Quando Morre Alguém que Amamos
Viver por muito tempo ao lado de alguém exige humildade, tolerância, respeito, empatia, afeto, sabedoria, resiliência e disciplina.
Enfim, exige muita paciência e são poucos os que estão dispostos a viver assim.
Cada pessoa deve fazer o que a deixa feliz. O importante é encontrar alguém que também pense como ela.
Não tem como todo mundo pensar igual, somos seres humanos, cheios de sonhos diferentes.
Viva a diversidade!
Quando você vai na rede social e vê a foto de alguém feliz com alguma conquista, tem duas opções:
1. Você olha com desdém e pensa: "Como ele(a) conseguiu isso? Nem ficou tão bom. Ah, eu faria bem melhor."
2. Você olha, sorri e pensa: "Uau, que legal!!!. Que bom que deu tudo certo."
Se você consegue agir de acordo com a opção 2, então você está amadurecendo como ser humano.
"A humanidade do ser humano é construída ao longo da vida."
Não te pressiones por alguém que exige muito de você mas nada faria se estivesse no teu lugar , todo fardo é leve nos olhos dos outros e poucos podem caminhar com tua bagagem. ✨
🧩
De repente, QUARENTA!
Aí se COMENTA: Já?
Sim! Alguém também fala: Não INVENTA!!!
É sério, quero chegar aos NOVENTA!!!!
Então a vida diz: ARREBENTA!!!!
E você EXPERIMENTA.
Com cuidado, não OSTENTA!
Mas não se CONTENTA.
E vai, se REIVENTA.
Aos poucos INCREMENTA.
A alegria, ALIMENTA.
Os sonhos, SUSTENTA.
Ah, é apenas QUARENTA!
Quero chegar aos NOVENTA!
Quando completei 40 anos (2017).
Cada ser humano tem sua própria visão de vida e é importante encontrar alguém que olhe para este mundo da mesma forma que observamos.
Quando os sentimentos oferecidos a alguem ultrapassam a barreira da lógica nas nossas vidas, é porque não é mais sentimentos, é amor.
O INVENTÁRIO DE NÓS
Por Marco Arawak
Há períodos da vida em que parece que alguém entrou em nossa casa enquanto dormíamos e mudou algumas coisas de lugar. Tudo continua reconhecível, mas já não encontramos facilmente aquilo que procuramos.
Uma lembrança surge onde não deveria estar.
Uma ausência ocupa um espaço antes insignificante.
Uma antiga certeza perde a posição que tinha dentro de nós.
Talvez o desencanto comece assim: não como uma ruptura, mas como a percepção de que aquilo que sustentava nossa maneira de compreender o mundo já não permanece intacto.
Carregamos conversas, escolhas, desilusões, expectativas frustradas e vínculos que mudaram de forma. Nem sempre sabemos imediatamente o que fazer com tudo isso.
Algumas lembranças permanecem próximas; outras tentamos esconder. Mas aquilo que não nomeamos continua participando de nós.
Por isso, chega um momento em que precisamos examinar o que carregamos. Não para transformar cada experiência em ensinamento, mas para distinguir o que ainda nos pertence daquilo que mantemos apenas por hábito.
Aceitar que certas relações se afastaram, que alguns projetos terminaram e que nem tudo pode ser corrigido pela nossa vontade não significa considerar justo o que aconteceu.
Significa reconhecer os limites do nosso controle.
Talvez escrever seja uma maneira de realizar esse inventário. A palavra aproxima o que estava confuso, dá contorno ao que permanecia sem nome e permite olhar para uma experiência sem aumentá-la nem diminuí-la.
Reorganizar não é apagar. É escolher o destino de cada coisa. Algumas lembranças permanecem; outras perdem a centralidade.
Há sentimentos que precisam ser compreendidos antes de serem deixados para trás.
Há vínculos que encontram outra forma de existir.
Há portas que já não precisamos manter abertas.
Maturidade talvez tenha menos relação com esquecer do que com aprender a distribuir o peso do que vivemos. O desencanto pode permanecer na história sem determinar quem somos. Uma ausência pode ser reconhecida sem transformar-se em vazio permanente. O passado pode continuar verdadeiro sem ocupar sozinho o presente.
Também precisamos, às vezes, do silêncio. Quando o ruído diminui, surgem perguntas que evitamos enquanto tentávamos corresponder às expectativas alheias: o que ainda faz sentido?
O que mantenho apenas por receio de perder?
O que realmente pertence à minha história?
Nem sempre encontramos respostas. Mas perguntar já modifica nossa relação com o que vivemos.
Talvez coragem seja justamente isso: não viver sem receio, mas não permitir que ele decida sozinho o que permanece.
