Quando Morremos Sorrimos
Quando tropeço em meus caminhos
Busco não lamentar, não me justificar
Apenas busco me entender
E não mais pisar onde pisei;
Minhas escolhas são o reflexo
Das minhas insistências
Sabendo ou não que serão
Ou não vitórias ao meu ser;
Não sou escravo de ninguém, sou senhor de mim
No qual eu canto, minhas batalhas
São harmonia da minha paz;
Desejamos tanto a felicidade que quando chegamos próximos a ela
Os nossos olhos se cegam por algum motivo ou razão;
Quando falam em desistências... Eu rebato com dedicação... Quando falam em desespero... Eu retribuo com determinação;
Quando falam em medo... Eu demonstro com coragem em questão e por fim quando lutam todos juntos é a força da nação...
Quando penso que a saudade cessou! Deparo-me com as lembranças de você meu amor;
Porque me deixou?Por que fizeste isso comigo? Estou carente de você segurando essa dor;
O querer pode tudo quando
se tem relação com a coragem
e a disposição, ninguém chega
a qualquer lugar... Parado!
A minha carência é saciada
pela afeição verdadeira
Já a minha afluência está sedento
quando está cheia de si mesma;
Será que você me entende, quando
a linguagem do meu corpo
se expressa na intensidade
do que o meu coração sente?
Só evoluirás quando entenderes
que não precisas procurar Deus
nos céus, mas quando entenderes
de que o teu corpo é a casa de Deus!
