Quando as Pessoas Deixa de Amar assim

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⁠É muito confortante
a paz que é trazida pela a brisa do mar como se fosse uma demonstração
de amor
pra suprir a necessidade de amar.

⁠⁠Sinta a urgência de viver, não desperdice o tempo, mas não tenha pressa para aproveitar, preste atenção nos detalhes de cada momento, mantenha o foco no que realmente interessa para que não venha a se perder sem ter como voltar, pois a vida é uma benção, saber viver é salutar, uma demonstração de clareza de quem, graças a Deus, aprendeu a se amar.

⁠Enquanto o homem não amar o outro para sempre, continuaremos pré-históricos.

Nelson Rodrigues
O reacionário. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2016.

Nota: Trecho da crônica Saiu baratíssima a Apolo 8.

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Tão doce toda via é tocar-te, é sentir o frescor e o arrepio de tua pele ao encontro de nossas almas numa entrega sem pudores!

Você é cura,
e não digo de ferida.
É coisa bonita.

É que sentir novamente,
repetidamente o que nos move
me faz acreditar
que o amor é o melhor remédio.

Não posso negar, não posso dizer não.
Você é a cura do meu coração.

Nosso passado foi apenas alguns degraus para alcançarmos o topo do amor.

Porque sentimos amor quando somos importante para alguém
independentemente do tempo, da distância.

O tempo cura,
mas descobri que quem me cura todos os dias
além de Deus,
é o amor
ele é pleno
sublime
puro.

Você diz que o amor é que te move
e eu digo que o amor é o que cura
sendo assim vivemos de amor, de fé.

A fé que move montanhas, que nos move.

Por mais bonito que seja a resposta de curar
ainda está à frente de tudo amar.

Não se deixar abater por feridas
Não causar transtorno no que já sente
Sentir apenas é o que nos faz
Acreditar nas idas e vindas
Que a plenitude de amar nos convida.

⁠O animal mais racional é aquele que sabe amar, indistintamente.

⁠Amar é um ato instigante, que em sua prática dar-se muitos frutos. Em virtude de sua instigação no amor, amar é uma consequência.

A questão é que,
Eu amei você
Até quando eu não
Queria amar mais.

"Sobre vc ser meu mundo, meu tudo.
Meus dias nublados e ensolarados.
Meu sonho, inebriado, sonhando ou acordado.
Você é tudo.....
Tudo que eu possa enxergar, comer, beber e amar !

E nesse dia descobri que não me faltava nada.
Compreendi que Deus, desde sempre, havia me dado tudo que eu precisava na vida...
Ele me deu um coração totalmente disposto a aprender a Amar.

⁠Amar por conveniência, quando nos é agradável, quando o alvo final é nosso próprio umbigo, é fácil. Difícil mesmo é amar quando tudo ou quase tudo no outro é diferente do que idealizamos.

⁠O verdadeiro amor resiste ao tempo. O que não resiste ao tempo é a forma de amar

⁠"Quem ama de verdade vai embora?"

Essa pergunta fica na minha mente enquanto tento entender as reviravoltas dos meus sentimentos. Amar de verdade significa ficar, enfrentar os desafios, perseverar juntos, certo? Ou será que, às vezes, amar de verdade implica deixar ir, afastar-se para permitir que ambos cresçam e se encontrem de novo, ou talvez para sempre?

Eu me pergunto se aqueles que realmente amam podem partir, não por falta de amor, mas por excesso dele. Pode ser que o amor verdadeiro seja capaz de perceber quando a presença contínua causa mais dor do que alegria. Pode ser que amar de verdade envolva ter a coragem de reconhecer que a distância, embora dolorosa, é necessária.

Penso nas histórias que conheço, nas pessoas que amaram intensamente, mas que, em algum momento, sentiram que era preciso partir. Seria falta de amor ou uma expressão profunda dele? Amar alguém significa, antes de tudo, querer o bem dessa pessoa. E se o bem dela não incluir a minha presença constante? E se minha ausência abrir espaço para algo melhor, mais saudável?

Às vezes, acho que insistimos em ficar porque temos medo da solidão, do desconhecido, de enfrentar a vida sem a pessoa que amamos. Mas o amor verdadeiro não deveria ser altruísta, colocando as necessidades do outro à frente das nossas próprias inseguranças? Talvez partir seja um ato de amor tanto quanto ficar, quando ficar significa sufocar o crescimento, a felicidade e a liberdade do outro.

Essa dúvida persiste e me faz refletir sobre a natureza do amor. Será que aprendi que o amor verdadeiro é sinônimo de permanência porque é mais reconfortante acreditar nisso? Porque é mais simples pensar que o amor é uma força que supera tudo, sem exceção? No entanto, a realidade é complexa, cheia de nuances que desafiam as definições rígidas.

Concluo que, talvez, amar de verdade seja aceitar que não há uma resposta única ou simples. Cada relação, cada circunstância é única. Às vezes, amar de verdade pode significar ir embora para permitir que a vida siga seu curso natural, para que ambos possam encontrar a paz, a felicidade e o crescimento que merecem.

E assim, me encontro em meio a essa reflexão contínua, sem respostas definitivas, mas com uma compreensão mais profunda de que o amor verdadeiro pode, sim, implicar em deixar ir. Amar é um ato corajoso, seja na permanência ou na partida. Amar é, acima de tudo, sacrificar.

Ando com o coração dividido
amo as montanhas, amo o mar.
O vento sopra no meu ouvido, decida!
Só um você pode amar...

