Proverbios sobre a Mulher
Sobre nossas histórias. Investigamos nosso passado para corrigir o nosso futuro, na verdade isso é um presente do passado para nós, nossas histórias passadas podem se repetir.
Doces sonhos
Onde eu ponho minha cabeça sobre o meu travesseiro
Deito, choro, grito!
Imito o choro dos pássaros que já não me acordam mais
O vento passa a ficar lento com um tempo
Já não consigo mais enxergar aqueles pequenos galhos secos
As freiras, coitadas, estão presas em um convento
Mal podem mostrar o seu talento
O vento sopra, toca os olhos da doce menina
Se tu és tão pequenina
se permita dançar
Amar, sorrir e sonhar.
Hoje eu te peço, Pai...Que resplandeça sobre nós toda luz celeste, para que o nosso corpo permaneça revestido da luz do Espírito Santo...assim sendo, os tesouros terrenos não nos farão falta alguma.
A trama
Certo dia, bateu uma vontade de escrever sobre três coisas que a minha fé considera viável para a vida humana. Digo isso pensando no nascimento, na morte e na ressurreição do amor.
Aí me bateu uma nostalgia. Lembrei-me de uma obra que li do Rubem Alves O canto do pássaro encantado. Recordo também que no dia do lançamento do respectivo livro, na cidade de Belo Horizonte, ele estava por lá, porém naquela noite não pude ir.
Carrego comigo um pedacinho de saudade. Como assim “saudade”? Se não o conheci pessoalmente. É verdade! Mas quando lemos demais um autor, achamos que o temos conosco.
Basicamente, é assim que a fé rege a nossa vida. Não vemos Cristo, mas o sentimos conosco o tempo todo. Fortalecendo-nos e até mesmo carregando no colo quando necessário.
Mas como a fé nasce em nós?
Boa pergunta!
É preciso uma pausa.
Silêncio.
Contemplação.
A fé nasce de um sentimento profundo de esperança. De um amor profundo pelo bem comum e particular.
A fé, ela nasce de vários tipos. Como um transbordamento de sentimentos de paz e tranquilidade, como os amanheceres nos seminário menor em Caetité-Ba. Experiência propedêutica inesquecível.
Recordo-me de acordar bem cedo para comprar pão na padaria. E ao descer aquela rampa, orgulhosamente me perguntava: o que estou fazendo aqui? Deveria estar em minha casa. Com os meus pais. Saindo com os meus amigos, porém estava ali, fazendo uma experiência diferente, vivendo momentos de profundos silêncios e solidão.
E hoje percebo que a fé não nasce apenas do louvor. Nasce em almas profundamente silenciosas, amorosas, amigáveis, singelas. A fé nasce na tranquilidade do amor sincero.
Tendo como exemplo: Mahatma Gandhi, Tereza D´avila, Francisco de Assis, Maximiliano Kolbe, Dalai Lama e tantos outros que lutaram e lutam por uma fé mais límpida.
Todos partiram, todos partem. Todos nós morremos acreditando ou desacreditando em alguma coisa.
Mas, afinal, o que virá ser a morte?
Qual o seu sentido?
Por que a tememos tanto?
Há tempos quero ler As intermitências da morte do José Saramago e em minhas viagens para Vitória da Conquista pude compra-lo numa livraria. Deleito-me apenas em sua “orelhinha” fico pensando o que ele escreveu sobre a morte.
E descobri, ouvindo amigos que leram que a morte faz tanto sentido quanto a vida. Então, vale a pena morrer? Vale! No tempo certo. Mas qual é momento certo para morrer? Sinceramente, não sei.
Mas acredito que temos que viver enquanto estamos vivos. Parece loucura, mas é necessário.
Precisamos aos poucos buscar a “mediania” como pensava Aristóteles, filósofo grego, que refletia sobre a busca humana dentro de uma perspectiva ética. Nem a escassez e nem o excesso. É preciso encontrar a justa medida.
Sendo assim, a morte tem tanto sentido quanto a vida. A morte é um sinal de finitude humana.
Voltando a Saramago, a sua obra aborda um dilema que pode ser moral, pois a morte entra de férias e o planeta entra num colapso, ninguém mais morre, todos que estão em seu leito de “morte” não morrem, agonizam-se na esperança da morte que entra de greve.
E todos, mas digo todos mesmo! Entram em desespero. O sofrimento é a raiz do mal do corpo e da alma que clama pela morte do corpo para que ela possa partir... Fazendo uma alusão a Platão que ressalva que “o corpo é a prisão da alma”.
Nos pilares da fé cristã está a ressureição como prova de amor, não necessariamente ela, mas a morte. Então, porque a tememos tanto? Talvez, porque a sede de viver é maior do que a de morrer. Se é que existe vontade para tal fim?!
Ninguém tem o direito de doar a vida por compaixão como elucida Milan Kundera na sua obra: “A insustentável leveza do ser”, pois ou se faz isso com um profundo amor ou não se faz nada.
