Proverbio Chines sobre a Palavra
Sabes de tudo sobre esse possível amargo futuro. Sabes também que já não poderias voltar atrás, que estás inteiramente subjugado e as tuas palavras, sejam quais forem, não serão jamais sábias o suficiente para determinar que essa porta a ser aberta agora, logo após teres dito tudo, te conduza ao céu ou ao inferno.
Descaso
Não costumo escrever sobre amor,
este amor de que falam os apaixonados,
minhas rimas são dispersas, inócuas,
desejos imersos em rimas dispersas.
Não tenho muitos sonhos,
mas invento meus versos,
perdidos versos que vagam sozinhos
fazendo um eco na solidão.
É uma estéril caminhada poética,
poemas invisíveis que ninguém lê,
monólogos que restam do dia a dia,
falando surdamente para mim mesma.
São versos distraídos de silêncio,
no descaso do nada querer,
mas se todo amor é um refúgio,
resta então uma esperança
para uma súbita poesia....
17 de junho de 2010
Espinha ereta.Era a postura que tinha,e mantinha,mesmo sentindo o fardo sobre os ombros miudos.Ela só queria voar.Uma volta apenas, num mundo em que realidade lhe tornara distante.Em teu nome de nada,ela escreveu teus desejos,e era assim que esperava,que teus versos tornassem livres,como borboletas,e que um dia alcançasse,descansasse a coluna de sustento,que lhe era a única importancia naquele su-real mundo,de incertezas,que lhe pusera alguma esperança: só viver,dia após dia,com a liberdade de ser o que queria,o que era,com quem quisesse.O sonho daquele voo inibido,pareceu ter sido rogado,divino,para aquela menina que desfraudava rosários,em sonetos,escondida,os pedidos onde só Deus ouvia.E Ele sabia:pesaria.Borboleta não foi feita pra ficar.Fez ela só pra encantar.Mas que embora tão curta vida,da metamorfose despida,ela teve um céu.Foi azul.Num mundo azul,que se descobriu compatível,com tudo aquilo que não lhe era compreendido,mas que quando expressada naquelas rimas,era encarnada como que em duas asas que lhe conduzia.Não era borboleta,nem mais menina.Era alma.Era teu ar.Amar.
A realidade do cristianismo começa onde termina a fantasia do proselitismo: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Sobre o tempo
O tempo nos surpreende
A vida pode até finda agora
Pode vir o fim de repente
Ninguém sabe quando vai embora
Temos tempo pra viver
Para vida aproveitar
Tempo pra se arrepender
E também pra se alegrar
Tempo de fazer amizades
De aproveitar juntos os momentos
Viver alegrias, felicidades
De demonstrar verdadeiros sentimentos
Quem pode voltar o tempo
E a vida refazer
Aproveitar simples momentos
E feliz realmente ser?
Ai que vontade me dar
De fazer o tempo regredir
Ficar ao seu lado, conversar...
Quem sabe até te fazer rir!
Tivemos grandes momentos
Pena que o tempo não para
Há! Se o parasse o tempo!
Hoje aqueles momentos, são coisa rara.
O que resta e nos dar tempo
Deixar o tempo passar
Quem sabe aqueles momentos
Possa um dia retornar.
Uma gota seca cai sobre a macia macieira, uma lágrima doce seca a retina e dilata a pupila, assim mudo de lado meu mudo coração e durmo
Grato me restei por ti sóbrio, bêbado e só. Hoje então o que sobrou foi saudade sua sobre a mesa e que desta porem reste sobras até amanhã, pois as vezes e sempre sinto-me sentir que restou uma sobra de vida em mim, mesmo que uma sobre-vida pós sombria, que durou soberana até a soberba, até ontem.Temo que reste a mim apenas viver. Sobre além e mais dura que tudo: dura. Vivo assim fraco e por enquanto te amo de agora até nunca, ingrata.
" O que Pensar... "
Fiquei me perguntando durante noites no que pensar sobre você, sobre nós, logo quando pansei que tudo iria melhorar, logo quando nosso amor estava mais forte, foi quando descobri que na verdade ele estava era fraco até de mais... E agora me pergunto o que farei eu sem você, caso venha a te perder, caso nunca mais eu venha poder olhar de novo nos seus olhos, e ouvir sua voz durante toda madrugada, não consigo imaginar minha vida sem você, minhas noites sem você, sem você na minha caixa de mensagem do celular... E mais uma vez me encontro sem teto ou sem chão, estou mas uma vez sem você, e hoje a noite paresse não ter luar, meu dia mais uma vez nublado, sem sol, e o vento mais frio dom que nunca...
Na verdade só pesso a Deus para que um dia eu possa sentir o verdadeiro amor, que eu possa me sentir amado, que eu possa na verdade amar e ser amado, e enquanto esse dia não chega eu continuo aqui, sem você, sem seu amor, continuo aqui na realidade sem conhecer a realidade do verdadeiro amor...
