Quando Morremos Sorrimos
O processo da execução das metas é a parte mais exaustiva e motivante quando se está comprometido com os resultados.
A cada degrau que estive construindo para sua subida, construa de forma resistente pois quando precisa descer nenhum estará quebrado.
A utilidade e significado não são irmãos siameses. Quando você deixa de ser útil, não perde o seu significado. Não aceitar isso, é uma forma cruel de ingratidão.
A paixão não correspondida é uma pena muito severa. Quando não é perpétua, o coração transforma em regime semiaberto ou liberdade condicional indeterminadamente.
Só deixarei este mundo, quando tiver vencido todas as batalhas e alcançado todas as conquistas possíveis.
Conselho de relacionamento feliz
só funciona quando o casal não
mede esforços para levar a vida
que sempre quis.
Não dá pra comparar
o natural do artificial,
exceto quando falamos
de inteligência, tem gente
que tem dificuldade de pensar.
O futebol brasileiro só é
bem aceito quando a ideia
de ganhar títulos vem primeiro,
o torcedor desanima quando o
time não rende o campeonato inteiro.
E quando meu coração se encontrava frio
Você o aqueceu
E quando ele estava vazio
Você o preencheu de amor, confiança, positividade...
E quando ele esava na escuridão
Você trouxe luz
Você deu sentindo a tudo novamente.
Gratidão.
A Montanha e seus caminhos
Tudo inicia quando a paisagem começa a mudar
Ela começa a te espiar
Passando ao lado e sabendo que vão se encontrar
O caminho envolve curvas
As curvas suavizam o árido
O árido muda com o caminho
Ao pé dela se depara com a estrada
Na estrada de terreno seco e macio
Olha para cima e os olhos se cruzam
Lá está ela, sorriso aberto
A trilha atraí, puxa, deita aos pés
O coração pulsa antes mesmo do esforço
A subida começa devagar e vai se inclinando
Vai se fechando
A montanha lambe as pernas
Beija os braços
Envolve os corpos
Pedras, terras, galhos, flores, mato
Bichos, animais reverenciam a passagem
Sons, silêncios, olhares, suores
Respira o hálito gostoso da boca
Impulsionado pelo pulmão
No topo se encontram
Olhos se encontram
Corpos se encontram
Almas se encontram
Na descida, entrelaçar de peles
Pele do corpo, pele da montanha
As pedras cortam a pele e as seivas se misturam
No vale corre a água
Jorra a água
Gozam os líquidos e energias se trocam
As horas param
E já não são mais o que foram
Nem tu nem a montanha
A volta é tranquila, relaxada
Últimos toques
O sol se vai
A felicidade entranha o corpo e alma
A saudade fica para de novo se encontrarem
A trilha vai se abrindo
A estrada aparece
O caminho vai mudando
As curvas levam ao árido
Ela te espiando a passar
Cada vez mais longe
Olhar profundo e sereno
Olhar novo de quem já não é o mesmo
Mudaram, trocaram e deixaram um pedaço de si para o outro
