Quando Morremos Sorrimos
Quando a frustração de alguns políticos que almejam alcançar o poder fala mais alto do que a razão, o povo é transformado em verdadeira mula, capaz de levar as costas o peso de tais frustrações para satisfação dos interesses desses curiosos políticos.
Quando um povo confessa os seus pecados aos políticos ao invés de fazê-lo a um sacerdote é porque a sociedade há muito deixou de distiguir que instituição está vocacionada para gerir os seus problemas políticos e sociais e, qual está vocacionada a atender os seus assuntos espirituais.
Sorrio quando te tenho nos meus braços, não fujo para longe do teu olhar, porque o azul dos teus lindos olhos iluminam o meu viver.
Não vemos o tempo passar, quando o amor nos consome de verdade, apenas lembramos-nos da nossa existência porque somos meros mortais afinal.
O coração torpe se liberdade da ansiedade despudorada de querer ser feliz, mesmo quando a incógnita do prazer nos mostra que a felicidade é a apenas um estado criado pela nossa CONSCIÊNCIA.
Cometemos um grave pecado quando confessamos os nossos erros perante um humano que nos julga, mesmo sabendo, que aquele humano também tem os seus dilemas existenciais.
O corpo e a mente somente cooperam quando estamos investidos de maturidade sem o fogo ardente da paixão, de contrário, somos apenas seres fadados de ternura.
A racionalidade muitas vezes nos torna alvos de um ataque emocional, sobretudo, quando não damos azo a loucura de gente perversa.
Os Orçamentos dos Estados devem refletir a satisfação das necessidades do povo, quando isso não acontece, os mesmos não passam de meros rascunhos contabilísticos.
Quando um dia regressamos para junto da nossa personalidade, a questão que se impõe na nossa mente é sobre quem somos depois dos vícios que consomem o intelecto de muitos seres pelo mundo.
Quando a juventude de uma Nação não significa progresso, esta Nação se relega ao fracasso e a falência generalizada.
Quando um político começa a esforçar o povo a acreditar que a sua convicção é a convicção da maioria é altura ideal para avaliar a sua sanidade mental.
A miséria quando faz parte da vida de um povo, o convívio com ela todos os dias, ainda se afigura uma novidade para os seus consumidores.
Quando um povo sonha com o desenvolvimento e, nada faz para que o País avance, este povo está condenado a viver sobre o sudário pesado da sua inação e falta de comprometimento político e social.
Quando somos apenas uma ponte para muitos passarem para o lado da satisfação pessoal, começamos a ser julgados sem nunca termos cometido quelquer acto ilícito ou de carácter anormal.
Quando o clima parece não estar a favor dos seus objectivos, não insista, apenas comece uma nova caminhada que tudo o que parece não estar certo num instante se ajusta.
Quando a diplomacia não consegue alcançar resultados concretos que se reflitam na vida de uma Nação, então de nada serve fazer política de interação externa.
As políticas públicas escrítas a lápis não alcançam grandes objectivos para o povo, pois, quando traduzidas por meio digital não se consegue perceber ao certo o que os rascunhos plasmavam.
