Quando a Gente Pensa

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" Há muita gente que cobra amor, mas não sabe, nem tenta saber o que é amar...

" Tenho saudade de gente viva, gente que ainda posso abraçar, apesar das distâncias, apesar dos medos, apesar dos pesares...

" A gente sabe que não é amor,
quando o coração pede
e a cabeça diz não...

" A verdade é uma só, a gente pode estar morto por dentro, mas por fora teima em sorrir...

" Não deixe que o mundo apague o teu sorriso, ele é luz para muita gente...

Caminhar sozinho não é bom. Por isso, certamente, muita gente adota um animal de estimação...

⁠⁠" A gente precisa de alguém
que nos faça rir, que nos abrace
e nos chame atenção quando estivermos errados
a gente precisa de amor
de alguém para caminhar na fé
e encontrar na vida, o real sentido das coisas
e ao encontrar, que nos complete
mesmo que de vez em quando pareça que nos falta um pedaço
a gente precisa mesmo de alguém
pois sem ninguém, solidão domina
o sono termina, a vida padece
aquela mistura de paz e guerra, finda
a gente precisa de alguém
para tornar a nossa vida, linda...

⁠⁠A gente faz um agrado e a pessoa já acha que está dominando a situação, e pior, aproveita-se disso...

Muitas vezes, a gente é que corre atrás de problemas e cada um sabe muito bem o porquê de agir assim...

Segredo é aquilo que a gente não conta, se contar para alguém, já não será segredo para mais ninguém...

A gente vai, vai, vai
e quando vê
não tem mais como voltar...

A gente estava lá
éramos um jardim recheado de suores
de entranhas vencidas
de focos apaixonados
éramos sim pseudos donos da vida
inebriantes, perfumes raros
pardos corações entrelaçados
nós, namorados
entretanto, entre tantos desejos, fez-se noturno
as placas sumiram
foram-se os nós
ficamos a sós
diante das dúvidas e falsas previsões
poucas emoções
quando não dá certo
melhor esquecer
perder?
mas como lembrar de esquecer
quando se chama, quando se quer
quando pelo nome a alma grita
quando pelo cheiro vem a saudade
ao lembrar, melhor à dor...

"Às vezes, é na maior vergonha que a gente mais cresce."






--Rodrigo Lima

Amizade com alguém, faz a gente se alegrar, etoda dor se encerra.

Quando a gente deixa de amar e começa a compreender


Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.


Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.


E aí, algo muda.


Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.


É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”


E então a gente percebe:


Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.


E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.


E aí vem a virada.


Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.


Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.


E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.


Só devolve paz.


Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.

⁠A beleza que me agrada:
Gente que tem a alma bonita.
Que trás a doçura no olhar.
E no coração, bons sentimentos.
E quando me olha, vê o que sou, e apesar das minhas misérias, enxerga nelas minha grandeza.
Essas faço questão de ter por perto.
Pois essas tem o amor visível na essência.
E o bem estampado nos gestos e nas palavras.

É um amor sem fim, desses que a gente sonha encontrar uma vez na vida e nunca mais soltar. Um amor que é abrigo e caminho, parceria em cada passo, cumplicidade até nos silêncios. É sobre olhar pro mundo e, antes de qualquer coisa, pensar: “preciso contar isso pra você”.
É quando o riso fica mais leve, o dia mais bonito, e até os dias difíceis parecem menores porque você está ali. É não saber mais onde você termina e o outro começa, porque tudo já se misturou em cuidado, carinho e presença.
É um amor que não sufoca, mas transborda. Que não prende, mas escolhe ficar todos os dias. E, sem perceber, você já não consegue imaginar a vida sem essa pessoa — porque ela virou lar dentro de você.

Tem gente que não merece nem a dó que sentimos.

A censura impede da gente ver o que está errado.

Deus deixa a gente errar por puro divertinento e dá como desculpa a falacia do livre-arbítrio.