Quando mais Precisei de Ti
Mesmo uma doce mentira bem intencionada quando descoberta transforma-se em amargo episódio em nossas vidas
Quando o amor se vai após trinta e cinco anos de casamento...
Oi, minha querida não perdestes com certeza; a vida é feita de momentos aos quais passamos pela aprendizagem; e a aprendizagem é necessária ao homem a fim de que ele cresça, usufrua desse tempo e possa retratá-lo, comentá-lo, sorrir, e até chorar, pois se ultrapassastes esta jornada do tempo, é sinal de que és uma guerreira e tanta, cumpriste a tua Missão com muita galhardia. O sinal são os frutos que te rodeiam em teu dia-a-dia, e você com todo o seu amor a embalá-los, encantá-los como uma fada madrinha, vovó. Só nós sabemos o que é um calor, uma presença descompromissada diante de nós a nos acalentar. E, então podemos dizer valeu e vale a pena essa aterrissagem aqui neste planeta terra. Você sabe que existem aqueles que chegaram por aqui passaram, retornaram ou até continuam sem terem nada a relatar. Logo minha querida,Parabéns para nós Mulheres firmes e fortes lutadoras que trazemos dentro de nós o dom da multiplicação, da doação, do amor, da sabedoria.Você está numa nova fase da vida, contando, narrando, escrevendo uma nova e linda história para nós.Vamos viver este novo momento com mais alegria!
Nem sempre seremos felizes com aquilo que queremos ter...Pois a real felicidade só virá quando encontrarmos aquilo que precisamos ter.
E quando eu pensava que o amor não fosse me fazer morada foi o momento em que você apareceu e morou em mim .
Hoje me falaram sobre o que é amor, uma visão tão perfeita e inexistente, quando na realidade amor envolve muito mais corações partidos do que completos.
É como quando alguém entra em sua vida, metade de você diz que não está preparado e a outra metade diz: torne-a sua para sempre.
Quando tá escuro e ninguém me vê
Quando tá escuro, eu enxergo melhor
Quando tá escuro, te vejo brilhar
É onde eu fico à vontade, sem medo da
claridade
Passo o dia inteiro esperando a noite
chegar
Porque não há mais nada que eu
queira fazer
Quando tá escuro tanto faz que cor
tem
Quando tá escuro só valem as palavras
Quando tá escuro ninguém repara as
minhas meias
É onde eu abro as minhas asas, onde
eu me sinto em casa
Passo o dia inteiro esperando a noite
chegar
Porque não há mais nada que eu
queira fazer
Só no escuro!”
O tempo tem seus poderes. O tempo é absoluto. Passa mesmo quando parece impossível, mesmo quando cada parte do seu ser deseja que ele não ande para frente, talvez ele até ande para trás pra te deixar mal. Passa mesmo quando o seu coração está em pedaços, quando sua mente precisa dele, precisa de tempo… ele não espera que você o concerte, ou que sua mente se estabilize, apenas passa. Passa de formas variadas. Quando há felicidade no momento, ele parece mais rápido… como se quisesse que o bom acabasse rápido. Quando há tristeza passa lentamente, e nos dá todo o tempo do mundo para chorar sobre lembranças borradas de tempos que já passaram. O tempo parece que gosta de brincar com os sentimentos e sensações, como uma criança teimosa. O tempo é tão inconstante que mesmo em horas sendo uma criança em outras se torna um grande amigo que nos ajuda a enfrentar grandes problemas. O tempo não passa de um mágico. Um mágico que se transforma em criança zombando de nossas tristezas e minimizando nossos momentos felizes. Só isso que eu consegui entender.
Então eu cresci, como eu sempre desejei quando criança. Quando criança, lia todas as placas só pra minha mãe ver que eu já sabia ler; hoje passo despercebido por elas. Minhas bonecas devem estar com crianças, que provavelmente, gostem delas tanto quando eu gostava. Agora espero pelos meus 18 anos… sei que vou querer voltar no tempo também, ser criança é a melhor fase… e se pudesse voltar pra lá, aproveitaria muito mais e desejaria nunca mais crescer. Lembrar dos tempos de escola é engraçado, eu odiava os meninos! Eles se achavam melhores que as meninas. Cansei de correr atrás deles pela escola atrás da minha boneca ou da minha lancheira. Velhos tempos! Meu quarto era todo arrumadinho pela minha mãe, eu me sentia a Barbie… dos cabelos castanhos. Bagunçava tudo que ela arrumava e depois ficava de castigo. Mas era um castigo bom… ficar no quarto por um tempo, perto de todos os meus brinquedos… eu nem me importava! Quando criança os dias passavam devagar, era ótimo… não me preocupava com nada, eu era uma criança, e isso bastava. O bom de ter crescido, é que ninguém fica me erguendo no colo e apertando minhas bochechas, eu realmente detestava tudo isso, mas ficava quieta, como sempre… guardava tudo pra mim desde pequena… nada mudou além de ter que me preocupar com tudo.
Vale mesmo a pena se importar com tudo isso? Quero dizer, quando estamos mortos as fórmulas matemáticas não servem de nada, pra falar a verdade, nem quando estamos vivos.
“Sem ação”
Quando te vejo fico calado
Sem voz, sem jeito, sem gesto...
Fico sem ação, todo embaraçado!
Ao te sentir perto, me arrepio,
Sinto calafrios, fico enfeitiçado!
Ao te tocar, me dar deleite,
Mas fico tímido, acanhado!
Tenho vontade de beijar-te,
Mas não sei como, em que parte,
Sua mão macia, sua face...?
Tento falar do meu amor,
É em vão, não sei como começar.
Se com simples palavras,
ou uma belo discursar.
Você me faz ser quem não sou,
Mas eu gosto de ser assim,
É quando sinto o amor
Sinto uma felicidade sem fim.
11/03/2011
O passado
Lembro da doce companhia
De quão agradável era
De quando trocávamos carícias.
Hoje quando me vem às lembranças
Dar ares de quimera,
Parece algo inalcançável, sonho de criança.
Voltar no tempo eu queria
E viver tudo outra vez.
Mas hoje tudo aquilo que vivi
Toda a felicidade, um sonho se fez.
Mas o amor ficou em meu coração,
E te amo calado, em silêncio...
Como quem ouve uma bela canção.
Essa mania minha, de terminar relações, quando essas ainda gozam de paixão, pode ser medo. Ou talvez um eu romântico que não sabe se desapegar do amor e sai antes do fim, pra guardar ele pra sempre, ainda quente, em mim.
Quando eu era criança
Eu sentava na janela
Via escorrer as gotas
Da cachaça e da panela
Tinha medo de crescer
De assim poder morrer
Como morria no céu
As estrelas de papel
E os versos do meu ser
Exalo perfume doce e venenoso quando digo que sou insubstituivelmente único. Corro risco de me enganar.
Quando eu findar, e não ver uma nova manhã nascer, deixo apenas um nome deslembrado, remanescentes recordações e uma lápide memorável.
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