Quando a Gente se Encontrou

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Viva de modo que quando os seus filhos pensarem em justiça e integridade, eles pensem em você.

Sei quando uma pessoa está por dentro ou está por fora. Quem está por fora não segura um olhar que demora...

Desculpe, café está fora de questão. Quando eu me mudei para a Califórnia, prometi a minha mãe que eu não começaria a usar drogas.

Você já notou que quando você chora todos querem saber o motivo?
Mas raramente alguém se dispõe a dizer: me abraça, pois tudo vai ficar bem.
Preocupação é diferente de curiosidade.

Quando não conseguimos encontrar tranquilidade dentro de nós mesmos, de nada serve procurá-la noutro lugar.

A vida está cheia de surpresas e de momentos inesquecíveis, por isso, quando conseguir alcançar seus sonhos, não esqueça de olhar a seu redor para dizer obrigada a todos aqueles que de alguma maneira te deram a mão para que pudesse chegar onde você está.

Lembre-se quando a noite parecer ainda mais escura é porque o sol já vai nascer

De vez em quando a mente do homem é esticada por uma ideia nova ou sensação e nunca mais se reduz às suas antigas dimensões.

Oliver Wendell Holmes Sr.
Holmes, O. W. Sr. The Autocrat of the Breakfast-Table. Phillips, Sampson and Company. 1858

Nota: Uma versão desta frase é popularmente atribuída a Albert Einstein.

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Eu só queria saber o que você responde quando perguntam de mim. Se você olha pra trás quando chamam meu nome, se você ri ao lembrar de nossos momentos, ou se ao menos você se lembra deles. Por que você deixou tudo se exaurir, se extinguir assim?

Uma mulher, quando reconhece sua força, se torna uma fonte inesgotável de inspiração.

Quando você estiver machucada e ele estiver bem longe, não se pergunte se você foi o bastante. O problema é que você foi mais que o bastante e ele não conseguiu carregar.

Quando se reencontra alguém muito especial, só temos duas escolhas: deixar acontecer e correr o risco de perder novamente, ou demonstrar tudo o que sente e correr o mesmo risco.

Gossip Girl: Outro modo pelo qual a verdade se revela, é quando você nem mesmo pretendia... ou quando, sem nenhuma palavra, ela continua alta e clara. Mas a pior coisa que a verdade pode fazer, é quando você finalmente a revela, ela não te liberta, mas fecha você para sempre.

Um dia, depois de 100 anos, quando o tempo estiver suficientemente bom, espero ser capaz de lhe dizer que você foi o meu primeiro amor.

Sou do tipo de HOMEM que vou te chamar de linda em vez de gostosa.
Que vou te ligar de volta quando você desligar na minha cara.
Que vou deitar embaixo das estrelas e escutar as batidas do seu coração, ou talvez permanecer acordado só para observar você dormindo.
Sou do tipo que vou te beijar na testa.
Que vou querer te mostrar para todo mundo.
Vou segurar sua mão na frente dos meus amigos.
Sempre vou te achar a mulher mais bonita do mundo mesmo quando você está sem nenhuma maquiagem e vou insistir para te segurar pela cintura.
Vou te lembrar sempre o quanto eu me preocupo com você e o quanto eu sou sortudo por estar ao seu lado.
Vou virar para os meus amigos e dizer, é ELA. ;D

Se você sorri quando tudo está dando errado, é porque já sabe em quem colocar a culpa...

Quando você tem algo a dizer, o silêncio é uma mentira.

Tendemos a ignorar o poder das palavras porque as usamos o tempo todo para coisas significativas e sem sentido.

Por exemplo, se você ficar calado quando algo ruim acontecer diante de seus olhos, o mal se tornará parte de você mesmo.

Estar vivo envolve ser corajoso, então, diga o que pensa, mas meça suas palavras, porque elas são mais poderosas do que somos ensinados a acreditar.

Jordan B. Peterson

Nota: Postagem no Facebook, em 2020.

Procure me amar quando eu menos merecer, porque é quando eu mais preciso

Falamos à beça de amor. Apesar das nossas singularidades, temos pelo menos esse desejo em comum: queremos amar e ser amados. Amados, de preferência, com o requinte da incondicionalidade. Na celebração das nossas conquistas e na constatação dos nossos fracassos. No apogeu do nosso vigor e no tempo do nosso abatimento. No momento da nossa alegria e no alvorecer da nossa dor. Na prática das nossas virtudes e no embaraço das nossas falhas. Mas não é preciso viver muito para percebermos nos nossos gestos e nos alheios que não é assim que costuma acontecer.

