Quando a Gente se Encontrou
Quando somos nós emparelhados,
Denominadores elevados na infração,
Tua força atenua o fardo,
Favorece a fibra que nos fortalece,
Alicerçando esta fluência temperada,
Forjada no furor que enrubesce.
Da infinitude feições prováveis,
Na infinidade rejeições possíveis,
Selecionadas delicadamente,
Nobres critérios irrepreensíveis.
Quando se perde tudo,
Ganha-se motivos para afrontar.
A Esperança determina
A quantidade de perdas,
Na tentativa de encontrar.
Descomplexificando a Vida,
Não há nada nesse entorno
Que seja simples.
Brunná e a Esperança que não Cessa,
Se intensifica e não cessará.
Quando o precipício sorri de volta
vez por outra
nos damos conta,
que a superficialidade
embrutece e nos estupidifica;
então ansiamos
desesperadamente
pela profundidade.
eis aí o grande risco a ser corrido,
para alcançar as profundezas,
é necessário suportar
a pressão que vem
com ela.
Michel F.M. - Pairar Incansável da Fênix Sublime ©
Incontáveis são as dúvidas, mas, há uma certeza. Quando libertarmos o Leviatã, ele irá se alimentar.
(O Devorador de Homens)
Emily e as Garatujas
Sucedeu quando sedemos,
Por sermos rejeitados,
Recusamos nossas dádivas,
Embarcamos nas tolices,
De sujeitos imbecis,
Rumo ao meio termo prosaico.
Emily, nunca fomos
Metades de algo menor.
Somos inteiros
Compondo um bem maior.
Abandone a segurança
Da margem medial,
Garatujas tortuosas
Percorrendo a transversal.
Abrace o que enriquece,
Traga glórias para si,
Exalte tuas conquistas,
Conquiste com benevolência,
Revigore tuas virtudes,
Praticando-as com fervor,
Recorde-se das máximas,
Dite a vida com primor.
As convicções existem
Para serem redefinidas,
Considerações consistem
Em serem desconstruídas.
Emily, nunca fomos
Metades de algo menor.
Somos inteiros
Compondo um bem maior.
Abandone a segurança
Da margem medial,
Garatujas tortuosas
Percorrendo a transversal.
Sucedeu quando sedemos,
Por sermos rejeitados,
Recusamos nossas dádivas,
Embarcamos nas tolices,
De sujeitos imbecis,
Rumo ao meio termo prosaico.
O que você quer ser quando amadurecer ?
Esta é a questão a prevalecer.
Maduro ou imaturo ?
Maduros Imaturos.
Foi quando desbravei,
A última fileira de arbustos,
Enfronhado na clareira,
Grandes monumentos robustos.
Em um trono de pedra,
Algo mais vibrante que simples artefatos.
Magnólia, Magnólia.
Mas é com toda a certeza cultivável.
Quando verdadeiro é durável,
Fortalecido é indestrutível, inquebrável,
Se derradeiro mantêm-se infindável,
Seguindo o segmento
Sua pupila se dilata,
Quando vê e fica atento
A um latão em movimento,
Descendo violento
Na enxurrada que arrebata.
Provocamos uma reação,
Quando começamos nossa mímica,
Das carícias à implosão,
Que ocasionou nossa relação química.
