Quando a Gente se Encontrou
E se um dia quando você me procurar e não me achar, aqui para te apoiar?
E se esse dia chegar, e nesse exato momento, você lembrar que eu já havia te alertado, que a minha pilha de paciência iria falhar?
Cautela, meu caro amigo, cautela!
Amizade é arranjar forças pra segurar o mundo de alguém, quando o seu está no chão. É fazer sem esperar nada em troca.
Dois segredos essênciais para manter o matrimónio:
1º Quando tiveres errado, admite-o...
2º Quando tiveres razão, cala-te...
Quando o acreditar parece se perder na imensidão da duvida, a esperança de que o possível será a resposta imediata, deve se fazer presente como descanso do que virá do socorro divino!
O que fazer, quando você me esnoba, me joga fora e zomba de mim.
O que fazer, ao olhar no teu rosto, ver o teu corpo, mas não sentir você.
Essas indecisões, que machucam o meu ser, só me ferem por dentro, me faz sofrer.
O Lírio e o Beija-flor
Quando a noite chegou,
E o beija-flor se afastou,
O Lírio botão,
Despetalou o coração...
Mas por ser tão jovem,
E acreditar no amor,
Sabia que um dia,
Seu beija-flor voltaria...
O tempo passou,
O Lírio desabrochou,
Seu primeiro perfume,
O beija-flor não cheirou...
O Lírio cresceu,
Viveu histórias de amor,
Mas nunca esqueceu,
O seu beija-flor...
Até que um dia,
Por pura magia,
Diferente o vento soprou,
Deus! Eram as asas do beija-flor...
Tão pequenino,
Parecia um menino,
Diante da flor,
Estava de volta o beija-flor...
O beija-flor apaixonado,
Olhava o Lírio, encantado,
Voava alucinado,
Sobrevoava a flor...
Devagar,
Tentou se aproximar,
Todo o que mais queria,
Era sua flor tocar...
Quanto mais se aproximava,
Mais a flor perfume exalava,
O seu néctar ofertava,
E sorridente se dava...
Então o beija-flor se aproximou,
Mas um vidro encontrou,
Era a redoma do tempo,
Que o destino formou...
O Lírio e o beija-flor,
Sabiam da sua dor,
Mas nada poderia impedir,
Que vivessem um grande amor...
Mesmo de longe,
O beija-flor olhava,
Mesmo de longe,
A flor se dava...
A redoma que o tempo criou,
Impedia que se tocassem,
Mas jamais impediu,
Que os dois se amassem...
Esta é verdade,
Sobre o Lírio e o beija-flor,
Não há tempo que apague,
Uma verdadeira história de amor...
Você finge ao dizer que então me quer
e eu também minto quando estamos além da cama ..
o nosso amor esta condenado a mentiras
pois erramos ao unir nossas vidas!
Te esperarei enquanto sua vontade não bater, e quando chegar por aqui e não me encontrar, saiba que te esperei sempre, apenas não tive a capacidade de me esperar até ser levado por você.
E quando eu estou triste ,olho para o céu e agradeço á Deus por ter me dado a oportunidade de ser MÃE! E então fico feliz!
A saudade, quando estamos longe, atua como meio aferidor da intensidade dos sentimentos que nos unem às pessoas, de forma diretamente proporcional, podendo ser reveladora!
Sabe aquele meu jeito frio? Ele derrete quando você chega perto. Sabe aquela minha memória fraca? Ela se torna forte quando o assunto é decorar as palavras que você me diz. Sabe aquele meu jeito desatento? Ele se concentra quando é pra te observar. Sabe essa coisa minha de esquecer as coisas com facilidade? Isso muda quando é pra lembrar de você a todo segundo. E sabe aquele meu eu, tão eu? Ele se perde quando o assunto é você.
Quando você se aproxima de mim ou me procura apenas para pedir algo que lhe é pertinente, e eu lhe dou, não é porque eu sou ingênuo e caí na sua conversa. Apenas estou analisando até onde vai seu oportunismo...
Acho esse negócio de ser intenso até bonito. Mas quando vale a pena! Esse negócio de efusividade demais, demonstração demais, a flor da pele demais, não cola, se não for a dois! O que adianta você ali linda, solicita, cheia de caraminholas, quando do lado de lá, não tem a tal da reciprocidade? E me refiro a tudo, amor, amizade, trabalho... Não dá, minhas caras! (e caros!)
Aí quando você percebe, sem querer (ou querendo), aos poucos a vida vai te podando. E isso não é ruim. O que seria das plantas, se não eliminássemos aqueles galhos que pra nada servem?!
Quando não se tem segurança do lado de lá, quando não se é mútuo, piso no freio mesmo, se preciso até puxo o de mão, dou um passo atrás, recuo, meia volta vou ver! Não desço, nem me jogo desgovernada. Prudência egoísta? Nada! Cuidado próprio!
Nessa de sofrer, ou fazer (podia dizer, pra ficar mais bonito, que nenhum vale à pena), mas sem falso moralismo, fico com a 2ª opção. Faço. E bonito!