Não somos obrigados a transformar toda despedida em explicação, nem todo encerramento em começo. Algumas coisas precisam apenas ser reconhecidas e encontrar seu lugar na nossa história.
No fim, continuar não significa reconstruir quem éramos antes. Significa compreender que também somos feitos das escolhas que fazemos diante do que nos aconteceu.
Talvez esse seja o verdadeiro inventário de nós:
o que recebemos,
o que nos atravessou,
o que deixamos partir e
o que, conscientemente, decidimos conservar.
Não somos apenas o conjunto do que nos aconteceu. Somos também a maneira como damos destino ao que aconteceu.
"Não corrigimos alguém achando que temos razão, e muito menos agindo com ignorância, não aprendemos nada. Aliás, ninguém aprende dessa forma."
Raphael Denizart
"Conquistar alguém, é uma encantadora jornada de amor que ultrapassa os limites do tempo, onde a paciência, a compreensão, o diálogo e a determinação se entrelaçam, criando laços inquebráveis que se fortalecem juntos à cada desafio enfrentado."
Raphael Denizart
A vingança não pertence a nós. Quando alguém nos faz mal, devemos deixar que o Senhor traga a justiça. O que a pessoa faz contra você é a colheita dela, e o que você faz contra ela é a sua colheita.
"Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: 'Minha é a vingança; eu retribuirei', diz o Senhor." Romanos 12:19
A vingança não pertence a nós. Quando alguém nos faz mal, devemos deixar que o Senhor traga a justiça.No final, todos nós colhemos as consequências do que semeamos. "Minha é a vingança; eu retribuirei', diz o Senhor." Romanos 12:19"
Além de abrir o coração para Deus, é importante compartilhar nossa dor com alguém próximo — um mentor, amigo ou pessoa de confiança. Dividir o peso com outro ser humano traz alívio e pode nos ajudar a enxergar caminhos que sozinhos não conseguimos. A conexão com Deus e com pessoas confiáveis fortalece nossa fé, nos orienta e nos aproxima da verdadeira cura e esperança. Buscar apoio é um ato de coragem e um passo essencial para superar os desafios da alma.
Quando alguém é verdadeiramente tocado por algo maior—seja um propósito, uma revelação espiritual ou um chamado—sua percepção do mundo muda, e suas ações podem parecer incompreensíveis para os outros. Essa confusão, porém, não diminui a autenticidade da experiência; ao contrário, revela como a conexão com o transcendente transcende as limitações humanas.
Na Bíblia, o apóstolo Paulo viveu algo semelhante ao afirmar:
“Porque, se enlouquecemos, é para Deus; e, se conservamos o juízo, é para vós outros.”
(2 Coríntios 5:13)
Este versículo reflete que aquilo que parece loucura aos olhos humanos pode, na verdade, ser fruto de uma devoção sincera e intensa a Deus. A sanidade, no contexto espiritual, não é medida por padrões terrenos, mas pela fidelidade ao propósito divino. Quando somos tocados, nossa vida se torna um testemunho, mesmo que alguns só consigam ver a superfície e julgar o que não entendem.
Uma das máximas da sociedade contemporânea é que o grau de importância de alguém está relacionado à proporção da sua conta bancária e de seus bens materiais, isso é totalmente nocivo ao homem pós-moderno que busca a todo custo êxito profissional e cada vez mais afunda-se em um consumismo desenfreado. A visão pragmática e materialista do senso comum, também tem adentrado ao Cristianismo denominado Neo-Pentencostal que tem seduzido a muitos com promessas de prosperidade terrena o que foge muito da essência do autêntico evangelho. Não que seja pecado buscar uma vida confortável, desde essa busca seja honesta (Salmos 128:2) e secundária (Mateus 6:33) não há mal algum, porém, quando isso torna-se requisito para buscarmos a Deus estamos totalmente equivocados, pois invertemos a ordem natural das coisas, fazemos de Deus nosso servo ( Deuteronômio 6:4). A Bíblia adverte que surgiriam falsos profetas que usariam a própria Palavra de Deus para enganar a muitas pessoas (Mateus 24:24). Por isso, quando dirigir uma oração ou participar de Culto a Deus certifique-se que suas motivações ao buscar ao Senhor estejam corretas. (Mateus 4:10).
O Sucesso de alguém não significa a inexistência do seu. E assim como o seu fracasso pode ser visível, o do outro no passado, presentemente ou futuramente será visível também. Logo, conquistas e derrotas fazem parte na vida de todos.
A rendição não é nenhuma fraqueza. Há uma grande força nela. Somente alguém que se rendeu tem poder espiritual.
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