Professor Carlos Drumond de Andrade
É difícil de viver sem ninguém ao seu lado,
e a depressão entra em meu quarto,
ela me atormentar colocando uma vontade incontrolável de me matar,
as vezes começo a concordar,
não tenho motivos pra viver,
por quê meu Deus não vem me buscar?
Só te peço apenas isso me leve,
Cansei de sorrir com falsidade,
Mas meu olhar não esconde a verdade.
Palavras ausentes.
Pensamentos sem destino.
Se agora escrevo,
é por imposição de uma saudade,
que se aninha nesta noite vazia.
Hoje, não me sinto sentir.
Tudo chega e, parte sem me tocar.
Sentimentos inconstantes,
de quem desaprendeu a amar.
Nesse meu pobre versejar,
nascem sonhos
que se diluem sem rimar.
No final de cada verso,
não sou as palavras
que o papel acolheu.
Sou o sal,
sou a água ...
Que desperta esta solidão.
Não existe DNA igual ao seu. Não existe digital. Retina. Nem sonho igual ao teu. Você não é igual a ninguém. Mas discorde deles só para ver.
Elvis Presley e Johann Sebastian Bach eram protestantes e devotos de Nossa Senhora. Sigam os bons exemplos.
"" No dia em que perdi o juízo
você estava linda
hoje me chamam de louco
e sou mesmo
louco por você...
Em delícias eternas vive a alma que em si mesma encontra a felicidade, sendo una ao Pai e desapegada do mundo exterior
Porque nos temperamentos sensíveis as alegrias do coração tendem a completar-se com as sensualidades do luxo: o primeiro erro que se instala numa alma até aí defendida, facilita logo aos outros entradas tortuosas - assim, um ladrão que se introduz numa casa vai abrindo sutilmente as portas à sua quadrilha esfomeada.
Só quero o que é meu, não quero o de mais ninguém.
Só estou indo buscar o que deus me deu, eu não quero roubar o que é seu.
Quando as folhas caírem nos caminhos,
ao sentimentalismo do sol poente,
nós dois iremos vagarosamente,
de braços dados, como dois velhinhos…
E que dirá de nós toda essa gente,
quando passarmos mudos e juntinhos?
- "Como se amaram esses coitadinhos!
Como ela vai, como ele vai contente!"
E por onde eu passar e tu passares,
hão de seguir-nos todos os olhares
e debruçar-se as flores nos barrancos…
E por nós, na tristeza do sol posto,
hão de falar as rugas do meu rosto…
Hão de falar os teus cabelos brancos…
É uma imprudência acreditar em qualquer 'consenso científico', porque, ao longo da História, todas as teorias científicas triunfantes triunfaram contra algum consenso.
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