Professor Carlos Drumond de Andrade

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⁠Bendize a nossa alma ao Deus que nós fortalece todos os dias ate chegamos ao céu de luz. Bom dia na paz do Senhor.

⁠Que a cada dia nossa sede venha a aumentar para que rios de água viva corra de nosso ventre. Bom dia na paz do Senhor.

Se você está mal, comece a imaginar que na vida nós somos preguiças montadas em tartarugas procurando um banheiro pra fazer o numero 2 , para nós aliviar e seguir em frente , vai demorar um pouquinho vai e capaz de sair merda na rua e em algumas coisas vai com o tempo , mas uma hora a gente alivia e tudo vai se encaixando e dando certo.

O sonho do programador era substituir a humanidade por robôs, ele só esqueceu que também era humano, e acabou substituído por sua própria criação.

Olhos abertos coração apertado...
O GPS diz aqui mais minha mente diz não é lá que você está!
Às horas parecem não mais existir.
Que louca confusão, fecho os olhos é só vejo você...

⁠Cuidar de quem gostamos dá trabalho. Muito trabalho. Quem discorda não cozinha para uma família grande toda noite.

Uma Questão de Química (série)
1ª temporada, episódio 1.

⁠Para que exista um lado, é necessário o outro. A oposição é o espantalho conveniente de todo governante; manter ela viva é manter o controle sobre a massa.

"O egocentrismo na esfera política conduz inevitavelmente à derrota; por outro lado, a coesão do povo em torno de um propósito comum é o que verdadeiramente impulsiona o progresso."
— Isaac C. P. Ribeiro

"Há um nível de sublimação tão profundo em um povo que, mesmo diante da verdade, eles se recusam a acreditar."
— Isaac C. P. Ribeiro

"Quem detém o poder teme o esclarecimento, pois um povo consciente raramente é manipulado."
— Isaac C. P. Ribeiro

"Aqueles que, no início, conquistam grandes reputações, mesmo que venham a errar gravemente e ultrapassem os limites da honra que lhes foi atribuída, ainda assim manterão a confiança do povo que vivenciou seus primeiros feitos."
— Isaac C.P. Ribeiro

"Não basta sonhar com a mudança e entrar no governo. Para erradicar a corrupção e outros flagelos que afligem a nossa nação, é preciso ser a mudança — é preciso ser o governo."
— Isaac C.P. Ribeiro

"Nada é eterno. Nem mesmo o que parece sólido. Hoje você pode ser aplaudido, amanhã ser odiado.”


-Isaac C. P. Ribeiro

“O que adianta sonhar com aquilo que você não corre atrás?
Não só sonhe, faça.
Todos temos grandes sonhos; o que lhe diferencia dos outros é o primeiro passo para concretizá-los.”


-Isaac C.P. Ribeiro

Tem gente que fala que não gosta de mim, mas a única coisa que sabe de mim é o meu nome (e só o primeiro, pra variar).

Olha eles aí de novo !


Sempre pergunto, nas minhas preces,
por quê eles desaparecem ?
Vai fazer quatro anos, olha eles aí de novo,
querendo enganar o povo .

Mas, o povo gostam de sofrer, fazem boca de urna, para eles vencer.
Depois de eleitos e diplomados, os povos ficam ferrados.

Sobem ladeiras, entram em favelas, mas o povo amam sofrer, dando aos miseráveis o
poder.

É tanto beijos e apertos de mãos, que aflige o meu coração.
Depois de eleitos e diplomados, com sua caneta estamos ferrado.

Em um País, o presidente é um pau mandado, quem escreve às leis são os
deputados.

⁠Madrugada!

Madrugada, hora de falar com Deus
Ele está pronto para ouvir a sua voz.
Não importa a luta que você esteja passando, de
uma coisa tenho certeza: se você clamar, Ele vai te ouvir.
Deus não dorme e nem dormita, está escrito. Por esse motivo,
eu te digo: levante-se, ponha-se de pé, pois Ele quer ouvir a sua voz nessa madrugada.

⁠Não vi quando cair !


Três metros de altura,
foi um impacto atordoante.
Mas se hoje estou aqui,
porque Deus; me fez triunfante.

Não vi quando cair, quando
do chão levantei; ouvir o meu
espírito agradecendo a Deus,
isso sim: eu escutei.

Deus muito obrigado
pelo o que o Senhor
fez por mim.
Se não fosse o seu amor
eu não estaria mais aqui.

Não sabemos a hora,
devemos pois nos preparar,
aliançados com Deus;
pra quando a morte chegar.

Ovelha de Guarda
Por Mônica Barreto Alves
Fui a filha teimosa, a do contra, a rebelde, a ovelha negra que o rebanho não entende. Desobediente aos olhos de quem queria silêncio, fui o erro, o ruído, o eterno desavenço.
Meus passos eram tortos para a régua da família, enquanto os "escolhidos" brilhavam na trilha. Eles eram os troféus, o orgulho, a perfeição, eu era a sombra, o aperto no coração.
Mas o tempo, esse mestre que não sabe mentir, viu o brilho dos "queridos" um a um sumir. E quando o esquecimento se instalou no teu olhar, nenhum dos adorados veio te segurar.
O Alzheimer chegou, apagando o que restou, e o silêncio da casa os "perfeitos" afastou. Onde estão os troféus? Onde está a devoção? Não estão no teu leito, nem te dão a mão.
E aqui estou eu, a ovelha marcada, aquela que, para você, nunca valia de nada. Sou eu que te limito, que te guio, que te dou o pão, sou eu o teu porto, a tua única direção.
Sou eu quem segura o que a memória perdeu, quem cuida do pai que de mim se esqueceu. Porque o amor de quem foi julgado é o mais verdadeiro: não cuido por mérito, cuido por ser inteira.
A ovelha negra, no fim da jornada, é a única luz na tua estrada nublada.

O Avesso da Presença
Por Mônica Barreto Alves
Éramos cinco, e os olhos dela não brilhavam por mim.
Eu não era a escolhida, a doçura, o jardim.
Entre nós, as palavras eram pedras, o tom era de guerra,
brigas constantes, poeira que nunca se enterra.
Os preferidos viviam no altar da distância,
recebiam o elogio, a saudade, a importância.
Mas na casa deles, o rastro dela não ficava,
era o silêncio da ausência que lá habitava.
Já na minha porta, o passo dela era certo,
vinha com a crítica, com o dedo por perto.
Vinha ver se a casa estava limpa, se eu falhei em algo,
vinha para me acusar, do alto do seu palco.
Mas ela ia.
Mesmo para brigar, ela batia no meu portão.
Enquanto os "queridos" eram visitas de feriado,
eu era o seu destino, o seu porto irritado.
E o destino guardou o retalho mais pesado:
fui eu quem ouviu o seu grito desesperado.
Enquanto os outros estavam longe, no conforto do papel,
fui eu quem viu a dor rasgar o seu véu.
Fui eu quem chamou ajuda, quem correu pro hospital,
fui o braço que a segurou no portal final.
Ali ela entrou, e de lá nunca mais saiu,
mas foi nos meus olhos que o mundo dela ruiu.
Tive o que os outros, no luxo do orgulho, perderam:
a presença constante, os dias que se sucederam.
Fui o alvo das frases, mas também o seu retiro,
fui a última mão, o seu último suspiro.