Professor Mestre

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Os pais são guias e os filhos são Mestres. ⁠Nem sempre ouvimos os guias, mas obrigatoriamente teremos de aprender com os Mestres.

Os melhores amigos e muito mais são os nossos professores e os nossos pais.

⁠Descubra o autor do Big-ben para ele conhecer o maior Mestre do mal, que interferiu no teoria da evolução espiritual dos homens, Satanás.

O professor ensina.
O padeiro faz pão.
A função do escritor é escrever, nem tudo é fato, a maioria das vezes é apenas inspiração.
Ficção, história, conto, no meu caso sou apaixonada por crônicas filosóficas, qualquer semelhança com a realidade é mera, coincidência 😉

Poesia Infantil – “História na Hora da Soneca”


A professora conta baixinho,
com voz de nuvem no ar.
O Bento fecha os olhinhos,
pronto pra imaginar.


No tapetinho macio,
o mundo inteiro aparece:
tem estrela, tem passarinho,
tem sonho que nunca esquece.


Cada palavra é um abraço,
cada rima, um afago no chão.
E o Bento, guardião de sonhos,
ouve tudo de coração.

Ser professora é acreditar no poder das pequenas sementes. É ensinar com o coração, mesmo quando o corpo pede descanso. Carregamos nos ombros a responsabilidade de formar vidas e, mesmo assim, seguimos com leveza, fé e esperança.Porque ensinar, pra mim, é o jeito mais bonito de rezar pelo futuro.

O PAPEL DO PROFESSOR NA PREVENÇÃO DA ANSIEDADE NOS CONCIDADÃOS

‎O que um professor pode fazer em relação ao mal do século XXI ou em relação a Ansiedade?

‎Além do seu trabalho normal de leccionação numa Escola, um professor também pode voluntariamente promover a prevenção da Ansiedade nos concidadãos através de conversa com um concidadão ou um grupo de concidadãos sobre a Ansiedade para a compreensão de conceito, consequências, mecanismo e formas de lidar com a Ansiedade!

Assim vagueiam as almas, crendo no eco dos templos e no sussurro dos mestres; pois, sem o lume do saber, cada voz se faz verdade, e o cego se perde no caminho de quem o guia.

O sofrimento não é castigo,
é professor silencioso.
Escute-o com atenção,
e ele mostrará sua força oculta.

​O Mendigo de Afeto


Era o mestre do pranto, o servo do medo,
Guardando no peito um triste segredo.
Expulso de casa, jogado ao relento,
Vivia o calvário de cada momento.
Ela gritava com voz de trovão,
Fazendo do homem o pó do seu chão.
​Batia na porta de um velho parente,
Com o corpo cansado e o olhar de doente.
Pedia um canto, um prato, um favor,
Curando a ferida de um falso amor.
Mas ela chamava, querendo humilhar,
E ele, cativo, aceitava voltar.
​Porém, o destino teceu nova trama,
Longe das cinzas daquela chama.
Um dia o silêncio foi sua resposta,
Ele virou de uma vez as costas.
Não houve conversa, nem houve partida,
Apenas o passo pra uma nova vida.
​Agora o cenário mudou de lugar,
Não há mais ninguém para ela mandar.
O teto que sobra é o teto que isola,
A sua soberba agora é esmola.
Caiu em depressão, no fundo do poço,
Sentindo no peito um amargo nó na garganta, um esforço.
​Perdeu quem servia, perdeu quem amava,
Aquele que ela sempre esmagava.
Ele está livre, em paz, no caminho,
Ela está presa no próprio espinho.
O tempo ensinou, com o seu rigor,
Que quem planta o ódio não colhe o amor.

O professor aponta o caminho, e o aluno o trilha. 👉

Não importa o que as outras pessoas, digam a nosso respeito. Existe em nós, um mestre interno, cuja voz ténue, nos fala do nosso interior - avisando-nos do perigo, chamando-nos de volta à nossa realidade divina. Só precisamos de encontrar tempo, para nos sintonizarmos com essa voz.

⁠⁠Meu Deus é Meu Tudo:Meu Pai, Amigo,Professor, Psicólogo,Médico...

Licencianda em Ciências Biológicas e professora em formação, caminho com a mente aberta e o coração atento. Sou movida pela curiosidade intensa que me acompanha desde sempre: aprendo de tudo um pouco, porque todo conhecimento, por menor que pareça, tem o poder de mudar alguém.

"A natureza é o verdadeiro espelho para a humanidade viver na verdade do Mestre criador de todas as coisas."

