Quando a Gente se Encontrou
“Canção para Priscila”
I
Sabe, quando a gente tenta se ocultar,
E até nos dar vontade de chorar, parece até que tudo se acabou...
Sentimos... Que em nossa vida, nada dá mais certo,
Que nossa “estrela”, já não está por perto,
E que “nossa festa”, já terminou...
II
Sabe, quando a gente, se sente acuado,
E o nosso peito sempre sufocado, e quando nossa voz já se calou...
Tentamos achar um jeito de subsistir,
Pensando ainda, que o nosso porvir...
Seja melhor, do que a presente dor...
III
Quando, eu nem pensava em sobreviver,
Foi quando então vim a te conhecer,
E aí parece que tudo brilhou...
Porque, teus olhos, pareceram acender...
O meu caminho e isso me faz crer, que um devaneio já me penetrou...
IV
Eu sonho poder um dia, tocar em suas mãos,
Sentir o toque do seu coração, E dar-te o ombro pra você dormir...
Porque, de que adianta o mundo eu conhecer,
Se sua boca é o que me faz crer, que a perfeição é ver você sorrir...
V
Por fim... Priscila és prima da Mãe Natureza,
E sei que prima entre as belezas, e minha primazia é te ter!
Agora... Vê se me dá uma chance, pra tentar...
Fazer, que o teu coração, deixe entrar,
Esse momento, que eu quero te dar!
Deixa entrar... Deixa entrar...
Priscila...
E quando o dia amanhece assim, com esta chuvinha teimando em cair em nossas cabeças, a gente agradece...É que nessas horas acontece da gente perceber que apesar do tempo ruim, a vida segue, e isso é um incentivo pra entendermos de uma vez por todas, que devemos seguir também, independente do caos, da desordem...Cada pingo que cai, não cai sozinho...Cai com a promessa de dias melhores...E só sobrevive quem acredita nisso!
Gente morna não me convêm
Que só convida quando tem saudades, que só aceita quando ta com tédio, faz por fazer e não por criar, sai por sair e não por conhecer, vive por viver e não por desfrutar.
Morna, sem sal, sem vontade, pacata, sem vida, sem sonhos, sem expectativas, sem presença que só vive de carências e que não se alimenta de experiências.
Tem sempre os mesmos planos, frequenta sempre os mesmos lugares, conhece sempre as mesmas pessoas, vive sempre os mesmos amores e não sabe nem se amar.
Fala mais não do que sim, mais "não sei" do que "vamos". Nunca tem clareza, pessoas do "talvez" que só vivem de incertezas.
Gosto de pessoas intensas, apimentadas, sedentas, de essência e excêntricas. Que vivem com o medo mas que não deixam o medo viver por elas. Quero mais pessoas que não só estão vivas mas que estejam vivendo.
Sabe quando a gente tem aquela certeza bonita de que vai dar tudo certo? É Deus sussurrando no nosso ouvido, nos mostrando que está no controle.
Sempre te amei, na verdade acho que me acomodei em te amar, sabe quando a gente faz de tudo, põe defeitos nas novas pessoas que estão aparecendo só para o amor que sentimos não sumir? Pois é, eu colocava defeito em todas, não queria deixar de te amar, mas ai apareceu uma pessoa que me tocou profundamente, e eu senti medo – o que sentia por ti já estava se modificando, sumindo – e percebi que só deixamos de amar uma pessoa quando somos tocados profundamente por outra.
Eu sinto falta da gente. Sinto falta de quando tudo ia bem, quando podíamos ter paz como qualquer outro casal. Sinto falta do tempo que passávamos juntas mesmo que fossem 2 horas dentro de um quarto era como se fosse 30 minutos. Sinto falta de quando éramos mais tolerantes, de quando não brigávamos tanto,apesar de que sei que isso faz parte de um relacionamento. Sinto falta de deitar do teu lado e ficar abraçada contigo. Sinto falta do teu cheiro na minha roupa. Sinto falta da nossa gaysisse. Sinto falta de sermos idiotas juntas. Sinto falta de quando começamos a descobrir os caminhos para o corpo uma da outra. Sinto falta da sua mão no meu pescoço e do toque terno dos teus lábios. Sinto falta também de quando tudo estava normal e nos vinha aquele fogo e ficávamos na mesma sintonia, dançando no mesmo ritmo. Sinto falta disso tudo, meu amor. Mas isso foi uma fase que passamos, estamos em outra e pode não ser tão boa quanto a outra é diferente mas ainda somos nós, ainda somos eu e você contra o mundo uma segurando a mão da outra e lutando juntas, sabe amor eu sinto falta de tudo isso, mas eu acredito que tem coisas boas vindo (ou não) e que vamos continuar nos apoiando até tudo ficar bem de verdade.
Vai deixando a gente pra outra hora
E quando se der conta, já passou
Quando olhar pra trás, já fui embora
Deixa mesmo de ser importante
Vai deixando a gente pra outra hora
E quando se der conta, já passou
Quando olhar pra trás, já fui embora
E quando se der conta, já passou
Quando olhar pra trás, já fui embora
"E quando estiveres consolado (a gente sempre se consola), tu ficarás contente por teres me conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E às vezes abrirás tua janela apenas pelo simples prazer... E teus amigos ficarão espantados de ver-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: “Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!"
Sabe quando a gente tem um objeto na estante que já não transmite mais a mesma beleza? Aquele objeto empoeirado, que fica ali na estante, contaminando os outros objetos, mas que não tiramos porque ele nos trás algumas lembranças de quando ainda não tinha poeira. Pois bem, quando a gente tira esse objeto empoeirado, a estante fica bem mais bonita. E a lembrança? - A lembrança? A lembrança não é objeto. A lembrança não é palpável.
(Aos amigos)
Quando a gente acha que tudo esta perdido.
Vem à ajuda divina, e nos coloca erguido.
Então logo estamos renovados,novamente estamos bem.
Prontos pra seguir a vida,tentar ser feliz também.
Quando a gente pensa que acabou.
Que a vida perdeu sentido.
Vem a ajuda divina,e vem em forma de amigo.
É engraçado e ridículo quando a gente começa a gostar de alguém e acha que tudo o que o outro faz é um sinal ou uma pista.
