Promessas
Era um fim de tarde , o sol se pondo, dedos entrelaçados , juras de amor , promessas ao pé do ouvido , caricias e muito amor … amor ? bem isso eu já não sei … , parecia tudo tão verdadeiro , tão lindo , simplesmente perfeito . A brisa batendo em meus cabelos , pássaros entoando um lindo cântico . Parecia cena de filme , parecia amor . eu disse só parecia … Ela o amava , mais pena que isso não era o suficiente , ele a fez acreditar que poderia ser feliz para sempre , ele a apaixonou . Ele fez de tudo , menos amá-la de verdade. Antes ela não entendia porque tudo acabou tão derrepente , pois ela achava que era amor . Mais não passou de mais um sonho, de mais uma ilusão. Ela simplesmente perdeu o chão . Não sabia para onde correr , para onde fugir , sim ela sofria muito . Pensou em se cortar , pensou em morrer , pensou em sumir. Mais no momento em que ela disse que estava só , ela ouviu um voz suave ao mesmo tempo forte , em seus ouvidos que dizia… Filha ?! No momento em que estais derramando estas lágrimas aqui estou eu , enxugando-as . Sabe aquela brisa que de vez em quando bate sobre seus lindos cachos ? Ela é o meu sopro de consolo tentanto chegar ao teu coração. Sabe aquele momento em que você diz estais só ? Bem é nesse exato momento em que estou dizendo ” filha sempre estarei contigo , eu te amo . ” através dos cânticos daqueles pássaros . Você pode não perceber a minha presença , mais sempre estarei ai do seu ladinho dizendo que te amo! Estás chorando por ele , mais se acalma pequena , se ele não está mais contigo foi por que eu permiti , não fique com raiva de mim pequena , se eu tirei ele de ti , é porque coisa muito melhor reservei para você … Acalma esse teu coração filha! Como eu venci o mundo você vencerá também ! Que a minha paz esteja sempre contigo . Eu te amo! Então ela acordou ! Mais como ? será que foi mais um sonho ? Pensei que tinha sido tão real… Então ela se levanta da cama e quando abre sua janela sente aquela leve brisa passando sobre seus cachos , e o som daquele lindo cântico dos pássaros … Então ela percebeu que mesmo por ter sido iludida por um amor , mesmo ela reclamando do destino , mesmo ela dizendo que todos tinham desistido dela … Teve um homem la em cima , que nunca desistiu , que sempre estava ali do seu lado lhe consolando , que sempre a amou e sempre amará e que ele não tira , apenas te livra do mal.
E quando já não suporto o sofrimento faço planos, promessas, juramentos, digo que mudarei, que nunca mais sofrerei, e quando o dia seguinte chega já não tenho medo do amanhecer, me sinto forte, alegre, decidido, e as horas vão passando e junto com ela vem as angustias, frustrações, desilusões, e aquele guerreiro forte já não é mais tão forte assim, e passa a ter medo da noite, passa a fugir da lua, passar a sentir frio, um frio que consome a alma e que não cessará nem quando o for agasalhado por um cobertor, e por fim morre, o guerreiro morre pela sua própria espada chamada amor!
As palavras mais leves são pesadas
E promessas são fáceis
E ninguém é feliz para sempre ou triste por muito
tempo
Mas só porque eu disse isso
Não significa que eu pretendi dizer
Eu acho que aquele era o caminho o tempo todo
Eu estou só formando o som
Eu estou mudando o som das sílabas
Mergulhando meus dedos na água
E assistindo você se afogar
Dizemos essas palavras de novo e de novo
Mas elas ainda soam as mesmas
Estava nos seus olhos, nos seus olhos
Foram apenas mentiras fáceis
E foi um longo tempo esperando
E foi uma vida fazendo
E lá estava eu, enrolado nos afazeres do dia-a-dia, entregando-me às promessas dos deuses que guardam os segredos do amanhã, deixando que os dias passem por mim sem que eu passe por eles, adorava a automaticidade a que havia chegado, tornava as coisas bem mais tênues e livres de complicações.
Afinal não existia nada de tão inovador em minha vida que me propusesse qualquer perspectiva diferente, mas pensava em muitas, e quase o tempo todo, embora nunca tivesse iniciativa para me propor jornadas tão ao horizonte líquido de possibilidades do desconhecido.
Isso é sempre algo que requer insensatez, intrepidez, para não dizer estupidez. Coisas que não habitam em mim há sabe-se quanto tempo, costumo me convencer de que sou naturalmente inclinado à condutas que traçam linhas retas, sem desvios; retas ao que me prescrevo como razoável.
Mas este não é o ponto a que quero chegar.
Aconteceu que, de repente, algo começou a me incomodar o pescoço, como se alguma coisa tivesse me picado, passei a mão e me comprometi a olhar no espelho, quando chegasse em casa, tornando-me novamente aos afazeres mecânicos do que a sociedade chama de profissão.
Com certeza a dor é algo que incomoda, assim como o caos à ordem. Quando sentimos dor, o incômodo acaba com a nossa concentração e transforma a si mesmo no palco para onde vertemos os holofotes da nossa atenção.
Eu não estava acostumado à incômodos, sempre tinha tudo em ordem, estava completamente habituado ao ritmo sólido e constante com que as coisas vibravam. Mas, hoje, mal podia fazer atividades medíocres, que vinha fazendo há anos à fio.
