Quando a Gente Cresce Descobre Mario Quintana
Quando faço algo e penso em me arrepender,
lembro me que se não tivesse feito não saberia o que teria acontecido, sendo assim, acredito que valeu a pena.
Quando desistimos de algo que realmente queremos, esperamos que o universo recompense nossa escolha altruísta. De qualquer forma, nem sempre a fé é que nos dá presentes. Algumas vezes é alguém próximo de casa.
Quando o encontro é bom e tem lume não tem porta de saída: é pra sempre, de um jeito ou de outro, no coração.
A tragédia não é quando um homem morre. A tragédia é o que morre dentro de um homem quando ele está vivo.
Conheço muitos adultos que ficam desconcertados quando as crianças pequenas fazem perguntas científicas. Por que a Lua é redonda? (...) "Como é que você queria que a Lua fosse, quadrada?" As crianças logo reconhecem que esse tipo de pergunta incomoda os adultos. Novas experiências semelhantes, e mais uma criança perde o interesse pela ciência. Por que os adultos têm de fingir onisciência diante de crianças de seis anos é algo que nunca vou compreender. O que há de errado em admitir que não sabemos alguma coisa? A nossa autoestima é assim tão frágil?
A melhor coisa nela é que quando se olha nos olhos dela, e ela olha pra você, tudo parece fora do normal. Porque você se sente mais forte, e mais fraco ao mesmo tempo. Você fica excitado, e ao mesmo tempo, apavorado. Na verdade, você não sabe como se sente, mas sabe o tipo de homem que quer ser. É como se você atingisse o inatingível, sem esperar por isso.
Quando você compreende o sentido da renúncia, aprende a amar. É nesse momento que a felicidade genuinamente se apodera do seu coração.
O único momento que não estou pensando em você é quando estou dormindo, porque aí eu não estou pensando, estou sonhando...
Quando falo, todo mundo acha que estou querendo aparecer, que sou ridícula quando fico quieta, insolente quando respondo, inteligente quando tenho uma boa ideia, preguiçosa quando estou cansada, egoísta quando como um pouquinho mais do que deveria, imbecil, covarde, calculista e outros adjetivos. O dia inteiro só ouço dizerem como sou uma criança irritante, e apesar de rir e fingir que não me importo, eu me importo, sim. Gostaria de pedir a Deus que me desse outra personalidade, uma que não criasse antagonismos com todo mundo. Mas isso é impossível. Estou presa ao caráter com o qual nasci e, mesmo assim, tenho certeza de que não sou má pessoa. Faço o máximo para agradar a todos, mais do que eles suspeitariam num milhão de anos.
E quando eu morrer
Eu não quero enterro
Eu não quero tristeza
Nem choro, nem dor
E quando eu morrer, não será morte, será liberdade...
Eu morri...
Meu coração parou
Já não sinto mais nada
Os meus sonhos, objetivos, metas
vontades e desejos
Tudo acabou
Não sinto calor, nem frio
Não sinto mais aquele velho vazio
Não sinto paixão, nem amor
O sentimento que um dia me destruíra agora se tornou indolor
A felicidade... bom, que felicidade?
Já não existia esse termo na minha mentalidade
Decepção? que decepção?
Sumiu tudo do meu velho coração
Eu tive tudo... tive bons pais, uma boa família, bons amigos, bons professores, uma boa namorada e uma boa vida. Mas no fundo eu não tinha nada, era só um pedaço de carne que escrevia por charme...
Eu acho que sempre esperei o fim, o desconhecido parecia sempre melhor do que a realidade, uma fuga pros meus problemas
Mas quando eu morrer
Não quero que deem importância
Não quero que vejam valor
Na minha enorme insignificância
No meu fim, quero deixar bem claro
Que eu não tive uma vida, eu tive um fardo
Mas o meu adeus enfim, eu consegui
E constatei que eu não vivi, eu apenas existi...
A fábula da convivência
Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram, indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais.
Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.
E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele forte inverno .
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, e afastaram-se feridos, magoados, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.
Doíam muito...
Mas, essa não foi a melhor solução : afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo a longa era glacial.
Sobreviveram...
Até o tolo quando se cala, é tido por sábio.
Quando você sair da tempestade, você não será a mesma pessoa que era quando entrou. Esse é o objetivo dessa tempestade.
Barney: Ele nunca devia passar um dia sequer sem te ligar, porque quando eu passo um dia sem falar com você... Esse dia não é bom.
