Prove seu Amor
Ser mãe solteira é um ato de coragem e amor incondicional. Eu enfrento desafios diários, mas também experimento uma conexão profunda e única com meus filhos. Sou forte, capaz e amada, não apenas pelos meus filhos, mas por mim mesma. Eu sou um exemplo de resiliência e determinação. Continuarei sendo eu mesma. Não preciso de ninguém para validar minha existência ou minha capacidade de amar.
Um dia, o amor que hoje dói, vai se transformar em uma lembrança de como crescemos juntos, mesmo separados.
O amor é um verbo de acumulação. O ódio, um verbo de subtração. Você é a soma viva do verbo que mais frequentemente conjuga.
O maior risco do amor não é amar e ser trocado. É desmontar-se por amor e, ao ser trocado, descobrir que não se lembra mais do projeto original de si mesmo.
No silêncio dos instantes, o amor revela sua forma mais verdadeira — é na simplicidade que ele se torna infinito.
Creio no Amor
Creio no Amor...
Quando seus olhos brilham,
Oh, creio sim!
Na noite iluminada
Por estrelas cadentes...
E o nosso coração acelerado
Creio no Amor...
Quando seu sorriso
Se abre para mim
Creio sim no Amor,
Quando as memórias
Me inundam de felicidade
E me sinto especial...
Por teu amor...
Creio no amor,
Ao olhar para o horizonte
E sentir a força do universo
Nas ondas que vem e vão...
Creio no amor!
E me sinto plena
E nunca me esquecerei
Que não estou só
Pois ao teu lado
Eu me encontrei
Meu eterno e inesquecível
Amor eterno Amor...
No simples do existir, o amor acontece — sereno, inteiro, como se o universo coubesse em dois corações.
Suri Sicuri
Oruro vem dançante
Extasiante
...
Vem com tudo
Wititis por Oruro
É amor puro
...
Ah, Sampoñaris!
Por Oruro não pares,
Dancem milhares!
...
Ai, Tarqueada!
Sim, por Oruro toda:
enamorada.
O mesmo amor que salva, mata. O mesmo amor que cura, destrói. Amores que não matam são carência escancarada. Amores fatais são aqueles de verdade, que nos bagunçam por inteiro, e não podem ser esquecidos. São parte essencial de quem somos. O veneno e o remédio. O que nos mostra que estamos vivos, mas também nos mata por dentro.
- Marcela Lobato