É bem verdade que essa rotina me transformou em alguém de pouco humor, sempre mordaz com as pessoas, dono de um ceticismo intragável, às vezes, nem mesmo eu suportava conviver comigo mesmo, mas o tinha de ser, se pode fugir de tudo na vida exceto de si mesmo. Esta é uma responsabilidade de natureza perene, que cada um tem para consigo mesmo, a de arcar com aquilo que fizeste de si: ‘criaste-te, agora, suporta-te’ — pensei.
Entretanto, não posso negar, situei-me por tanto tempo fora do espaço comum, que habituei-me a minha individualidade, meu espaço sem estrangeiros, com seus sotaques de ideias, suas religiões de valores, havia muito tempo que não me metia em conflitos, era só eu e eu mesmo.
Chegando em casa, fui logo ao quarto e me dispus a olhar-me no espelho, ali, bem no sítio em que me doía insuportavelmente. Para minha surpresa, não havia nada. Exatamente, nada. Nem mesmo um único vergão, marca, bolha ou ferida. Mas doía como se o incômodo viesse da picada de um escorpião. Dizem que é uma das peçonhas mais doloridas e incômodas. Nunca fui picado, li em algum lugar. Diferente de nada, nada não podia doer tanto.
Era violenta e invasiva, a dor. Não parava de latejar, sentia-a pulsar pelo meu corpo todo, mas se concentrava ali, no pescoço. Malditos calafrios.
Todo este arrebatamento, talvez se devesse a isto estar tirando-me do comum. Deveria ter passado no supermercado depois das vinte horas, que é quando paro no trabalho, e ter comprado algo para entreter meu estômago. Isso, entreter e não alimentar, pois é isso que acontece nas sextas à noite. Mas com toda essa situação me afligindo, mal lembro se desliguei a luz quando saí.
Só consigo pensar nisso, em resolver este incômodo, que parece estar tomando o controle da minha vida. E inimaginavelmente, como pode fazer sofrer tanto algo que começou há menos de doze horas.
Reclamei tanto comigo mesmo, fiz a dor acima de todos os meus sentidos.
O que mais me incomodava talvez fosse a confissão que devia a mim mesmo. E o diabo sabe como machucar. Azucrina com o que de mais importante guardamos no fundo do obscuro baú execrável de nossas almas, mas não podemos mentir a nós mesmos eternamente. Uma hora a verdade nos consome, e o que fazíamos oculto aparece. É como mágica, fingir bem é a chave. Fingir tão bem ao ponto de que todos acreditem. E a mágica só tem poder quando nós mesmos acreditamos nela. É assim que o truque funciona.
No fundo, eu sabia de uma coisa, que quis esconder de mim mesmo, o motivo real da minha falta de controle sobre a situação, com todos esses rodeios mentais. Algo que era comum, ao menos para mim. Rodeios mentais.
Sempre tento argumentar comigo mesmo, como se existissem dois lados em disputa, um dizendo algo e o outro tentando impor suas ideias, seus anseios, em via contrária.
A dor no pescoço, todo este incômodo, esta agonia, sinto-me tirado de mim mesmo, para fora, para longe do confortável buraco onde havia me enfiado desde a pré-história da minha vida, para o horizonte líquido e detestável de possibilidades, como eu o via, mas devo admitir, que ainda sinto os lábios dela marcarem suavemente um beijo de despedida no meu pescoço.
Não são as promessas que afirmam, queremos ouvir. A verdade muitas vezes se oculta, em um furtivo olhar. (taw ranon)
Tudo o que eu sei é que a vida, não faz promessas; é tudo efeito cascata, tem que fazer acontecer.
Nunca deixe de agir, dê preferência a ação.
Não pare, não fique inércio nos pensamentos, não fique esperando sem se mover.
Então corra e realize a experiência/privilégio que é viver e fazer valer a pena esta grandiosidade que és a vida!
Bom dia!
Levante-se questionando sobre promessas que fez a si mesmo! Promessas que elevaria seu caminhar para o que fosse melhor! E perceba que por vezes a única barreira está em si mesmo, em sua mente e não fora!
Deus trabalhou enquanto voce dormia! Agora é hora de acordar, pisar no chão da vida e descobrir o que você é capaz de oferecer a este dia!
Vamos nessa?
ATÉ QUANDO?
A água é pouca no pote
de cima quase não vem
promessas viram calote
não aparece um vintém
as contas dão no cangote
e o governo com chicote
tirando de quem não tem.
Não esqueça que as promessas do Salmo 91 são para os que se apegam a Deus com amor, isto é, que O amam. Todavia, não basta alguém dizer que O ama. Segundo Jesus, quem tem os seus mandamentos e os guarda (busca com afinco viver segundo as Escrituras, pelo Espírito), é quem O ama.
Eu sei que meu Redentor vive...e estou certa de que suas promessas estão prestes a se cumprir...porque Ele cumpre a Sua Palavra até os confins da Terra!!! Gloria a DEUS por tudo que tem feito na minha vida e por tudo que ainda vai fazer!!!
Passando o dia dos namorados
em tua própria companhia,
não te decepcionarás
nem ouvirás promessas
que nem sempre serão cumpridas.
Não te importes, pois,
se estiveres sem outra pessoa ao teu lado,
além de tu mesma.
"Relacionamentos não deveriam ter fim. Palavras não deveriam ser esquecidas. Promessas não deveriam ser desfeitas. Sentimentos não deveriam morrer. Talvez o mundo esteja mesmo doente, e a cura seja reaprender a amar num mundo onde as mais simples e belas demonstrações de amor já não têm mais valor."
