Quando menos Esperava Voce Aparece
MATEMÁTICA DA VIDA
MATEMÁTICA × RELIGIÃO
Todo mundo sabe — ou, pelo menos, já teve algum conhecimento — de Matemática, mas passa a vida inteira sem, de fato, utilizar grande parte daquilo que aprendeu.
Na Matemática, nem sempre temos a oportunidade de usar Bhaskara, funções do 2º grau, o Teorema de Pitágoras, Trigonometria ou Geometria Plana e Espacial complexa...
Porém, na Religião, temos a oportunidade de praticar ou vivenciar todos os dias. Seja por meio de um sorriso, de um “bom dia”, de um gesto de carinho, de uma palavra amiga ou simplesmente apreciando a beleza viva ao nosso lado, o nascer ou o pôr do sol...
Talvez seja justamente o contrário: a RELIGIÃO é que é MATEMÁTICA.
Muitos preferem se fechar, criar uma bolha e andar por aí como se não existisse mais ninguém no mundo. E, assim como acontece com a Matemática, ela fica presa em um livro da época da escola, esquecida em algum lugar da vida.
A Religião também pode ser usada para assustar e controlar. Inventam histórias, criam enredos, alimentam traumas... E as pessoas ficam ou saem da escola, ficam ou saem da igreja, muitas vezes, por medo.
Mas talvez a verdadeira matemática da vida seja outra:
somar amor,
multiplicar gentileza,
dividir o que temos
e diminuir a dor do outro.
Porque, no fim, talvez seja essa a única conta que realmente importa.
“Não há necessidade de se apressar, muito menos de brilhar; não precisa ser ninguém além de você mesmo”.
Virginia Woolf
O ser humano tem a péssima mania de castigar sem ao menos dar o direito de saber a verdade aliás sem ao menos saber a realidade.
Se acha o único ser que age com a verdade.
Pois é mais fácil alimentar o ódio a mágoa do que a paz e a alegria...
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
O Amor é uma chama que queima tudo menos ela mesma.
É a destruição de tudo o que é falso e o cumprimento de tudo o que é verdadeiro.
Quem precisa subir o tom para sustentar uma Ideia pode acreditar em qualquer coisa, menos que tenha Ideia Própria para sustentar.
Afinal, convicção não se mede pelo volume da voz, mas pela consistência dos argumentos.
Quem realmente compreende aquilo em que acredita não precisa transformar o diálogo em disputa, nem a discordância em afronta pessoal.
Sabe que uma ideia bem fundamentada não perde sua validade diante de uma pergunta, assim como uma verdade não se torna mais verdadeira porque alguém a grita.
Há uma diferença muito profunda entre ter uma opinião e apenas reproduzir certezas que nunca foram submetidas ao julgamento da própria consciência.
Ter opinião exige pensar, questionar, confrontar ideias, reconhecer contradições e, sobretudo, possuir a Humildade Intelectual de admitir que se pode estar errado.
Repetir o que se ouviu, defender o que se aprendeu sem jamais questionar ou atacar quem pensa diferente não é sinal de Autonomia Intelectual, mas, muitas vezes, de uma dependência disfarçada de convicção.
O indivíduo que não suporta ser contrariado frequentemente não está defendendo uma ideia, mas protegendo a própria insegurança.
Confunde discordância com desrespeito, questionamento com provocação e revisão de pensamento com derrota.
Por isso, eleva a voz: quando lhe faltam argumentos para sustentar a razão, tenta usar a força da imposição para produzir a aparência de autoridade.
Mas o pensamento verdadeiramente livre não teme o confronto de ideias.
Ao contrário, encontra nele uma oportunidade de amadurecimento.
Quem pensa por si mesmo não precisa concordar com todos, nem tampouco convencê-los.
Compreende que a Liberdade de Pensar pressupõe também a Liberdade de Discordar — inclusive daquilo que se considera correto.
Existe, portanto, uma espécie de Pobreza Intelectual — para não dizer miséria — que se manifesta não na ausência de conhecimento, mas na incapacidade de conviver com perspectivas diferentes.
É quando o orgulho se sobrepõe à razão, o ego ocupa o lugar da reflexão e a necessidade de vencer uma discussão se torna maior do que o compromisso com a verdade.
No fim, talvez a pergunta mais importante não seja quem está falando mais alto, mas quem está disposto a pensar mais profundamente.
Porque levantar a voz pode até silenciar o outro, mas jamais transforma opinião frágil em ideia sólida.
A arrogância pode impor silêncio, intimidar consciências e conquistar aplausos, mas não é capaz de produzir lucidez.
Ter opinião própria não é ter resposta para tudo, nem acreditar cegamente em alguma coisa.
É ter coragem de pensar, maturidade para questionar e honestidade para mudar de ideia quando os argumentos assim exigirem.
