Quando mais Precisei de Ti

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Mulher só não dá trabalho para um homem quando está dando para outro.

Quando se trata de pessoas comuns, é inútil atribuir-lhes qualquer sabedoria. Basta que lhes atribuamos cegueria, apenas cegueira.

Quando te ouço cantar Salomão garganta animal, olhos cintilantes de sexo e sabedoria. Dói-me a mão de tingir com sangue as portas do meu lar Salomão. Sinto-me muito só para entoar uma canção que seja a Deus pois pensei que a meu lado não havia ninguém Salomão.

E aí eu deito e penso em coisas bonitinhas. E quando vou ver, já dormi.

Homem adora colocar a culpa no açúcar quando não consegue o que quer, incrível. A mulher não tá afim? É doce. Deve ser difícil aceitar que a mulher não tá na sua mão o tanto que você disse pros amigos que ela tava. Esse desespero em querer estar sempre por cima chega a ser hilário, quase um complexo de inferioridade embutido no machismo. Se você some uma semana, eu tô no meu direito de não querer mais te atender. E não, não é doce, não é birra, não é imaturidade, eu só não to a fim. Fiquei a fim de outro, demorou demais. Fiquei a fim de mim, minha fase, meu momento. Se você teve o seu e não aproveitou, supera. Mas chega de ficar enchendo a mulher de açúcar só porque agora é você quem tá sem sal.

Quando você me abraça,
quando eu olho em teus olhos,
quando sinto teu coração junto ao meu,
eu posso perceber toda a intensidade
dos teus sentimentos por mim,
eu tenho a certeza de que o amor existe...

Só me prometa que vai me segurar quando eu cair. Que vai estar comigo até mesmo quando eu não merecer. Que vai me esperar […] E que não vai me deixar.

Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.

Quando sentimos que não há razão para sermos estimados, estamos à beira de lhe ter ódio.

A vida humana parece de algum modo tríplice, quando reflectimos que vivemos e sentimos em três tempos, no pretérito, presente e no futuro.

A filosofia não entorpece a sensibilidade, quando muito pode chegar a regulá-la.

Quando o interesse é o avaliador dos homens, das coisas e dos eventos, a avaliação é quase sempre imperfeita e pouco exata.

A força é hostil a si própria, quando a inteligência a não dirige.

A opinião que domina é sempre intolerante, ainda quando se recomenda por muito liberal.

É quando menos se crê em milagres que os povos os exigem dos que governam.

Os bons tremem quando os maus não temem.

Quando temos muita luz, admiramo-nos pouco; mas, quando ela nos falta, acontece o mesmo.

Nunca perdemos de vista o nosso interesse, ainda mesmo quando nos inculcamos desinteressados.

Capitulamos quase sempre com os nossos males, quando os não podemos evitar ou remover.

A beneficência é sempre feliz e oportuna quando a prudência a dirige e recomenda.