Quando menos Esperava Voce Aparece

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“Nem todo susto vem de fora. Alguns vêm quando a verdade encosta na gente.”

“Às vezes, a verdade tá ali… mas a gente só enxerga quando dói.”

crescer é uma treta, mas também é upgrade. Se dói, é porque tá expandindo. Igual quando cê força o tênis novo no pé — no começo machuca, depois vira seu preferido.

Tem que aprender a conviver com as pessoas.
Eu quando saio de casa, Eu faço a política da boa vizinhança... Simplesmente, não olho na cara. Não dou bom dia, não dou nada, eu passo direto! A pessoa que sabe conviver, ela não convive!

"A vida fica mais leve quando a mente aprende a ser firme."

“É fácil ser linda no espelho. Difícil é ter valor quando ninguém pode te ver.”

“Silêncio é resposta suficiente quando a outra pessoa fala só pra se ouvir.”

"A paz não é algo passageiro e superficial. A paz chega quando Jesus Cristo é reconhecido e sua presença é validada em nós como Caminho,Verdade e Vida".

“Quando percebo que a minha geração está indo embora, percebo que talvez estejamos levando com a gente o último suspiro daquilo que era real.”

"Quando tudo parecer insuportável, lembre: a dor passa… mas a glória permanece."

“Quando percebo que a minha geração está indo embora, percebo também que a vida perdeu profundidade: trocou lágrimas por emojis, amor por notificações e memória por nuvem.”

"Quando sentir que vai cair, lembre-se: há vitórias que só nascem da resistência."

"Quando o silêncio é aplaudido, a verdade vira heresia."

"Quando questionar incomoda mais que errar, é sinal de que a mentira virou norma."

"Quando pensar incomoda, obedecer vira virtude. E quem discorda… vira ameaça."

"Quando a lógica é punida, o absurdo governa.

Pensar vira rebeldia — e a ignorância, um trono."

"Quando pensar é perigoso, é sinal de que a mentira virou doutrina."

"Quando a lógica é punida, o absurdo governa."

Poesia Parceiro de Laço


Hoje, quando saltar do brete
A novilha em disparada,
Meu moro esbarra no pasto,
Da cancha já encharca.
Meu laço fica nas ancas,
No mais de exposição,
Mostrando que o 12 braça
Hoje não solta da mão.


Por anos de parceria
Nesses rodeios afamados,
Se foi meu velho parceiro
Se bandio pro outro lado,
Botando corda, por certo,
Tapiando bem o chapéu.
Agora bota armada
Na querência grande do céu.


Que dupla que nós formava
No berro do narrador!
No mais se pedia porta
E aguardava o corredor.
Depois era facerisse
Naqueles acampamentos:
A gaita, o violão,
Assado de fundamento,
E a canha nunca faltava,
Parceira do chimarrão.


As prosas de campereada
E cosas de coração…
Que jeito vou botar corda,
Que jeito vou ao rodeio,
Se tu me deixou solito?
De todos, melhor parceiro,
É coisa triste de ver
Teu baio pedindo cancha,
Solito ali no potreiro,
Donde tua alma descansa.


E o laço dependurado,
Já seco, faltando gracha.
Um tirador, umas botas,
Jogado com as bombachas.
Sempre que venho te ver
Nesse teu velho galpão,
Fico bombendo os retratos:
Quantos troféus na tua mão!


De todos esses rodeios
Que andamos por esse estado,
E me pergunto a esmo:
Quem foi esse teu jurado
Que te negou a armada
Se a cancha tu não queimou?
Eu vi, estava do lado!
Quantos bois tu laçou…


Será que lá nas alturas
Alguém, solito ao léu,
Te quis pra formar dupla
Lá no rodeio do céu?


Mas hoje não tem mais laço,
Rodeio, gaita, violeiro.
Só laço quando morrer
E te encontrar, meu parceiro.


Renato Jaguarão.

Os seus gestos me encantam, desde quando te conheci nas passarelas da beleza.