Quando a Gente Cresce Descobre Mario Quintana
Mulher coroada tem um preço
Seja vaidosa/ Tenha vaidade
Deixa o mundo confuso com sua idade
Reconhece sua identidade
Demostre seu valor na sociedade
Se reveste de dignidade
Controle a hora e demostra sua fidelidade
Tenha sigilo com o que desejas
Tenha noção do que lhe pertence
Seja obediente e preparada
Vista-se para matar vibra com seu andar
Chame atenção pela diferença
Seja moderna e inteligente
Mostra interesse em cada oportunidade.
Por #Goncalotiago5
28/03/2022
Tinha de acontecer
Nós os dois tinha de acontecer para que a minha existência começa-se a ter sentido
Por sua causa sai de casa várias vezes, deixando os meus demônios morrerem
Tinha de acontecer
Estou ciente que não fui um bom par pra você
Aconteceu o que teve de acontecer embora eu tenha me calado quando tinha de falar
Causei-tê dor, é isso me doi
nunca antis eu havia cometido tamanha besteira em minha vida
Me sinto apavorado, minha mente não para a noite tenho tido alucinações
Tinha de acontecer para que eu começa-se a me reativar para vida
Tinha de acontecer para que eu começa-se a respirar de verdade
Contigo me senti seguro, mais infelizmente quase tudo tem tempo de validade
Sei dos teus sentimentos para comigo chega ser frustrante não ter te recompensado direito
Por #Gonçalotiago5
O bom navegador não espera o vento oportuno, ele vai atrás.
Assumir a postura de liderança é, antes de mais nada, uma escolha. Mas ela exige uma estupenda capacidade: a de se ter humildade.
Como a fábula da lebre e da tartaruga, para colher os melhores frutos da vida, não é preciso ser o mais rápido, mas o mais perseverante!
Os chineses lembram em suas máximas cheias de sabedoria, que é mais útil acender uma vela, do que queixar-se da escuridão
Todo filósofo que levar avante e com segurança o seu pensamento, mesmo ateísta, terá de concordar que todas as perfeições, surgidas no processo do Devir, estavam contidas em máximo grau naquele Ser que não tem princípio nem fim, pois, do contrário, teria que admitir que tais perfeições surgiram do nada.
Costumam os céticos rir da Metafísica. Kant julgou, com sua obra, tê-la destruído, e acabou enleado em suas teias. A Metafísica retorna sempre, até na obra dos que buscaram combatê-la com o maior ardor.
Nem falador nem seco, entregue ao mutismo, mas falar com sobriedade e cuidado de tudo quanto se trata, é a regra de ouro da conversação.
A verdade é que ninguém é verdadeiro porque acabamos de descobrir que um dia esta pessoa já enganou-nos algumas vezes.
E só me resta hoje uma alegria:
É que, de tão iguais e tão vazios,
Os instantes me esvoam dia a dia
Cada vez mais velozes,
mais esguios...
O trabalho danifica o homem
Não, você não leu errado, o título dessa crônica está correto. Brinquei com um ditado popular que todo mundo conhece, até confesso que concordo com ele até certo ponto, mas existem as entrelinhas e são nelas que mora o problema.
Ninguém é maluco aqui de invalidar as benesses que o trabalho nos proporciona, na verdade os frutos do trabalho, todo mundo precisa comer, se vestir, se divertir e ter uma vida digna. Porém, há coisas obscuras, mas nem tão obscuras, elas estão “na cara” como falam por aí. Sensações que todos possuem, mas que mantemos guardadas porque o status quo não vê com bons olhos quem reclama, quem fraqueja, quem admite suas limitações.
De tanto trabalhar para ganhar a vida estamos perdendo a vida para o trabalho, jornadas extenuantes e esgotamento tomam conta de nós. Um nome chique para algo hediondo “Burnout” que em bom português significa que o seu trabalho está te mantando.
Cansaço, irritação, desmotivação e estresse crônico são alguns dos sintomas desse mal que assola muitos trabalhadores. No início a pessoa acredita que é foi só uma preguicinha que lhe acometeu, uma indisposição. Mas, como uma bola de neve a situação aumenta e fica insustentável, nosso corpo pede socorro.
Eu sempre brinco e digo “a espécie humana foi feita para catar umas frutinhas, comer e depois tirar um longo cochilo seguido de um banho de igarapé”. Nosso corpo clama para que voltemos a nossa origem.
