Quando a Gente Cresce Descobre Mario Quintana
A coisa mais comum de se ver por aí é gente se fazendo de difícil para ver se alguém vai correr atrás, enquanto o amor de quem está bem do lado aos poucos se desfaz.
Quem usa gente como trampolim para o sucesso, corre o risco de mergulhar de cabeça numa piscina vazia.
Gente deveria ser tratada como um livro, que se pudesse ler, tentar entender, e se não conseguisse não o rasgasse, não o julgasse, e não o jogasse no lixo, apenas o devolvesse à estante, porque com certeza um dia apareceria alguém a quem servisse de inspiração.
Não é que existe gente que está à frente do seu tempo. É que ainda existem pessoas que ficaram para trás presas ao passado.
Gosto de gente que não cede às pressões, que se mantém fiel às suas crenças, e não vive a vida que outros desejam, só porque lhes falta habilidade para amar.
Não é esquisito? Só podemos nos ver por fora, mas quase tudo acontece do lado de dentro.
Eu aprendi que é melhor ficar sozinho. Sem ninguém pra atrapalhar. Relacionamentos são muito difíceis.
Ser gentil com você mesmo é uma das maiores gentilezas.
Pedir ajuda não é a mesma coisa que desistir. É se recusar a desistir.
Às vezes o simples ato de se levantar e seguir em frente é algo corajoso e grandioso.
As lágrimas caem por um motivo e são sinal de força, não de fraqueza.
Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve a seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.
O mais difícil de tudo é perdoar a si mesmo.
Se não conseguir de primeira, coma um pedaço de bolo.
– Qual foi a sua maior descoberta?
– Que basta ser do jeito que eu sou.
Nosso clube do livro nas sextas à noite se tornou nosso refúgio. É uma liberdade particular perceber que o mundo se torna cada vez mais escuro à sua volta, mas que só é necessária uma vela para enxergarmos novos mundos se revelando. Foi isso que encontramos na nossa sociedade.
