Quando Morre Alguém que Amamos
Renunciar a algo que amamos muito e que desejamos com toda a força do coração é uma das decisões mais cruéis de se tomar que conheço. Porque a perda equivale a uma morte dupla: morrer para alguém e matar a pessoa na gente. É como se sobrasse por dentro apenas um casarão vazio com um jardim morto. E, de repente, tudo tão subitamente anoitecido sem previsões de dia novo. É um caminhar lento e arrastado numa espera sombria de que as horas passem e o tempo leve essa febre alta sem medicação possível. É preciso que haja tanta paciência e firmeza por dentro pra não entrar em desespero, que a sensação que se tem é de estar meio fora do ar, com tanto esforço. E até chorar fica difícil, teme-se que nunca mais o choro cesse.
Há muitas perdas quando se termina algo que não se queria ter terminado: muda-se a autoimagem, alegrias ficam suspensas, sonhos desaparecem por um tempo e nenhuma cor na paisagem. O cotidiano fica obscurecido por aquela lacuna aberta no meio do que era a parte mais interessante dos dias.
Com o tempo, você analisa que abrir mão de algo muito importante, só se faz quando se tem um motivo maior que esse algo: seja um propósito, uma crença, um valor íntimo, uma obstinação qualquer que te oriente para essa escolha que já se sabia tão dolorosa. É um sacrifico voluntário por algo mais pleno, mais grandioso em Beleza. E, nestas análises, você descobre outras perdas que são positivas: perde-se também a ansiedade, a insegurança e a ilusão. E você aprende a recomeçar agradecendo por vitórias tão pequenininhas...
Como quando é noite e antes de dormir você se enche de gratidão:
“Deus, obrigada, porque é noite e eu tenho o sono... Que venha um sonho novo, então.”
Não sabemos quanto tempo temos com as pessoa que amamos. Por isso, temos que aproveitar, ao máximo, cada momento... cada carinho... cada sorriso... cada abraço... cada conversa. Por que a vida é como uma gota d'água, pode evaporar-se num piscar de olhos.
Quanto ao nosso PAÍS creio que acreditamos e amamos. O problema são os "homens" que o compõe, ocupando a máxima do poder, que não permitem que tudo deixe de ser sonho e passe a ser realidade! é frustrante e dramático sentir que alimentamos "monstros" com nossos sonhos; monstros esses que só depois de "alimentados" têm robustecidos seus apetites e se declaram aptos e prontos para nos devorar .
Papai, estarás eternamente em meu coração. Te amo!
As pessoas que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós!
Que Deus conforte o coração de todos!
Quando pessoas que mais amamos se vai, choramos, Choramos tudo isso sabendo que é a lei da vida, sabendo que ninguém escapa desse dia , e sabendo que onde quer que esta alma esteja ela está bem melhor do que aqui no mundo .
E quantas vezes sufocamos nossos sonhos, para priorizar os sonhos de quem amamos.
Seria imaturidade?
Seria falta de amor próprio?
Seria possível encontrar alguém que pense e sinta como nós?
Ainda assim.Ainda nos dias de hoje!
Qual a coisa mais difícil que temos que enfrentar?
A morte ou a perda da pessoa que nós amamos?
Eu acho que as duas coisas, porque um dia todos vamos morrer,mas enquanto estamos aqui e vivos, temos que viver o máximo que pudermos. Cada sorriso, cada tristeza, cada choro, devemos aproveitar esses momentos porque devemos amar, sorrir e chorar, devemos viver...
Um Natal Constante!
Vamos abrir os olhos para o mundo,dedicar mais tempo e atenção a quem amamos, para quando o futuro chegar, tenhamos a consciência tranquila que não ficamos devendo nada ao passado, em virtude de termos vivido com sabedoria e amor o presente.Pensem Nisso!
Feliz Natal! Wallace Barbosa o Poeta do Povo!
Somos tão egoístas quando se trata das pessoas que amamos, porque não abrimos mão delas mesmo quando sabemos que é necessário e o certo a ser feito.
"Teus olhos me seduz tal qual a música que toca. Enquanto nos olhamos, nos amamos em silêncio, a melodia fala por nós. Um rosto pode conquistar muitos olhares, e uma personalidade encantar muitos corações. Valorize acima de tudo o amor que você recebe, você pode ser o mundo de alguém..." ( Arcélio Alberto Preissler )
Pare de ser tão duro consigo mesmo. Nós somos o que somos; nós amamos o que amamos. Não precisamos justificar isso para ninguém... Nem sequer para nós mesmos.
