Quando Morre Alguém que Amamos

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As flores enfrentam a morte com resignação sabendo que sua beleza pode amenizar a dor de alguém.

"Nunca encontrei alguém, de boa índole, que tenha moral para falar de mim. Sabendo eu que as pessoas que dizem mal a meu respeito têm sempre algo pior a ser dito delas mesmo."

Não convide alguém para entrar em um espaço da sua vida que não é dela.

O que você ignora
hoje, alguém
aperfeiçoa amanhã;
a disciplina vence o
talento preguiçoso.

É simples ter
alguém para os
momentos bons,
raro é ter quem
ora contigo nos
dias maus.

Acho lindo quem fica chocado com a possibilidade de alguém fraudar R$ 600 para comprar arroz, mas acha super normal político com salário de 40 mil receber auxílio-moradia, auxílio-paletó e plano de saúde VIP pagos por nós. Realmente, o grande rombo do Brasil é o prato de comida de quem tem fome, e não o banquete sem fim de quem já está no topo. Que coerência econômica fantástica! Criticar o benefício social que faz o comércio do bairro girar enquanto bate palma para os mimos do terno alheio é de uma inteligência rara.

O desprezo é a forma mais cruel de matar alguém.

Antes de oferecer amor a alguém,
É preciso recolher os pedaços de si.
Cuidar da alma, do silêncio, do tempo, voltar a ouvir Deus falando baixinho aqui

É você...


É você quando o mundo pesa
e alguém fica.
Quando o silêncio ameaça me engolir
e uma presença basta para me lembrar
que ainda existe chão sob os pés.
Você não chega fazendo barulho,
chega ficando.


É você quando me entende sem tradução,
quando segura minha mão
antes mesmo de eu pedir ajuda.
No meio do meu caos,
é abrigo.
No meio das minhas dúvidas,
é certeza tranquila,
daquelas que não precisam prometer nada.


E talvez seja isso que mais importa:
você não me salva —
me acompanha.
Não me ensina a viver,
vive comigo.
Veio sem aviso, sem plano, sem pressa…
e ficou,
como quem escolhe todos os dias.

Se um dia o tempo me faltar,
que reste ao menos a certeza:
fui inteiro por alguém
que foi, sem saber, a dona dos meus dias.

Às vezes a porta se abre porque alguém teve coragem de bater.

⁠hoje,oq mim espira,e minha família. E alguém q eu amo muito e deus,🙏

Alerta de prioridades: o fiscal de rede social está desesperado achando que alguém que "não precisa" vai receber o Bolsa Família. Mas adivinha? Esse mesmo fiscal finge demência para o auxílio-moradia e o auxílio-paletó de políticos que ganham fortunas e não precisam de um centavo disso. A regra é clara: privilégio de rico a gente tolera, mas o prato de comida do pobre a gente fiscaliza com lupa. Essa indignação seletiva é uma miséria moral tão profunda que nem o maior programa social do mundo consegue curar.

depois da porta (DC referência)


Eu nunca soube muito bem o que fazer quando alguém percebe que pode me destruir.


Talvez por isso eu tenha ficado.


Existe uma espécie de covardia bonita em continuar perto de quem conhece exatamente o lugar onde apertar. A pessoa nem precisa levantar a voz. Basta um silêncio diferente, uma resposta mais curta, aquele olhar que antes demorava um pouco mais. E pronto. O sujeito que jurava não depender de ninguém começa a procurar significado em migalhas.


Eu conheço esse lugar.


É estranho admitir que alguém pode morar dentro da gente sem pagar aluguel, sem pedir licença e, pior, sem sequer saber que possui uma chave.


Eu tentei transformar isso em orgulho.


Disse para mim mesmo que não precisava. Que conseguiria seguir. Que havia outras pessoas, outras noites, outras histórias esperando para acontecer. Fiz do desapego uma espécie de religião particular e passei a repetir suas regras sempre que sentia vontade de voltar.


Mas o corpo não entende discursos.


O corpo lembra.


Lembra da voz.
Do jeito de chegar.
Da presença ocupando um espaço que parecia ter sido construído exclusivamente para ela.


