Quando Morremos Sorrimos
Quando mais eu tento te esquecer
Mais eu me lembro de você
Quanto mais eu tento me afastar
Mais fico grudado em você
Quanto mais eu tento deixar de te amar
Mais eu te amo.
Somos o que queremos ser quando vemos o que os outros é, então cuidado com o que você foca para não se tornar no que você não gostaria de ser
Eu não estou triste, eu só queria um pouco de atenção, não sei até quando viveria sem a tua atenção
Ainda dá tempo de você decidir ser feliz daqui pra frente! De vez em quando a gente tem que olhar dentro dos olhos do medo e avançar sem atalhos, decidido a recuperar um pouco do muito que se perde sempre no intervalo do medo. Mesmo sabendo que muitas coisas não mudam, faz muito bem a gente lutar pra mudar tudo na própria vida, pois Deus sempre recompensa quem tem boa vontade, acredita e vai lá e faz! (Nelson Locatelli, escritor)
Quando vc fala minha vida está um inferno... Se preocupe pois na realidade sua vida está com a ausência de Deus...
A vida é uma estrada curta ou longa? Depende, não sabemos ao certo quando iremos parar pelo caminho, em qual estação iremos ficar.
Um dia tudo para pelo caminho, é a chamada morte, o trem da vida que tudo atropela. Vem como o vento nos buscar e é nessa partida que a dor machuca muitos corações.E nessa estação que iremos subir ou descer, tristeza na hora de dizer adeus a todos os passageiros.Com pesar nós fechamos a tampa do caixão.+
A SEMENTE
Certa vez, quando eu passava por um momento muito difícil, sonhei que seria operado do coração. Angustiado, eu pensava que não sobreviveria à operação. Não sei como fui parar ali, por quais caminhos andei ou fui levado. Sabia apenas que haveria uma operação e eu era o paciente a ser operado.
De repente, adentra a sala de cirurgia o cirurgião. Ao vê-lo, meu medo desaparece, cheguei até a sorrir... Pois o médico que me operaria era nada mais nada menos do que o poeta Fernando Pessoa!
No princípio, achei estranho. Mas depois entendi que fazia sentido ser um poeta o cirurgião de um coração angustiado.
Sem demora, o cirurgião-poeta abriu meu peito, mas não com bisturi: não sangrou, nem houve dor. Ele enfiou uma das mãos, porém não foi suficiente. Somente as duas mãos do poeta conseguiram tirar meu coração do peito.
"Seu coração está pesado como um paralelepípedo! Preciso extrair o que lhe pesa", diagnosticou o cirurgião-poeta. “O que lhe pesa não é coisa física, o que lhe pesa é a mágoa com o passado, a decepção com o presente, o medo do futuro e a descrença nos homens”, disse-me ele enquanto extraía tudo isso.
Quando olhei para a mão do poeta, meu coração estava minúsculo, parecendo uma semente salva de um fruto que perecia. Indaguei: “poeta, com esse coração pequenino como vou sobreviver!?”
O cirurgião-poeta então respondeu, terminando sua arte, sua “clínica”: “Ele está assim pequeno porque deixei apenas o coração da criança.”
Após ouvir isso despertei, e não apenas daquele sonho. Ainda deitado, olhei para a janela: já amanhecia. Queria registrar o sonho e me virei para procurar caneta e papel. Então, algo que estava sobre meu peito caiu ao meu lado na cama, era um livro que adormeci lendo: “O Eu Profundo e os outros Eus”, de Fernando Pessoa.
"As terapias verbais me terapeutam." (Manoel de Barros)
Seria fácil ter FÉ quando você tivesse a certeza que alcançaria algum objetivo. Por isso FÉ vem para testar o quanto você pode ser grato por algo que tenha ou não! FÉ é para POUCOS!
Um dia, quando esse mundo chegar ao fim e a Terra deixar de existir, talvez possamos novamente fazer parte de um enorme vórtice. E então, nós vamos nos encontrar de novo.
Quando a gente sai da nossa essência, quando a gente sai do nosso eu, de quem a gente gostaria de ser ou de quem a gente é, a gente não tem como ficar feliz. Porque a gente se perde.
O que acontecia quando ninguém estava jogando o videogame? Será que os personagens e edifícios ainda existiam, ou será que simplesmente deixavam de existir?