Gotinhas de Amor que Acolhem
Professora Kah, a maestrina de corações e imaginações, estava ali. Seu vestido azul de princesa irradiava, não apenas pela cor, mas pela aura de quem sabe que a realeza reside na capacidade de encantar.
E então, surge a voz. É Kah e sua lembrança é um mosaico de alegria coletiva.
"Oi, eu sou a Kau. O que mais me marcou na Gota de Leite foi o dia na sala da Bianca. Sabe, eu consegui fazer uma brincadeira com as crianças... a dança das cadeiras! Foi muito legal mesmo. Não tenho uma marca com uma criança específica, e sim com todas elas, porque cada sala tem o seu momento incrível."
Ela sorri, a memória brilhando em seus olhos. A dança das cadeiras, um turbilhão de risos e expectativa, quebrou a rotina, transformando o chão da sala em um palco de pura euforia.
Mas a magia não parou na música. No calor daquele momento, a conversa fluiu para o universo que habita as mentes mais férteis: as histórias e os personagens. "Lá conversamos sobre as histórias que essas crianças gostavam e de quais personagens elas gostam", conta Kah. E, de repente, o palco virou cosplay.
A causa de tanta comoção? Um desenho. "Apesar de eu amar o Stitch e tê-lo desenhado na perna, as crianças viram e todas elas ficaram loucas! Ficamos conversando, tendo um momento bom sobre personagens no qual elas se identificam."
Naquele círculo de confidências lúdicas, o mundo se transformou:
Luan, com sua sabedoria miúda e olhos curiosos, não era mais apenas Luan; ele pensava que era o Bebê Yoda do Star Wars. Levi, impulsionado por uma energia incansável, via-se como o Homem-Aranha, pronto para saltar em sua teia de fantasia. E assim foi, cada criança vestindo o manto de seu herói ou criatura favorita.
Ka suspira, um contentamento profundo em sua voz. "Acho incrível como a imaginação dessas crianças sempre vai além desse mundo."
É essa a verdade final do conto: A Gota de Leite não é apenas um lugar de acolhimento, é um portal. Com a Professora Kah de vestido azul e a Kah de Stitch na perna, a realidade se dobra à fantasia. As crianças não apenas aprendem a viver neste mundo; elas aprendem a construir o seu, onde cada um é, de fato, o personagem mais incrível de sua própria história.
FIM

Obra de Contos "Gotinhas de Amor: Onde a Magia Acontece..." a todos os professores que se dedicam, reinventam e contornam as situações difíceis. Que a paixão pela educação continue sendo a bússola para a transformação de vidas.

É mesmo possível ter um amigo pedagogo quando se é professor? Claro que sim. Tantos policiais são amigos de traficantes!

AO PROFESSOR QUE NASCEU PARA SER PROFESSOR

Agradeço todos os dias ao destino, pela graça de ser educador. Arte-educador. Inserir-me nesse contexto como profissão me fez mais do que um profissional: alguém que se reconhece como quem nasceu para isso. Tenho, evidentemente, minhas angústias relacionadas a proventos, condições ideais de trabalho e as grandes dificuldades externas que acompanham nossos alunos até os espaços formais de aulas, oficinas e projetos educativos, tanto no conceito pedagógico, especificamente, quanto nos conceitos da arte e da cidadania.
Sou um professor que não dá nota. Que pode mudar, todos os dias, as estratégias para vender suas ideias e seduzir os alunos. Atraí-los para contextos mais prazerosos do que a obrigação de alcançar notas e pontos para passar de ano. Às vezes, adulá-los. Talvez por isso, eu não tenha nem condições de alcançar a grandeza dos esforços diários dos professores em disciplinas obrigatórias, que têm a dura missão de preparar pessoas para o mercado de trabalho. Para disputas mercadológicas e a sobrevivência em uma sociedade competitiva e cruel, devido à falta de espaço confortável para conquistas.
Não tenho a mínima condição de avaliar precisamente a realidade total das salas de aula, mas sempre que vejo um professor de pelo menos alguns anos de profissão, admiro-o profundamente por ter atravessado esses anos, diante do que vejo. São muitos e muitos os professores que portam condições plenas de abraçar profissões muito mais rentáveis, e o fariam competentemente, mas não fogem do que escolheram, porque seriam somente profissionais. E como nasceram para ser professores, não seriam felizes se não fossem profissionais e seres humanos, como tem que ser, mais do que ninguém, quem nasceu para ser professor.
Reitero, portanto, meu profundo respeito e minha admiração aos que trabalham com amor e sofrimento; com revolta e dedicação; com sorrisos muitas vezes salobros, porque se misturam ao pranto, mas logo se sobressaem, porque o amor ao que fazem tem sempre reserva de otimismo.
Ao mesmo tempo, meu desprezo profundo e a não admiração aos patrões da educação tanto particular quanto pública e aos cidadãos de má vontade responsáveis pelo sofrimento, a revolta e as lágrimas do professor que nasceu para ser professor.

⁠“A energia liberada em excesso aos contratempos é o elemento mestre que promove... INOVAÇÃO”