Quando mais Precisei de Ti
Quando
Quando o silêncio
Fala mais alto
De que o alarido do grito
Eterno deste amor...
Quando a luz
De um olhar
É mais intensa
Do que o brilho das estrelas...
Quando a singeleza
De um sorriso
Alegra o corpo
E toca a alma...
É momento de reconhecer
Que estou rendido
Por inteiro
Ao teu amor.
Edney Valentim Araújo
1994 / 1996
É assim
O amor não é pra sempre,
Pra sempre é não ter mais a quem amar
Quando quem se ama não se deixa ser amado.
Não existe um novo amor...
Só existe o amor
Que nasce pra não mais morrer.
Não ama de verdade
Quem se vai em busca de outro amor...
É viver eterna dor.
Quando se ama se entrega
E se entregando se encontra,
É assim que é o meu amor.
Não existo eu,
Não existe você...
Só existimos nós.
Edney Valentim Araújo
1994...
Num relacionamento quando uma mulher não é mais capaz de pescar o peixe contigo, é porque o pirão já foi feito e mexido com outra colher
Diante de todos os animais da floresta à noite, o mais importante é o vaga-lume, pois quando ele vai embora termina a festa
O homem quando tem os mais terríveis pesadelos tem que se precaver com uma boa coberta, pois no final das contas para seu infortúnio, ele sempre será acusado de estar em maus lençóis
Quando passaremos a entender que os encontros religiosos representam nada mais nada menos, que encontros terapêuticos, um encontro capaz de transformar uma neurose individual e uma psicose coletiva num lindo renascer de Deus em nós
Quase sempre quando religiosos se encontram para a defesa do mais necessitado, o sangue do cordeiro há muito tempo já tem sido derramado
Treine muito, mas muito mesmo, e quando estiver bem cansado, treine mais um pouquinho porque esse pouquinho vai te fazer melhor.
CIRANDA
Na ciranda, escapulia suas mãos das mãos.
Escapulia quando mais desejava, quando mais precisava.
E tudo o que queria... E tudo o que quer é:
Alguém que segure sua mão.
Alguém que a ache alguém.
Nem o tempo resolveu suas questões. Tinha desejos alheios a ela própria o tempo todo falava de si pra si, como se o mundo não fosse além dali, não fosse além do seu quintal com todas aquelas roupas mal penduradas, levadas de um lado para o outro com o vento. Ontem foi ao centro e sentiu-se apaixonada pela fivela da sandália que virou sua gula, por um instante sentiu-se escrava como se a sandália a comprasse, como se mais tarde a sandália que fosse calça-la, como se ela pudesse entre outras coisas ter o brilho daquela pequena fivela prateada que destacava mais ainda a beleza da sandália. “De repente meu pé podia caber ali, mas ali não cabe meu próprio mundo”. Ali não cabem suas crises, nem seu amor que partiu e a partiu ao meio, no dia que decidiu deixá-la, sem nem ao menos avisar-lhe. Ali não cabiam seus dias de infância quando corria para alcançar os outros e sorria ao encontrá-los em momentos de farta felicidade. Mas na ciranda, na ciranda sempre se perdia nas mãos, quando todos ao mesmo tempo encontravam-se ,quando as mãos abraçavam-se. Mas ela não encontrava e nem se encontrava. Estava o tempo todo e não estava. Esperou o amor no caminho de volta para casa, mas esse amor não veio. Nunca o encontrou, nunca. Por mais que buscasse e esperasse, não conseguia alcançá-lo e ainda não entendia em um piscar de olhos e outro porque ainda o via. Porque ainda o sentia, se ele não estava ali. Se ele nunca quis de fato estar ali.
A presença indesejada de suas emoções a deixava opaca escutava os gritos dos vizinhos que reclamavam da fumaça da fogueira que fizera próximo num terreno baldio. E aquela fumaça, bem que poderia vir até aqui realmente, poderia me incomodar um pouco. Não tenho tempo para lustrar meus móveis empoeirados e também eu não poderia apanhar a roupa do varal com sua chegada, dessa forma a roupa ficaria impregnada com o cheiro da fumaça, mesmo longe mesmo aos poucos ela iria me deixar um pouco dela. Mas eu também não caberia na fumaça, a fumaça não caberia em mim. Queria poder tocá-lo. Queria poder apenas uma vez tocá-lo. E assim sendo fumaça o faria ficar impregnado de mim e ainda que quisesse não perderia meu cheiro assim que eu virasse e eu estaria lá e estaria aqui. Sentada aqui, olhando as mesmas coisas, pensando mais uma vez, nos meus jarros quebrados. Deixo de ser flor.
E me torno mais uma vez a semente que precisar nascer, precisar empurrar-se ao mundo, num esforço continuo e detalhado, em dias e dias que segue num escuro abafado. Escutando, apenas escutando os sons que vem do alto, mas sem poder vê-los. Sentia o saciar de sua sede quando água vinha calmamente, mas não sentia a gota do orvalho, então entre um impulso e outro se esforçava para sair daquele lugar, para enxergar a luz da manhã, para dormir sobre as estrelas e assim tão pequena e tão frágil agigantava-se para sobreviver. E aos poucos num estado lento e continuo renascia, brotava de si para si. Mas e a ciranda?
“Como se minhas mãos não alcançassem, nunca completei a ciranda. Nunca fiz a volta. Como pedras desenhadas em jardins, eram meus companheiros da ciranda. Não tinham mãos, não tinham laços, não tinham.”
Eu não sou tão fria. Sempre abri as mãos. No fundo não queria guerra. Não tenho armas, só tenho sentimentos. E pra que armas eu só quero amor. ... Mas, o que mais ainda poderia ser?
O que mais ainda? Depois de tudo, do tudo que eu entreguei.
Não quero perder-me em sentimentos, mas não consigo chegar ao fim.
Não consigo ainda enxergar o fim. Mas o final será novamente o começo.
___ Lene Dantas
Quando o dia chegar , agradeça e comemore . Você está vivo e Deus te concedeu mais uma chance de recomeçar.
____ Lene Dantas.
Deixo ainda o que não sei... e quando souber , talvez nem seja mais Eu. Talvez eu já tenha me descoberto de outra forma e nessa fome de mim, encontre sempre o que aprendi no avesso das minhas verdades!
Lene Dantas
Saudades? Dói, como dói. Dói mais quando estamos próximos e não sabemos o significado de ser sem a saudade, estamos acostumados senti-la quando a distância toma conta, ta próximo? Abrace e demonstre todo ser de luz que você é. Depois? Pode não ser mais possível, o momento é esse, é agora.
Deus é o nosso melhor amigo, principalmente nas horas mais difíceis, quando se traveste de silêncio para o nosso coração encontrar a paz
Quando transformamos nossa mansão interior na mais simples choupana, estamos a um passo do verdadeiro aprimoramento pessoal
Quando o ruído do mundo for maior que a brandura do teu silêncio, lembre-se que os dias mais felizes foram aqueles nos quais logo depois da tormenta despontou o raiar do sol
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