Professor Mestre
Sinto saudade de quando os professores eram quase amigos, quando a sala parecia pequena demais para tantas conversas e os intervalos se estendiam entre risadas e partidas de xadrez. Até das aulas que matávamos para sentar juntos diante do tabuleiro eu sinto falta, e o mais engraçado era ver os professores rindo da nossa ‘rebeldia’, porque, enquanto outros matavam aula para ir embora ou ficar presos ao celular, nós simplesmente fugíamos para um canto para disputar uma partida de xadrez. É estranho sentir saudade até das pequenas transgressões de uma época em que nossos maiores problemas cabiam em um tabuleiro, algumas peças espalhadas e a certeza de que a próxima jogada seria motivo para outra risada.
O ceticismo professoral muitas vezes funciona como uma armadura impenetrável contra a graça, rejeitando de antemão a alegria de viver que brota de um coração reconciliado com o Criador.
O ranço acadêmico contra o sagrado transforma a esperança em ingenuidade, levando professores a tratarem a busca pela felicidade em Cristo como um sintoma de fraqueza emocional.
Muitos mestres do ensino superior parecem temer o Evangelho, disfarçando de rigor acadêmico a repulsa profunda que sentem por qualquer verdade que não caiba nos limites estreitos da razão pura.
A oposição de professores, doutores e líderes acadêmicos que combatem a fé para ensinar que o homem veio do macaco afasta a juventude da salvação de Jesus.
Quando a literatura infantil também precisa ser olhada com carinho
Como professora, muitas vezes vejo doações de livros e materiais chegando às escolas. E toda doação que amplia o acesso à leitura merece ser valorizada.
Mas também me pego pensando: será que todo livro oferecido às crianças realmente contribui para sua formação?
Nem sempre uma história traz uma experiência significativa. Às vezes, encontramos contos que repetem os mesmos valores, as mesmas fórmulas e as mesmas mensagens, enquanto tantas outras possibilidades de infância continuam esperando para serem contadas.
E é aí que penso nos professores e autores que estão diariamente observando as crianças, ouvindo suas perguntas, percebendo suas dificuldades, seus medos, suas descobertas e suas diferentes formas de aprender.
Há muita gente produzindo literatura infantil com cuidado, pesquisa, sensibilidade e experiência pedagógica — mas que ainda encontra dificuldade para ser vista, publicada e reconhecida.
Talvez o que falte não seja talento.
Talvez faltem oportunidades, caminhos acessíveis, espaços de escuta e, algumas vezes, aquela pessoa que ajuda a abrir a primeira porta.
Também precisamos conversar, com serenidade, sobre o mercado editorial. Publicar um livro pode ser um sonho, mas nem sempre é um caminho simples para quem está começando. Existem modelos de publicação, custos e contratos que podem tornar o autor dependente de estruturas nas quais seu trabalho recebe pouco retorno.
Descubra o autor do Big-ben para ele conhecer o maior Mestre do mal, que interferiu no teoria da evolução espiritual dos homens, Satanás.
Nas escolas públicas e universidades, professores preferem defender a teoria de que o homem veio do macaco em vez de pregar a Palavra de Deus, combatendo a vontade de Jesus Cristo e o amor ao próximo.
Permitir que mestres e doutores invalidem os ensinamentos divinos faz com que a universidade seja tratada como superior à autoridade de Jesus.
A falta de empatia e o comportamento arrogante de alguns professores nas universidades acabam criando um ambiente tenso que gera brigas e desentendimentos entre os próprios alunos.
Nas salas de aula, em vez de transmitirem o amor e os ensinamentos de Jesus, alguns professores acabam gerando confusão, brigas e rixas, piorando ainda mais os atritos em vez de apaziguá-los.
Quando um aluno que fala de Jesus é desrespeitado, o próprio professor falha em intervir adequadamente, permitindo que a hostilidade continue e que outros alunos aumentem as provocações contra quem professa a fé.
Quando um aluno que fala de Jesus sofre desrespeito, o professor muitas vezes continua a desrespeitá-lo por causa de sua visão, o que incentiva os demais colegas a também provocarem brigas contra quem defende a fé em Jesus.
Do Alto do Moura sou
a tal boneca de barro
feita por Mestre Vitalino,
Do teu pensamento
o mais apaixonado,
Com toda a certeza
é você o meu bem amado.
De Caruaru o Forró
mais possante que já
havia te tocado,
Do teu peito o batimento
mais cadenciado,
Sem nenhuma dúvida,
é você o amor desejado.
De Pernambuco sou
as festas e os sabores
que de ti têm se apostado,
é por mim que o teu
olhar encontra o meu
todos os dias enamorado,
Com toda a certeza
até debaixo da chuva,
tu és o meu Sol e eu a tua Lua.
(Somos o poema fora da curva.)
Você é Mestre-Sala
do meu peito,
Eu a Porta-Bandeira
do meu jeito,
O Samba é o
mestre de nós dois,
A Bandeira é o amor
que não se deixa
nenhum pouco para depois.
O tempo é o nosso Mestre. Ele nos ensina a verdadeira essência da vida. Nos ensina que a paciência é uma das virtudes que deve ser cultivada ao longo da nossa caminhada. Manter-se firme e paciente em relação aos nossos propósitos sem receio de fraquejar, é um dos pontos principais para o nosso sucesso. Cultive a paciência, ela é a nossa arma para vencer os obstáculos e chegar ao nosso objetivo.
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