Próximo
O valor da solidariedade para com o próximo, seja ele pobre ou rico, está na disposição imediata de atender sua necessidade.
Vidas que não conseguem ofertar seu dinheiro para o bem do próximo são as mais infelizes, porque seguem suas próprias leis da ganância, insegurança e mediocridade.
Planos e propósitos vêm aos montões no primeiro dia do ano novo, mas acabam se desabando nos próximos meses por falta fé, atitude e perseverança.
Para os cristãos assistirem a uma luta no UFC é arbitrário à doutrina do amor ao próximo, porque está torcendo para a pancadaria ou degeneração humana.
Inveja é o que o outro desdenha em seu coração aquilo que o próximo conseguiu com trabalho, inteligência e superioridade de seus conhecimentos.
Inveja é ocupar uma posição de baixa autoestima em detrimento da felicidade do próximo, quando este não alcançou, com seus próprios recursos, o que o outro conquistou.
Quem trabalha para viver bem, baseado apenas pela sua conta bancária, está mais próximo de ter um enfarte, onde a sua sobrevivência não depende do dinheiro, e sim, da sua saúde espiritual.
Muitos religiosos cobram o respeito pelo próximo, sabendo que a obediência à Palavra de Deus não entra nos seus vocabulários.
A bondade, a simpatia e o sacrifício de Jesus foram exemplares com o próximo, sobretudo a Sua salvação entregue em prol da humanidade.
Pecadores que tiram proveito de qualquer situação, sem mesmo se desculpar com o próximo ou ignorar sua culpa com Deus, está focado no pecado e no fracasso.
Jamais devemos temer o próximo quanto ao mal, porque acreditamos na presença do anjo que dele nos livra, pois somos filhos de Deus.
Inativas serão as mãos e as obras dos homens que se aproveitam do próximo para viver uma vida regalada.
O desgosto só nasce no coração daquele que não tem gosto pelo próximo e será omisso pelo seu sentimento nefasto.
A maior caridade que o ser humano pode fazer ao próximo é amá-lo como a si mesmo, reconhecendo suas dificuldades.