Sendo assim, qual a vida que vale a pena ser vivida? Para que sejam reconhecidos todos esses valores? Ainda em Milan Kundera que coloca a eminente perspectiva de uma vida profundamente bem vivida no seguinte requisito: o corpo está mais próximo do chão, carregando o peso de uma existência que precisa ser vivenciada para que a supremacia da realidade transborde sobre o ser.
Nesse caso, veio uma pergunta, também direciona por Milan Kundera: O que é positivo, o peso ou a leveza?
14/12/2015
A natureza pede o nosso delírio sobre ela, aprofundando nos detalhes minuciosos do corpo dela, uma forma generosa de observar a essência da alma.
Sobre o ter e o ser
Importante não é ser dono de muitas coisas,
Mas impedir que elas sejam donas de ti.
Sobre o amanhã
Não crio mais expectativas
Nem sobre a vida, nem sobre
A morte, nem sobre o amor,
Nem sobre coisas e pessoas.
Criar expectativas é cair em
Cilada. É ceder ao tempo
Uma certeza que não se tem
Sobre o amanhã. Sobre o
Depois, sobre o porvir que
É tão incerto quanto nossos
Quereres.
Ser criança
Ser criança é não saber.
Não saber sobre a dor,
Mas saber sobre o amor
Materno e paterno sem
Nem saber de onde vem
Esse sentimento que o
Alimenta desde o cordão
Umbilical até o seu fim.
É não saber que o tempo
Que ontem engatinhava,
Hoje corre. Ser criança
É sorrir com a inocência
Inerente ao seu não saber.
Não saber que a imaturidade
Logo amadurece diante da
Árvore da vida. Ser criança
É brincar com tempo e
Brindar com a vida
A juventude que logo
Tornar-se-á adolescente
E mais tarde irá se vestir
Como adulto que será.
Ser criança é olhar para
O relógio preso a parede
Sem a pressa vindoura.
Ser criança é não saber o
Que fazer com os dias que
Ficaram mais longos. Ser
Criança é um não saber
Tão cheio de dengos, mimos
E doçuras. Ser criança, quem
Dera se Deus por um descuido
Tivesse eternizado esse não
Saber que o tempo passa
Levando essa criança que
Um dia fomos sem saber.
Tu me enches de alegria, sabia,?
gosto muito de contar sobre meus dias,
Pena não ser todo dia.
Há quem dera,
Se deveras,
Realidade,
Tu me queiras.
Nessa,
Ou em outras vidas,
Serei eternamente feliz,
Por te amar,
Deixa está,
Quem preverá,
Se pra mim voltarás.
Ouço batidas de coração,
Será se é paixão,
Ondas leves,que vão e vem,
Me fazem tão bem.
Não vai,
Fica mais um pouco,
Te ouço,
No café,
Janta,
E almoço.
Me sente,?
Ver como é manso,
Saudável,
Sentir amor de verdade.
Cristo nunca mencionou uma única palavra sequer sobre homossexualidade em nenhum dos 4 Evangelhos, sendo ele meu exemplo então porque isso me incomodaria se Cristo pareceu não se incomodar? Fé não tem sexualidade, fé não tem gênero.
"Seja ele(a) o amor da sua vida,invista,não importa os comentários que iram vir sobre ti,não importa a classe social que ele (a) seja ate porque nada disso no final vai valer a pena,o que importa realmente é ter a pessoa certa ao seu lado"
Pensamento do dia 23/06/2016
Preciso aprender mais sobre deixar as pessoas ser o que elas querem ser, não o que eu quero que elas sejam.
Hoje resolvi escrever, sei la sobre o que, talvez sobre a vida, ou talvez sobre como me sinto diante dela, resolvi olhar de frente, nem de lado, nem de trás, mais saber viver a cada dia, sem se preocupar com o que foi, ou com o que virá, decidir jogar fora um monte de coisa encalhada na gaveta, e colocar coisas novas no coração, aliás viver é aprender a cada dia, é aceitar suas fases, suas vitórias, e até derrotas, é sonhar um sonho novo, é gastar seus segundos, minutos e horas, é certo que tem gente chegando, e outras saindo, tem gente conhecendo as nossas histórias, e gente se despedindo delas. Afinal viver é morrer todos os dias, mais acima de tudo é envelhecer tendo a certeza que viver é mais do que simplesmente sobreviver".
Comentar sobre alguma religião em lugares "públicos" Hospitais, Praças, Escolas etc. Não passa de um leve influencia.
"Uma coisa de grande valor que aprendi em minha caminhada sobre o orbe terrestre: colocar à prova tudo o que escutei ao longo de minha vida: crenças, mitos,causos,diz que me diz,fulano falou,sicrano repetiu,etc...Tudo que estudei e li...Certamente vi e verei, os dogmas e fantasias caírem por terra;mas a verdade-,a sim, a verdade; essa permanecerá!"
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