Os olhos podem até ser a janela da alma, mas isso não significa que devemos fechar o coração.

O que faz a gente continuar, além do grande amor que Deus tem por nós? São as pessoas especiais que nos querem bem, que chegam para iluminar as nossas vidas. São aquelas pessoas que nos dizem através de um simples olhar: sou feliz por você existir! Pois é, eu também sou feliz por tê-las comigo, por tê-las em mim.

Quando você tenta consertar as pessoas, sempre há consequências.

Pessoas como você

Procuramos a cada dia encontrar pessoas que sejam compatíveis com os nossos anseios. É próprio do ser humano desejar conhecer quem possua as mesmas ideias ou tanto em comum, embora a diversidade, muitas vezes, enriqueça culturalmente.
Na jornada da vida caminhamos por sinuosas estradas que nos fazem conhecer pessoas com prazer de viver e as que infundem tristeza. Aquelas repletas de carinho ou carentes. Obstinadas, autênticas, amigas, amantes. Porém, ainda que muitas cruzem nosso trajeto, não nos privam do afã de encontrar pessoas como você. Essa extraordinária mulher que consegue reunir tantos adjetivos sem pedir licença. És linda, audaz, inteligente, amiga, carinhosa; apenas como sumário de uma tese enciclopédica cujo fim desconheço. Fonte inesgotável de magia, encanto e mistério! São incontáveis as fantásticas sensações de encontrar pessoas como você! Incrível, mas consegues resumir todas em apenas dez letras: f-e-l-i-c-i-d-a-d-e!
Agradeço a Deus por conhecer a cada dia um pouco mais a seu respeito. Pessoas como você deveriam existir na vida de todos! Aliás, obrigatório no currículo escolar desde a alfabetização: conhecer pessoas geniais! Complexo, não? Talvez porque sejam como diamantes, minerais preciosos difíceis de encontrar cujo brilho inigualável nos remete a um oásis ou, ainda, quem sabe, sejam como pérolas, protegidas pela concha fascinante da vida. É você! Um carinho, uma força, imagem da perseverança. É você! Um louco desejo de deixar fluir o amor existente dentro de si permeando a vida daqueles que a cercam de êxtase infindo. Sim, assim é você! Uma pessoa que merece todo o respeito e admiração que o Universo pode oferecer. Linda mulher cujas palavras pronunciadas mais parecem notas harmonizadas de uma doce melodia, suave, daquelas que fazem suspirar. Delicada dama que faz até mesmo o sol invejar-se com a luz que você irradia. Pintura-mor dos sentimentos mais louváveis. É você, pessoa encantadora e encantada que faz feliz a mim e todos que estão ao seu redor, simplesmente por ser um sonho!

Aprendi que discussão realmente não tem utilidade alguma, no final das contas as pessoas vão acreditar nas próprias conclusões. Então hoje me reservo ao direito de apenas contar a verdade, e conclua oque quiser.

Intimidade

As pessoas vivem toda a sua vida a acreditar no que os outros dizem, dependentes dos outros. É por isso que têm tanto medo da opinião dos outros. Se eles pensam que você é mau, torna-se mau. Se o condenam, começa a condenar-se. Se dizem que é pecador, começa a sentir-se culpado. E, como depende da opinião deles, é obrigado a conformar-se constantemente com as suas opiniões; senão eles mudarão de opinião. Ora isso cria uma escravidão, uma escravidão muito subtil. Se quiser ser considerado bom, digno, belo, inteligente, tem de fazer concessões, tem de se comprometer continuamente com as pessoas de quem depende.

E levanta-se um outro problema. Como há muitas pessoas, elas estão sempre a alimentar a sua mente com diferentes tipos de opiniões — opiniões conflituosas, ainda por cima. Uma opinião a contradizer outra opinião — daí que exista uma grande confusão dentro de si. Uma pessoa diz que você é muito inteligente, outra pessoa diz-lhe que é estúpido. Como decidir? Então fica dividido. Fica com dúvidas sobre si próprio, sobre quem é... uma ondulação. E a complexidade é muito grande, porque há milhares de pessoas à sua volta.

Você está em contato com muitas pessoas e cada uma delas mete a sua ideia na sua mente. E ninguém o conhece — nem você mesmo se conhece —, pelo que toda essa coleção se amontoa dentro de si. É uma situação de enlouquecer. Tem muitas vozes dentro de si. Sempre que se pergunta quem é, surgem muitas respostas.
Algumas dessas respostas serão da sua mãe, outras serão do seu pai, outras ainda do professor, e assim por diante e assim sucessivamente, e é impossível decidir qual delas é a resposta certa. Como decidir? Qual o critério? É aqui que o homem se perde. Chama-se a isto ignorância de si próprio.

Mas como depende dos outros, tem medo de entrar na solidão — porque no momento em que começar a entrar na solidão começará a ter muito medo de se perder. Em primeiro lugar, você não se tem a si próprio, mas, qualquer que seja o eu que criou a partir da opinião dos outros, tem de o deixar para trás. Daí que seja muito assustador interiorizar-se. Quanto mais fundo for, menos saberá quem é. É por isso que quando procura conhecer-se realmente a si próprio, antes de o conseguir terá de abandonar todas as ideias que tem sobre o seu eu. Haverá um hiato, haverá uma espécie de coisa nenhuma. Tornar-se-á uma não-entidade. Sentir-se-á completamente perdido, porque tudo o que conhece deixará de ser relevante e aquilo que é relevante ainda não conhece.