E então existe aquele segundo ridículo em que tudo volta.


Não como memória.


Como presença.


É aí que eu percebo o problema: talvez eu não queira ser libertado.


Talvez uma parte de mim ainda queira ser segurada.


Não porque eu não consiga ficar de pé, mas porque existe uma diferença absurda entre estar de pé e ter alguém por quem valha a pena cair.


Eu poderia mentir e dizer que quero alguém que nunca me faça perder o controle.


Não quero.


Eu quero alguém diante de quem meu controle pareça uma coisa pequena.


Alguém que atravesse minhas defesas sem precisar arrombá-las. Que veja toda essa pose de homem resolvido e perceba que, por trás dela, existe alguém que só queria encontrar um lugar onde não precisasse estar sempre pronto para ir embora.


Talvez seja isso que assusta.


Não amar.


Ser conhecido.


Porque quando alguém realmente conhece você, acaba a possibilidade de fingir que não sente.


E eu sinto.


Sinto até quando finjo que não.


Então, se algum dia eu voltar para aquela porta, não será porque esqueci tudo o que aconteceu.


Será justamente porque lembrei.


Porque existem pessoas que a gente supera.


E existem aquelas que permanecem como uma música tocando baixinho em algum cômodo da casa, você pode sair, fechar a porta, mudar de endereço, começar outra vida.


Mas, de vez em quando, no meio da madrugada, ainda consegue ouvir.


E talvez eu ainda esteja ouvindo.


Talvez seja por isso que, mesmo sabendo o quanto isso me desarma, uma parte de mim ainda sussurra:


fica.


Não precisa me salvar.


Só não solta agora.

Haverá um momento na sua vida em que você deixará de debater com as pessoas. Se alguém afirmar que um elefante consegue voar, você concordará e dirá que sim. Posso garantir que já cheguei nesta fase, pois no nosso Brasil o certo e errado é relativo!

As melhores conversas não acontecem porque alguém deseja convencer o outro.

Acontecem porque duas pessoas
aceitam caminhar juntas por uma ideia.

... principalmente à beira de um fogão à lenha,
sob uma grande janela aberta
para o silêncio do mundo...

Manipular alguém é a mesma coisa que um robô coçar uma frieira.

Talvez doa deixar ir


Às vezes,
amar alguém é entender que nem todo amor nasceu para ficar. É olhar nos olhos de quem se ama e, mesmo sentindo o coração despedaçar, escolher não prender aquilo que um dia fez você sorrir. Porque o amor verdadeiro não é posse, é liberdade;
não segura pela força aquilo que deseja partir, apenas agradece por tudo que viveu.


Talvez doa deixar ir,
talvez cada passo para longe pareça levar junto uma parte de nós. Mas existem despedidas que não significam falta de amor — significam amor demais para transformar carinho em prisão. E quando percebemos que a felicidade daquela pessoa pode estar em outro caminho, aprendemos que amar também é desejar que ela seja feliz, mesmo que essa felicidade já não tenha o nosso nome.


A maior prova de amor é deixá-la ir.
Não porque deixamos de amar,
mas porque entendemos que quem realmente ama não precisa possuir para sentir. E se um dia nossos caminhos se encontrarem novamente, que seja por escolha, não por obrigação; que ela volte porque quis ficar, e não porque foi impedida de partir. Porque, no fim, amar é ter coragem de abrir a mão… mesmo quando tudo dentro do peito implora para segurá-la.

