Quando a Gente Pensa
"Que a gente encontre tempo para apreciar as coisas belas da vida.
Tempo para colher as flores do jardim, tempo cara sentir o aroma do
amor que se espalha através de cada olhar, cada carinho, cada gesto
seu. Seu jeito doce e sua alma leve, me acalma. seu jeito de falar de
amor, me faz amar. Seu coração grandioso me ensinou enxergar a
grandes das pequenas coisas".
Bem difícil não obedecer o coração...
❝ ...A gente não manda no coração, mas
fazemos o que ele manda...❞
O que mais dói não é o medo de te perder… é perceber que, toda vez que a gente se machuca, você corre pra um mundo que eu tive coragem de abandonar por nós. Amor não sobrevive em vida dupla.
Tem gente que é muito baixa mesmo, ama baixaria, não tem escrúpulos, modos de falar, não tem razão mas se acha adona da razão. Oh, raça maldita!
Já pensou no quanto este Universo tem que ser criativo, para que a gente concorde com eternidade e não negocie prazos com Deus?
Já pensou em quanto a gente precisa ser criativo, para justificar os prazos de Deus?
E quanto tempo é necessário para desconstruir uma vida inteira, discordar de prazos e negar as justificativas?
- Um segundo.
Somos uma sucessão infinita de histórias, fantasias, sonhos, mentiras acolhedoras, propósitos inventados para mascarar nossa insignificância, medos infantis e coragem suicida... e acima de tudo, buscamos em tudo e em todos, um sinal, mesmo que quase imperceptível de Amor e uma necessidade imensa de alimentar a Gratidão nesse deserto de significados e respostas.
Conversa de médicos
Não é pra qualquer gente
Tem que ser muito exigente
Sempre, sempre bater de frente!
Pois tratamos de gente, que, como a gente, quer vencer a morte, que nos ronda premente...
É... num descuido perdemos!
Sei que um dia ela virá, de repente, como um pente, tirará da vida nosso paciente...
Quando isso ocorre
Que tormenta... Que nos atormenta, barulhenta e nojenta!
Mas ser médico,
É enfrentar destemido...
Em terra... onde se houve muito gemido!
De gente sofredora...
Que sofreguidão, irmão!
Ser médico
É amar o que fazemos
É não ter momentos de sobra
É dobra... de plantão...
É ter uma condição pétrea
Ser humilde é saber que um dia, mesmo fazendo romaria... infelizmente, perderemos...
É ser extremamente humano,
E nunca desumano...
Saber que seremos derrotados...
Mas o braço a torcer... negamos
Até o momento... onde a última esperança vira desilusão...
Aí é nesse momento triste que a tristeza nos abate num todo
Você vê com humildade que não é o poderoso, reconhece que batalhas pode ganhar, mas na guerra final será sempre o perdedor!
É nesse reconhecimento, colega, que você, aí, sim, pode ser chamado DR
Mas como, DR na derrota?
Deixe, colega, de ser janota!
Pois só é Dr aquele que crê e sabe que a morte é o início de outra jornada!
Pequenos Pitacos para Ser Feliz (Volume Dois)
A gente lembra de ser minimalista porque a cabeça agradece.
Menos coisas, menos barulho.
Menos roupa, menos decisão.
Menos acúmulo, menos chateação na cachola.
Ter demais dá trabalho.
Limpar, guardar, escolher, proteger.
E, sem perceber, a gente fica mais preso às coisas do que à vida.
O apego exagerado pesa.
Pesa no armário, pesa na mente, pesa no tempo.
E tempo é justamente o que falta quando se vive cercado de excessos.
Ser minimalista é abrir espaço.
Espaço para respirar, para sentir, para viver.
É ficar só com o que faz sentido — aquilo que, de verdade, te faz feliz.
O resto pode ir.
Sem culpa.
Sem barulho.
Felicidade gosta de leveza.
E a vida, quando cabe na gente, fica mais fácil de aproveitar.
