Proverbio Chines sobre a Palavra

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Não é sobre encontrar alguém que te complete, mas alguém que reconheça a beleza da sua inteireza.

Quem expõe demais o outro, revela mais sobre a própria falta de cuidado do que sobre o erro de quem foi exposto.

Não é sobre não ter medo. É sobre não estar sozinho enquanto o medo tenta falar mais alto.

Falar sobre perdão é importante.
Mas também é preciso falar sobre quem fere, humilha e não se responsabiliza pelo mal que faz.




Janice F. Rocha

​Não preciso me explicar para quem já construiu sua própria versão sobre mim. Se isso te traz razão, que fique contigo; eu fico com minha paz.

A vida espiritual não é sobre mérito humano, é sobre fé e entrega.E quando nos rendemos ao cuidado de Deus, percebemos que o que parecia impossível sempre foi possível.

Julgar os outros é perigoso... não tanto pelo que se diz sobre eles, mas pelo que o coração acaba revelando sobre nós. Quem aprende a olhar com misericórdia, vê menos falhas e mais humanidade.

Os homens deveriam aprender tudo sobre os desejos e os corações das mulheres educadas, antes de conquistá-las para o seu prazer.

Se tua felicidade depende de permissão,
Sugiro entenda sobre liberdade.

Conheceis o passado para entenderdes o presente e terdes perspectivas sóbrias e sólidas sobre o futuro.

Não é sobre os seus bens, mas sim, o que você faz com eles.

​"Resiliência não é sobre quanto você suporta, mas sobre como você se reconstrói enquanto o mundo tenta te quebrar; é a arte de transformar o golpe em alicerce, provando que o metal mais caro é aquele que foi forjado sob o peso que esmagaria qualquer um."

A vida não é sobre esperar a tempestade passar, nem sobre aprender a dançar na chuva como dizem os pôsteres motivacionais; é sobre entender que você é a própria chuva, o trovão e o arco-íris, e que nada disso faz sentido sem o solo firme da sua aceitação.

Questionamentos sobre o que é certo, ou críticas sobre o que é errado, raramente incomodam a popularidade, até que o surgimento de algum luminar mais novo dê à moda outra morada.

“Quando perdemos o controle sobre o próprio ritmo, deixamos de ser os organizadores da nossa experiência e passamos a operar dentro de um fluxo que não definimos. Continuamos ativos, mas essa atividade já não é necessariamente orientada por uma intenção própria. Respondemos, consumimos, alternamos estímulos, mas raramente paramos o suficiente para perguntar o que, de fato, estamos fazendo.”

-Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

“Olhar para quem você precisou ser não é sobre buscar culpados, é sobre libertar escolhas. É entender que muitos dos seus comportamentos atuais não nasceram do desejo, mas da necessidade.”

- Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que você é você?

Quando perdemos o controle sobre o próprio ritmo, deixamos de ser os organizadores da nossa experiência e passamos a operar no automático.

Não é sobre apontar o dedo ou achar que o outro é "falso", é sobre observar o esforço hercúleo que as pessoas fazem para caber em um molde de "perfeição" ou "utilidade", enquanto a essência delas — a parte original, crua e erronéia — fica escondida, pedindo socorro.

Pelo estudo e pesquisa da historia sobre o autismo, sabe se que a versão mais abrangente e aceita, é sempre contada pelos vitoriosos que costumam demonizar e barbarizar os oponentes. Sendo assim, nem tudo que falam sobre um fato histórico cientifico é a expressão máxima da verdade, inclusive vários fatos, pesquisas e avanços científicos são omitidos quando não são usurpados na titularidade pelos vencedores, que as aproveitam como avanço natural tecnológico cientifico, originários da mesma época dos conflitos. Assim ocorreu com os estudos do renomado medico pediatra, psiquiatra e pesquisador austríaco Johann "Hans" Friedrich Karl Asperger, ou simplesmente Hans Asperger, entre 1943 e 1944 quando publica o artigo “A psicopatia autista na infância”, publicado em alemão durante a Segunda Guerra, época que Asperger cooperou com o regime Nazista.

Como base nas minha constantes pesquisas sobre o autismo, gosto de lembrar que foi por meio do artigo cientifico pioneiro “A psicopatia autista na infância” do medico pediatra e psiquiatra austríaco Hans Asperger, mesmo dentro do programa nazista, no controverso projeto Lebensborn ("fonte da vida", em alemão), e que consistia a predileção ao estudo da psicopatia em meninos, as crianças dentro do artigo foram chamadas de pequenos mestres, devido à incomum super habilidade e genialidade de discorrer sobre qualquer tema que fosse foco e aptidão natural, detalhadamente por varias horas seguidas. Fato este incomum para meninos da mesma idade nas diferentes culturas do mundo.