Próprio
A transformação é um ato violento de amor-próprio, que destrói o que é velho para dar espaço ao que é novo.
A caridade mais essencial é aquela que oferecemos ao nosso próprio espírito ferido, é o perdão silencioso pelas escolhas que nos trouxeram à beira do precipício, é a decisão de não ser o carrasco da própria história, revivendo incessantemente o erro. O ato de ajudar o próximo deve ser um segredo guardado entre você e o invisível, assim como o seu renascimento precisa ser um pacto íntimo e sem alarde, onde o único testemunho necessário é a sua nova e inabalável paz.
As perdas ensinam a geometria do meu próprio espaço. Depois de cada saída, sobra um contorno novo do que sou. Desenho com cuidado as margens que restaram do mapa. E percebo que a estrada que me falta é também caminho. Perder é reformar a casa onde ainda cabe silêncio e canto.
A honestidade comigo próprio é o gesto mais revolucionário. Não falo para impressionar, falo para ordenar a casa. Quando digo a verdade interna, coisas velhas deixam de controlar. É como abrir portas por dentro para que a luz entre. E então o mundo externo se rearranja em conformidade.
A alma encontra o próprio porto na vertigem do teu afeto, onde o tempo, que para todos corre, por nós se curva e multiplica a graça. Meu coração, antes inquieto, desarma e se rende ao teu cheiro, pois o que quase ninguém vê é o segredo que o teu toque descasca, e no teu beijo, o corpo vai sem medo, entregando-se inteiro à certeza de ter amado te ver.
A autodisciplina é a forma mais profunda de amor-próprio. O futuro agradece o rigor que você tem hoje.
O amor-próprio é o alicerce mais antigo da alma, o único lar seguro e o primeiro ritual ao cruzar essa soleira é o perdão visceral que demola todas as acusações.
O perdão próprio é um gesto de arquitetura: derrubo pilares, reconstruo paredes. Não é reconstrução imediata, é obra que avança com oficina aberta, com barro, paciência, e a presença de quem não teme lama. No fim, a casa fica mais simples, mas com janelas que deixam o sol entrar.
Fiz da ausência um hábito, depois um vício e, por fim, meu próprio nome. Já não sei quem eu seria se o vazio me deixasse.
Cada um tem seu próprio brilho, pare de focar no brilho dos outros, vai cuidar do seu próprio, aprenda a fazer diferença.
Quem escolhe lançar pedras,
cava o abismo do próprio coração.
Mas quem estende as mãos,
abre caminhos de compaixão.
As pedras não constroem,
elas ferem, destroem, afastam.
Mas mãos estendidas levantam,
curam, unem e restauram.
Não perca tempo com o covo; quem vive de intriga cava o próprio abismo. Foque no Pai, porque só o Céu recompensa caráter.
Cada um responde pelo seu próprio azeite.
É no secreto, na renúncia, na obediência diária
que a lâmpada permanece acesa.
"Vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora.” (Mateus 25:13) miriamleal
Manter suspeita onde Deus já perdoou
é tentar revisar a sentença do Céu.
É colocar o próprio discernimento acima do veredito divino,
E isso não é cuidado,
é orgulho espiritual.
É se colocar como fiscal onde Deus se declarou Pai. miriamleal
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