Quando a Gente se Encontrou

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Pare. Leia. Respire. Releia.

Quando sinto o vento,
sinto o sentimento
que o vento sente
ao sentir meus sentidos
sentirem o sentimento
do vento.⁠

Pare. Leia. Respire. Releia

Sobre viver é,
muitas vezes,
sobreviver.

E quando só se sobrevive,
ainda se vive
ou se vive sem viver.

É fácil ser guerreiro quando há um exército.
Quero ver ser guerreiro quando só existe você.

Ajudar é fazer
ao outro algo além
do necessário ou
do combinado.
É quando não há troca.

Quando os tumultos
interiores cessam...
Deus inicia o diálogo.

Quando você compreender
que é o único responsável
pela sua vida,
nada mudará suas escolhas
nem seus caminhos.

"Viver muito é descobrir que a maturidade é apenas uma casca fina que, quando quebra, revela a criança que nunca deixou de morar ali dentro."

“Quando um cliente diz “o trabalho é bem simples”, o que ele está querendo dizer é: “quero pagar pouco”. – Mônica Fuchshuber

Quando você aprender, que,
a falta de paz acaba com tudo,
vai valorizar o nome de Cristo,
que é a única paz pro Mundo!

Aprenda a colocar Deus à frente de tudo o que for fazer. Quando Ele guia seus passos, o caminho se torna mais leve e seguro. Confie, entregue seus planos e permita que a vontade d’Ele conduza sua vida com sabedoria. E verá que tudo vai dar certo.

Todos querem trilhar o melhor caminho;
difícil é manter-se firme quando os espinhos ferem, o sol castiga e o horizonte já não se mostra.É então que os valorosos se revelam.

Quando você encontra o real sentido da vida, a urgência cede lugar ao próprio viver: a pressa nos tira o sentir.

“Os bons momentos da vida
vivemos ao lado de pessoas especiais,
Os maus momentos…
Quando o destino as levam.”

​"Até quando vamos ter que esperar alguém partir para que possamos nos ver e nos entender? A mudança só depende de mim, só depende de você. Basta uma atitude nossa: o perdão. Afinal, perdoar é o que tira o fardo das costas."

Lil Nan - Orquídea


mas quando você me esperar vou estar
na esquina, te escutar em
qualquer lugar que você imaginar
no céu, do seu lado ou no bar
eu desisti de te alcançar
em cada verso confesso
foi profundo demais pra ficar
mas espero que em outro mundo você possa comigo estar
ser teu sol
tua luz
para te guiar
meu amor, nunca acabou
o tempo enterrou
mas não apagou
é amor…
nunca acabou
o tempo não apagou.

Alma hipócrita...


Odeio o silêncio que fica quando você vai,
Mas não se engane: não é saudade, é só o ego que cai.
Eu nem gosto de você, nunca houve esse querer,
Eu só nutro um ódio profundo pela sensação de perder.
​Adoro o brilho do que é proibido, do que está distante,
O inacessível é meu combustível, meu vício constante.
Repito histórias, ensaio tragédias em grandes encenações,
Um ator medíocre preso em velhas e vãs repetições.
​Sou a hipocrisia em carne, osso e falsa memória,
Apago os cortes, as traições, mudo o fim da história.
Esqueço o aço nas costas, o abraço que foi punhal,
E finjo que o veneno que bebi era algo natural.
​Mas ei, veja como sou nobre ao assumir meu papel:
Talvez a culpa fosse minha, talvez eu tenha sido cruel.
"Ela sofria", eu digo, criando um álibi qualquer,
Justificando o golpe de quem nunca soube me querer.
​Vou seguindo assim, nesse teatro de sombras e farsa,
Acreditando na mentira que o meu próprio peito traça.
É o meu escudo, meu modo covarde de não ver ninguém partir,
Pois se eu me convencer do engano, não preciso mais sentir.
​Que a morte me encontre no meio desse labirinto vil,
Antes que eu me apegue a outra alma, antes de outro abril.
Pois é mais fácil esperar o fim, no frio dessa agonia,
Do que admitir que sou o mestre da minha própria hipocrisia.

SANTA RITA: ENTRE SECAS E CHEIAS


No Igarapé do Boto, quando o Sol aperta,
A vida se faz pela estrada deserta.
Quando o rio some, a terra é espinho
E o chão seco vira o nosso caminho.
Crianças vão para escola a pé, sob o Sol ardente,
Mas cada passo é uma semente.


Longa estrada poeirenta a percorrer,
Famílias isoladas, sem água para beber.
O igarapé que era "caminho de canoa"
Vira leito seco, dando lugar à poeira que voa.
Água suja, distância que cansa,
Mas o povo da Santa Rita resiste com esperança.


Ano novo, eis que o Amazonas se levanta
E a felicidade na comunidade se planta.
O rio acordou, a cheia chegou,
A alegria das águas se derramou.
Elas vão subindo, devagarzinho,
Enchendo o rio, os lagos, o caminho.


Volta o peixe, a fartura à mesa,
O igarapé é estrada outra vez.
Nas canoas, o rabeta zunindo
E as crianças vão à escola sorrindo.
E a terra outrora rachada,
Agora dá vez às canoadas.


Oh, enchente bendita! Doce e molhado abraço,
Que enche o rio preenchendo o espaço.
Na seca, a luta; na cheia a dança,
O ciclo do rio escreve nossa esperança.
Água é vida, é festa, é sorte,
E assim vai vivendo esse povo do norte.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

"Frio que Sente"


Tem um frio
que não vem do mundo,
vem de dentro.
É quando você ainda sente tudo,
mas já não consegue demonstrar nada.
O coração não para de bater…
só aprende a se proteger.
E, às vezes,
se proteger
é esfriar.

Quando dormimos resolvidos com as turbulências diarias, acordamos acreditando em dias melhores!
🌱

⁠Quando bater aquela sensação de ter visto futuro, é sua intuição dando a você a oportunidade de pensar 2 vezes. Essa é uma arma chamada "auto-defesa". Agradeça, ela estará certa!