“Cada dia um desafio. Devemos seguir sem medo de malograr, embora todos os dias a gente perca o controle da situação. Admitir estes tropeços, só nos faz mais sábios e fortalecidos para os novos embates. Importante mesmo é se preservar inteiro. Assim é a jornada.”
Cada dia que passa muita gente não gosta de pôr as mãos na massa; daí já podemos sentir quem é que fracassa.
Quando a gente clica em saiba mais deveria abrir as Escrituras para saber muito mais o que fazer com tudo o que aprendemos de Deus.
Há gente falsa, hipócrita e mentirosa: suas ações descrevem os frutos infrutíferos ao longo do tempo.
Muita gente não quebrou a cara ainda com suas mentiras, porque acha que ninguém tem a coragem
de revelar a verdade.
Acesso e toques gratuitos existem milhares; mas, conteúdo que é bom a gente paga pela qualidade e dá testemunho da verdade que presta, edifica, transforma e enriquece vidas.
Muita gente vende seus produtos, mas nunca venda a sua reputação e o seu caráter, pois eles têm um preço impagável.
Quando a gente deixa de amar e começa a compreender
Existem momentos na vida em que o amor não acaba — ele se transforma.
E não é porque o outro mudou, se afastou, traiu, perdeu a cor.
É porque, pela primeira vez, a gente abre os olhos de dentro.
Percebe que o que chamava de amor era, na verdade, medo de ficar só.
Que o que chamava de saudade era apego ao que feriu.
Que o que chamava de intensidade era carência fantasiada de destino.
E aí, algo muda.
Já não é mais sobre conquistar, nem sobre provar.
Não é mais sobre ser vista, nem escolhida.
Não é mais sobre ter razão, nem vencer discussão.
É sobre reconhecer os ciclos internos que o corpo já vinha avisando.
É sobre honrar a alma que já estava cansada de ser rebaixada em troca de migalhas.
É sobre olhar no espelho e saber:
“Eu não preciso ser amada pra saber quem sou. Eu preciso ser inteira pra reconhecer o que é amor.”
E então a gente percebe:
Aquele “eu te amo” que mexia com a gente
mexia muito mais com o ego
do que com a essência.
E que a saudade dele ou dela
não era de quem a pessoa era,
mas de quem a gente queria acreditar que ela poderia ser.
E aí vem a virada.
Quando a gente deixa de amar como dependência.
E passa a compreender como consciência.
Quando o desejo deixa de ser “volta pra mim”
e se torna “se encontre, por favor”.
Porque o verdadeiro amor — o amor final —
não é aquele que força reencontros,
mas o que deseja cura.
Mesmo que seja longe daqui.
E quando isso acontece, não dói mais.
Não arde mais.
Não prende mais.
Só devolve paz.
Porque o amor que fica,
depois que o apego vai embora,
não é sobre posse —
é sobre presença.
Um dia bem agitado
Que eu pude vivenciar
Muita gente está de férias
No meio do mundo a passear
Mas como estou na labuta
Nesta minha diária luta
Sou grata por poder trabalhar.
Tem gente que sempre arruma uma desculpa pra ser do jeito que é. Eu nunca tive problema com as escolhas que cada um faz sobre como quer viver. Mas, sinceramente, ainda me surpreendo com quem prefere ser chato com tudo, sorrir pouco e reclamar demais. Nada tá bom. E aí eu fico pensando: quantos 'bom dia', quantas 'boa tarde' e quantas 'boa noite' a gente perde por causa dessa mania de reclamar de tudo o tempo todo.
Tem gente que parece não ter nada, mas tem tudo: brilho, carisma, alegria de viver e fé para agradecer cada dia, porque é isso que realmente importa.
É uma mistura estranha, sabe? Eu olho em volta e fico tentando entender por que a gente muda tanto de uma hora pra outra. Por que tem gente que parece tão boa num dia, e no outro tá agindo como se nunca tivesse conhecido a gentileza. É gritante isso, essa confusão toda. Parece que o mundo perdeu o compasso, e ninguém mais tem tempo de olhar pro outro com calma.