Afinal, quem precisa gritar para parecer dono da razão talvez não esteja tentando defender uma verdade, mas apenas impedir que alguém perceba o quanto suas certezas dependem da ausência de questionamentos.
E há uma grande ironia nisso tudo: quanto mais alguém precisa impor aquilo em que acredita, mais revela o quanto teme que suas crenças sejam colocadas à prova.
"Quanto mais conscientes de nós mesmos nos tornamos, menos dependemos da aprovação de quem nada nos acrescenta."
Quem prefere negar apoio por puro comodismo ou medo do novo não percebe que a recusa fere menos o projeto e mais a própria oportunidade de fazer parte de uma transformação real.
Porque substituir dá menos trabalho. É quase um reflexo condicionado da modernidade. Travou? Troca. Cansou? Troca. Não brilhou hoje? Troca também, porque aparentemente tudo precisa performar como se fosse final de campeonato todo santo dia. E eu fico olhando isso com um certo espanto, meio rindo, meio cansada, pensando em quando foi que a gente começou a tratar pessoas como se fossem aplicativos com bug.
Construir, por outro lado, é um negócio meio antipático à pressa. Construir exige tempo, exige silêncio, exige aquele desconforto chato de ter que conversar quando o orgulho queria fazer greve. Construir é olhar pra alguém num dia completamente sem graça e ainda assim escolher ficar. E vamos combinar, dias sem graça são a maioria. A vida não é feita de trilha sonora emocionante, é mais aquele barulho de panela, notificação e boleto vencendo.
Substituir virou hábito porque dá a falsa sensação de controle. A gente acredita que, escolhendo outra pessoa, vai finalmente encontrar a versão sem defeitos, sem falhas, sem dias ruins. Spoiler que ninguém gosta de ouvir, mas eu falo mesmo assim: não vai. Você só muda o roteiro, mas o gênero do filme continua o mesmo. Sempre vai ter conflito, sempre vai ter frustração, sempre vai ter aquele momento em que você pensa “será que era melhor ter ficado sozinha vendo série?”. E às vezes era mesmo, mas isso não invalida o resto.
Construir é quase um ato de teimosia elegante. É tipo dizer “eu sei que seria mais fácil sair correndo, mas eu vou ficar aqui mais um pouco e ver no que dá”. E não, isso não tem nada a ver com aceitar qualquer coisa. Tem a ver com entender que profundidade não nasce de facilidade. Relações rasas são muito educadas, muito leves, muito fáceis de abandonar. Relações profundas dão trabalho, mas também dão raiz. E raiz, minha querida, segura até quando o vento resolve testar sua sanidade emocional.
A gente desaprendeu a permanecer porque permanecer não dá like imediato. Não rende história bonita todo dia. Não tem aquele brilho instantâneo que faz o coração disparar e a dopamina fazer festa. Mas tem uma coisa que o instantâneo nunca vai ter: consistência. E consistência é silenciosa, quase invisível, mas é ela que sustenta tudo quando o encanto dá uma cochilada.
Eu olho pra esse mundo que troca tudo o tempo inteiro e penso que talvez o verdadeiro luxo hoje seja ficar. Ficar com consciência, ficar com vontade, ficar sabendo exatamente onde está pisando. Não é sobre insistir no que machuca, é sobre não fugir na primeira rachadura. Porque se você sai toda vez que algo quebra, você nunca descobre o que poderia ser reconstruído.
No fim das contas, substituir é rápido, mas construir é o que fica. E eu, sinceramente, ando preferindo o que fica. Mesmo que dê trabalho. Principalmente porque dá trabalho.
Agora me conta, você é do time que troca ou do time que constrói?
Se cada pessoa carregasse menos ódio e mais consciência, que tipo de humanidade existiria daqui a cem anos?
Acho errado jornalistas dizerem que pessoas que são menos instruídas, que não tem nível superior, pobres, não terem a capacidade de pensar e votar corretamente. Conheço pessoas que não tem nível superior e são mais inteligentes do que pessoas estúpidas que tem Graduação
O menos pra mim é sempre mais..
O simples pra mim é sempre o mais bonito
Não quero poetas e poesias, o teu melhor poema eu não preciso ler... Eu sinto!
O que tu tens por dentro! Essa é sua mais bela poesia.
No mesmo mundo, no mesmo chão, no mesmo plano.
Nem menor, nem melhor e muito menos maior...
apenas vejo as coisas de um jeito diferente.
Eu olho como poeta,
penso como um filósofo
e escrevo como um louco.
Por quê?
Simples. Porque justo o que me faz semelhante,
também me torna ÚNICO...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.
quanto mais amar no presente
na ausência será mais dor
menos pior que viver na dor e doente
e não ter sentido amor
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