A hora certa
Antes de tocar no assunto do título eu quero contar uma história para vocês, acredito que muitos viveram essa situação ou conhecem alguém que já viveu. Você é criança ou adolescente, as aulas estão para começar e você compra um caderno, um caderno bonito de algum personagem ou tema que você aprecia.
Ao abrir o caderno se depara com uma folha cheia de adesivos, adesivos bonitos dos mais variados tamanhos e formas, mas, curiosamente não usa nenhum de imediato, ainda vai esperar o momento certo para usar.
Dias se passam, semanas e até meses e nenhum adesivo foi usado, a hora certa nunca chegou, a situação ideal nunca se apresentou. O ano letivo termina e você não usou um único adesivo, ou se usou foram poucos.
Você já deve ter se tocado que esse papo não é sobre cadernos ou adesivos, mas sobre a mania que temos de esperar o momento certo para fazer algo que queremos muito, seja uma viagem, um curso na faculdade ou uma grande outra decisão na nossa vida, o momento ideal nunca chegará. Não adianta esperar que os planetas se alinhem, os astros, as estrelas, o momento certo não existe. Sabendo disso apenas comece, as coisas irão se desdobrar, a situação vai se modificar e você faz o que deveria ter feito mesmo sendo o “momento errado”.
Sobre a inspiração de amizades fechadas em turmas antigas de bairros:
Turmas de gaslighting amam a música BAD de Michael Jackson, para compensar a incapacidade de reagirem de forma madura ao serem criticados, fazem o bullying grupal, onde deveria existir amizade. Um exemplo claro da falta de cognição dos propensos a Flying Monkeys, ao se inspirarem em letras de músicas para seus rasos ideais.
Em quase toda turma que se conheceu desde a infância, e que não se mudou do bairro:
Essa é a descrição perfeita do que a sociologia e a psicologia chamam de "estagnação em grupo".
Quando um grupo se conhece desde a infância e permanece no mesmo bairro, cria-se uma espécie de cápsula do tempo onde o desenvolvimento emocional muitas vezes para na adolescência.
Nesse cenário, a música "Bad" não é apenas uma trilha sonora; ela é uma ferramenta de regressão.
Por que isso acontece em grupos "de bairro"?
Identidade Coletiva Fossilizada:
O grupo se define pelo que era aos 15 anos. Se naquela época ser "o durão" ou "a popular" funcionava, eles se recusam a abandonar esse papel, mesmo aos 30 ou 40 anos. A maturidade é vista como traição ao grupo.O "Eco" Permanente:
Em bairros onde todos se conhecem, o gaslighting é mais eficaz porque o agressor tem controle sobre a reputação da vítima. Os Flying Monkeys (vizinhos, amigos de escola) reforçam a mentira, porque sua própria vida social depende de estarem do lado "vencedor".
Falta de Novos Inputs:
Sem conviver com pessoas diferentes ou realidades novas, o grupo se fecha em uma câmara de eco. Eles usam referências da cultura pop (como o MJ) de forma distorcida para justificar o bullying, pois não desenvolveram repertório para resolver conflitos de forma adulta.
A anatomia do bullying grupal em círculos antigos nos elementos é disfuncional.
A música e símbolo serve como um "transe" insano, que valida a agressão e dá uma sensação de estilo ao erro.
O líder geralmente é o mais inseguro, que usa o gaslighting para nunca ser questionado.
Os seguidores e pessoas com baixa autonomia cognitiva que preferem praticar injustiça a serem excluídos do grupo de infância, formam a massa do ajuntamento, e a crítica é recebida como uma declaração de guerra, nunca como uma oportunidade de crescimento.
O "Flying Monkey" por conveniência nesses bairros, resulta que o seguidor, muitas vezes sabe que o líder está errado, mas a falta de cognição que se mencionou é, muitas vezes, uma "cegueira seletiva", e opcional.
É mais fácil fingir que a letra da música justifica a atitude do que admitir que o amigo de infância se tornou uma pessoa tóxica.
Eles preferem a "lealdade" cega à integridade moral.O bullying grupal nesses casos é uma tentativa desesperada de manter o controle sobre um território (físico e social), que eles sentem que estão perdendo para quem realmente amadureceu e "saiu" da bolha mental do bairro.
Sir Mário Honorário