O ser humano adora criar e inventar, é um ser dotado de inteligência, de dominância sobre as outras espécies, enfim, é um ser até que supremo se visto pelo lado do antropocentrismo, porém quando o assunto é morte ele é capaz de inventar as mais diversas teorias, até mesmo a de que você morre hoje e amanhã você vai voltará, como animal, outra pessoa, enfim, de alguma maneira, mas volta.
Quem sabe ele esteja enganado sobre todas essas preferências. Quem sabe ele apenas ainda não conseguiu enxergar a verdadeira preferência dele. Ou talvez nem seja a preferência; talvez seja exatamente o contrário do que ele prefere, só para ele perceber que não é preciso ser branquela, loira, fácil e não-tímida para completá-lo. Basta haver um sentimento. E esse sentimento ser recíproco. Mas, por enquanto, eu continuo não fazendo o “tipo” dele. E ele fazendo o meu.
Mestre me fale sobre o amor...
O amor é aqui que não se explica, mas que em sua excência e a força que cria o universo.
Amar é dar de si, sem que seja preciso devolver...
Mas, só na verdade se sabe o que é o amor, quem já o teve...
Se você não tem mesmo certeza se é amor o que está sentindo, não se preocupe. A melhor coisa sobre o amor é sua constante incerteza. Um dia você está seguro, sabe exatamente o que está se passando com você, então numa semana inteira de angústia, sua certeza desaparece e você não tem mais certeza de nada.
Um dos grandes mitos que nos engana muito, é como saber quando o amor verdadeiro chega; outro é, se não sentimos aquela descarga elétrica que nos tira a respiração, então não é amor; e um terceiro é a existência da "Pessoa Certa".
E nada disso é verdade...
Dia em que as lagrimas correram sobre meu rosto.
Antes da fatalidade a duvida pairava dentro de mim, junto com outros pensamentos que me deixava mais confuso ainda. Eu achava que um dos atos mais espressivos da vida nunca mais iria acontecer, pelomenos nao tao rapido, e entao meses atras algo muito ruim aconteceu e eu chorei.
Quando você verticaliza sua opinião sobre um fato, retrocede e não expande seu conhecimento. Então veja, analise e horizontalize sua forma de pensar!
Numa entrevista, perguntado sobre sua obra, o aspirante a escritor disse, entre batidas de um coração embebido em ansiedade:
_Acho que meus textos têm um quê da sofisticação dos clássicos literários que, já há muito, habituei-me a ler. Essa sofisticação pré-molar, perdida entre repulsas circunscritas, próprios protestos e a necessidade - mais que absoluta - de renovação. Não gosto de trabalhos modernistas em nenhum dos campos da arte, mas absorvo técnicas progressitas como neologismos e excessos, que dão ao texto uma cadência mais intelectual, que não prevê barreiras culturais, contudo. Tento me ater, de forma não muito satisfatória, a um único tema quando escrevo uma primeira palavra; mas eu jamais serei capaz de me ater a algo que não eu mesmo. Essa é uma colocação um pouco egocêntrica para um cronista, mas é fato - mais que consumado - que eu não ajo senão da forma que me prevê a sociedade em que vivo e a qual observo na faculdade de meus trabalhos, literários ou não. E eu não sou um tema de abordagem única.
(...)
(...)
Ao final da entrevista, perguntado sobre as assinaturas jamais vistas em seus trabalhos, respondeu naturalmente, dando, por último, um sorriso:
_Não assino por não saber quem foi que escreveu aquilo que se lê, aquilo que se mastiga entre a língua e o céu da boca, numa decomposição vagarosa e letárgica como a febre que acomete os mais bem trancados depósitos de adrenalina instalados cautelosamente na alma de um ser. Não assino por não ter um nome, não, sim. Sou como a sombra do meio-dia no Equador: eu existo nas profundezas daquilo com que me mascaro, dessa inexistência tão espetacularmente conhecida e ignorada propositalmente - essa inexistência que existe mais do que qualquer outra coisa. Não assino por não ser necessário saber quem agrupou as palavras que se lê, contanto que essas mesmas palavras sejam capazes de ler o leitor. Não escrevo realmente, sinto. E é esse sentimento que escorre pelos meus dedos, deveras inaptos, de mim para todos os que realmente merecem. Codifico o que o mundo me imprime, nada mais. Não assino, portanto, porque não há que se assinar o que não se escreve. Desacredito no que faço tanto quanto na veracidade de fazê-lo. Viver pra mim é um sonho que está sempre beirando o fim; escrever não é diferente. Obrigado.
As pessoas têm certo preconceito sobre a festa de São João.
Mas na verdade a festa nunca foi para São João,
pois ele nunca veio para a festa. A festa era para nós mesmo...
ele só era a desculpa. E que desculpa boa essa!
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