⁠Amor x solidão.
Amar alguém exige confiança, adaptações, equilíbrio e sinceridade.
A solidão traz liberdade, conforto, sabedoria e críticas.
A distância em que o amor é saudade e o desejo constância.
O ponto fraco da solidão é o fim de quem ama e o fim de quem ama é a solidão. Como diria Espinosa, seria a mesma coisa inversamente.
Encontrar alguém perfeitamente, ou milimetricamente calculado é bem difícil, quase impossível.
Eu gosto da solidão até o limite de eu desejar uma companhia como uma linha tênue para meu sufrágio.
A genialidade é o que conta.
Você sente a maravilha de ter alguém por perto, é mágico e te liberta de uma corrente invisível chamada solidão.
Essa bolha que se vive explode a partir do momento que se enxerga a energia e a força de dois lados.
A solidão não é ausência de presença. A solidão é um estado ideal onde a pessoa vive satisfeita com aquele determinado meio.
A solidão não é suficientemente ideal para o ser humano.
Nunca vi alguém feliz na solidão. Nunca vi bexigas no velório. Existem orações mais sinceras em hospitais do que na igreja.
Você deixa a solidão quando sente algo complementar. É como se fosse dois imãs se atraindo fisicamente, ou se unindo quimicamente.
Uma solidão inerte não te leva a resultados diferentes. Uma solidão com atritos te leva a uma fusão.
Uma solidão com elevado grau de soluto te leva a uma solução saturada. Tal como acontece no amor.
De que vale uma vida sem desejos e paixões?
Quando o amor colide com a solidão, este morre afogado pelos sentimentos. Os sentimentos de amor é a maior virtude que um homem pode ter. A sabedoria em administrar o seu "eu" e ceder um espaço para o outro, sem dúvidas, algo genuíno.
O amor inebria o ser da solidão e toma conta do ente (imaterial).
A confiança, repito, é a chave disso. Ultimamente não se tem mais confiança em nada, são tempos difíceis de encontrar amor.
A esperança é o que move essa engrenagem.
Quando a pessoa se permite ser amada, ela não enxerga, à princípio, mas quanto vê isso já tomou conta dela.
O amor pode ser cego, mas as atitudes não. A solidão pode ser calada, mas a essência é perceptível.
Em relacionamento, a grande maioria quer uma namorada, legal, bonita, inteligente e, especialmente, super fofa / romântica igual aos filmes.
Bem raro encontrar, mas, às vezes, até a pessoa morre e nem encontra isso. O problema disso chama-se "estar" e não "ser".
Estar é passageiro e é momentâneo.
Ser é o que a pessoa naturalmente é, espontâneo e contínuo.
Eu gosto da solidão, ao mesmo tempo, não gosto de ficar olhando no tempo e vendo a minha vida passar sem uma risada, alguém para sair, conversar, dialogar e poder sentir o prazer da vida.
Qualquer pessoa pode amar alguém. Mas o que lhe garante que àquela pessoa vai aceitar esse amor, se não for o que ela quer?
A lua brilha na escuridão e o sol clareia na iluminação.
Uma vida sem amor é como um mundo sem vida, sem racionalidade.

A fábula da recomposição


Havia alguém que acreditava no amor como recomposição, mas não como acréscimo.
Dizia: “que você seja o que eu não consegui ser”,
porque existir sabendo que tinha aquele amor
era algo mágico —
e o sorriso dele era o único lugar onde queria estar.


Nunca lhe fez mal.
Nunca quis ferir.
Mas, de repente, ele sumiu.


Foi como um porto que se fecha sem aviso:
nada mais seguro,
o cais distante,
e nenhum sinal de volta.


Disseram: “quando você é jovem, você não sabe de nada.”
Mas aquela pessoa sabia o que sentia.
Porque uma das melhores sensações da vida
é amar.


E entendeu também que a maior felicidade
é fazer sentido na vida de alguém
e ser amado de volta.


Aprendeu que amar é doação,
é se dar ao outro.
Mas percebeu que o amor, às vezes,
fala uma língua parecida com a paixão —
e por isso confunde,
e por isso precisa ser pensado
sem se perder na emoção.


Um dia, descendo as estradas do Sul,
veio uma ligação…
e, enfim, a confirmação:
ele se foi.


E então ficou a dúvida:
de que adianta conseguir o que se quer,
se não é o que se precisa?


Porque há um tipo de dor silenciosa:
amar alguém
e ainda assim ser desperdiçado.


E há também aquela insistência do sentimento,
quando se está apaixonado demais para esquecer.


Mas, no fim, ficou um aprendizado:
se nunca tentar seguir,
nunca saberá o próprio valor.


Moral da história:
Amar não é apenas tentar recompor o que existiu, mas reconhecer quando é preciso ir além, para não se perder de si mesmo.