Temos facilidade para amar o outro nos seus tempos de harmonia. Quando realiza. Quando progride. Quando sua vida está organizada e seu coração está contente. Quando não há inabilidade alguma na nossa relação. Quando ele não nos desconcerta. Quando não denuncia a nossa própria limitação. A nossa própria confusão. A nossa própria dor. Fácil amar o outro aparentemente pronto. Aparentemente inteiro. Aparentemente estável. Que quando sofre não faz ruído algum.

Fácil amar aqueles que parecem ter criado, ao longo da vida, um tipo de máscara que lhes permite ter a mesma cara quando o time ganha e quando o cachorro morre. Fácil amar quem não demonstra experimentar aqueles sentimentos que parecem politicamente incorretos nos outros, embora costumem ser justificáveis em nós. Fácil amar quando somos ouvidos mais do que nos permitimos ouvir. Fácil amar aqueles que vivem noites terríveis, mas na manhã seguinte se apresentam sem olheiras, a maquiagem perfeita, a barba atualizada.

É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. Nos cafés, após o cinema, quando se pode filosofar sobre o enredo e as personagens com fluência, um bom cappuccino e pão de queijo quentinho. Nos corredores dos shoppings, quando se divide os novos sonhos de consumo, imediato ou futuro. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nos encontros erotizados, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando.

Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. E fala o tempo todo do seu drama com a mesma mágoa. Difícil amar quando o outro fica cada vez mais diferente do que habitualmente ele se mostra ou mais parecido com alguém que não aceitamos que ele esteja. Difícil é permanecer ao seu lado quando parece que todos já foram embora. Quando as cortinas se abrem e ele não vê mais ninguém na plateia. Quando até a própria alma parece haver se retirado.

Difícil é amar quando já não encontramos motivos que justifiquem o nosso amor, acostumados que estamos a achar que o amor precisa estar sempre acompanhado de explicação. Difícil amar quando parece existir somente apesar de. Quando a dor do outro é tão intensa que a gente não sabe o que fazer para ajudar. Quando a sombra se revela e a noite se apresenta muito longa. Quando o frio é tão medonho que nem os prazeres mais legítimos oferecem algum calor. Quando ele parece ter desistido principalmente dele próprio.

Difícil é amar quando o outro nos inquieta. Quando os seus medos denunciam os nossos e põem em risco o propósito que muitas vezes alimentamos de não demonstrar fragilidade. Quando a exibição das suas dores expõe, de alguma forma, também as nossas, as conhecidas e as anônimas. Quando o seu pedido de ajuda, verbalizado ou não, exige que a gente saia do nosso egoísmo, do nosso sossego, da nossa rigidez, para caminhar ao seu encontro.

Difícil é amar quando o outro repete o filme incontáveis vezes e a gente não aguenta mais a trilha sonora. Quando se enreda nos vícios da forma mais grosseira e caminha pela vida como uma estrela doída que ignora o próprio brilho. Quando se tranca na própria tristeza com o aparente conforto de quem passa um feriadão à beira-mar. Quando sua autoestima chega a um nível tão lastimável que, com sutileza ou não, afasta as pessoas que acreditam nele. Quando parece que nós também estamos incluídos nesse grupo.

Difícil é amar quem não está se amando. Mas esse talvez seja o tempo em que o outro mais precise se sentir amado. Para entender, basta abrirmos os olhos para dentro e lembrar das fases em que, por mais que quiséssemos, também não conseguíamos nos amar. A empatia pode ser uma grande aliada do amor.

Nem tudo na vida são flores, mas quando forem, regue-as.

Quando crescemos, temos a tendência de recriar o ambiente emocional do lar onde passamos nossa infância.

Isso não é bom ou mau, certo ou errado. É apenas o que conhecemos dentro de nós como "lar".
Também temos a tendência de recriar nos nossos relacionamentos pessoais os mesmos relacionamentos que tínhamos com nossas mães ou pais, ou com o que existia entre eles. Pense
quantas vezes você teve um amante ou chefe "igualzinho" à sua mãe ou seu pai.
Também nos tratamos da forma como nossos pais nos tratavam. Repreendemo-nos e castigamo-nos
da mesma maneira. Também nos amamos e nos encorajamos da mesma forma. Podem-se
quase ouvir as mesmas palavras quando se presta atenção. Também nos amamos e nos encorajamos da mesma maneira se fomos amados e encorajados em crianças.
"Você nunca faz nada direito”.
"É tudo sua culpa”.
Quantas vezes você se disse isso?

"Você é maravilhoso."
"Eu te amo." Quantas vezes você se diz isso?