigurado
Na sua felicidade a minha deita-se.
A primavera antecipa-se
Mostrando sua linda e colorida aquarela.
Suave é á noite quando o sopro de tua voz
Anuncia a chegada das estrelas
Afugentando a escuridão da noite
Num aceno ímpeto de saudade.
A bruma acaricia o gramado íngreme
Contemplando as madeixas das copas
Que balançam ao soneto do vento...
Satriani
Quando o som da guitarra range
Os sentidos respondem a uma intensidade
Incontrolável e incontestável
Acordando as almas pacificadas...
O toque dos seus dedos nas cordas
Faz seu gemido alcançar a doçura e o encanto...
Os anjos celestiais celebram os sons soprados.
Suas mãos deslizam num vai e vem
Vibrando os tímpanos emocionados
Seu corpo acolhe o instrumento
Agora tornando um só.
Não tenho repouso, tenho sede de infinito. Quando minha alma reforça e pede socorro, aspiro e me torno pó se desintegrando junto às areias desérticas.
Vivemos apenas quando estamos no meio de uma grande tempestade. Precisamos dela para que aprendamos, que no momento da quietação, crescemos e evoluímos.
O silêncio é a resposta das nossas incertezas, quando nos deparamos com o caminho incerto; nele encontramos nossa verdadeira identidade.
