Professor Carlos Drumond de Andrade

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⁠A vida é como um espelho.

⁠Todos os dias
Escolho seguir em frente
Os pensamentos me traem
Trazendo memórias às quais peço esquecer
Olho o futuro como um quadro branco
Mas não entendo por que ainda recordar o que passou
Vidas bagunçadas, trocadas
Mágoas que ainda existem aqui, na memória
E tudo continua como um grande ponto de interrogação.

⁠O amor não tem cor
O amor não tem idade
O amor não tem gênero
O amor não tem religião
O amor não tem classe social
O amor é e pode estar em qualquer lugar.

⁠Ir à igreja não faz de você santo
Ler a bíblia ou decorá-la, também não
Além de palavras, a vida de um cristão é baseada nas ações
No caminho reto e direito.

⁠Quanto de você existe por trás daquilo que você odeia?

⁠Quando encontrares alguém perfeito, duvide.

⁠Em meio à natureza, encontramos paz

⁠Você é o seu próprio Universo.

⁠A vida que levamos vale muito o sacrifício.

⁠Do latim proba, de probare (demonstrar, reconhecer, formar juízo de valor, entende-se, assim, no sentido jurídico, a demonstração, que se faz, pelos meios legais, da existência ou veracidade de um fato material ou de um ato jurídico, em virtude da qual se conclui pela existência do fato ou do ato demonstrado.
A prova consiste, pois, na demonstração da existência ou da veracidade daquilo que se alega como fundamento do direito que se defende ou que se contesta.
E, nesta razão, no sentido processual, designa também os meios, indicados em lei, para realização dessa demonstração, isto é, a soma de meios para constituição da própria prova, ou seja, para conclusão ou produção da certeza.
A prova pode fundar-se na afirmação ou na negação de fatos, sobre que se pretende tenha nascido ou originado direito. Assim, orienta-se na afirmação positiva ou na afirmação negativa do fato contestado, de cuja demonstração decorrerá a certeza da afirmação.
A prova, por isso, constitui, em matéria processual, a própria alma do processo ou a luz, que vem esclarecer a dúvida a respeito dos direitos disputados.
Mas, tomada num duplo sentido, objetivo e subjetivo, não se mostra somente a demonstração material, revelada pelo conjunto de meios utilizados para a demonstração da existência dos fatos (sentido objetivo), como também a própria certeza ou convicção a respeito da veracidade da afirmação feita (sentido subjetivo).
E, assim sendo, juridicamente compreendida, a prova é a própria convicção acerca da existência dos fatos alegados, nos quais se fundam os próprios direitos, objetos da discussão ou do litígio.
Em consequência, somente há prova quando, pela demonstração, se produz uma luz suficiente para achar a verdade, ou quando os elementos componentes da demonstração estabeleceram uma força suficiente para produzir a certeza ou convicção.
A força da prova objetiva ou da prova material produzindo a prova subjetiva ou convicção, é que forma integralmente a prova jurídica, gerando os efeitos pretendidos, isto é, os de estabelecer uma demonstração inequívoca acerca dos fatos alegados ou afirmados.
Nesta acepção, incluem-se, especialmente, as provas propriamente ditas, decorrentes da materialidade de fatos, de que se formou a certeza. São as provas diretas, preparadas pelos próprios interessados ou demonstradas por eles, no que diferem das provas indiretas, constituídas pelos indícios e presunções.

''Tenho ouvido mais juras sem fé do que de minutos tem um século.''

⁠Vou te contar a verdade divina. O que os homens querem fazer é usar você.

Diante de problemas, a nossa mente tende a paralisar devido, as incertezas e ao medo que algo novo nós tras. A partir daí, não se desespere. Sabemos que manter a calma é difícil. Então, respire inspirando e exalando lentamente e profundamente. Esta técnica tende a trazer a mente para o momento presente. Gerando assim, mais clareza mental e serenidade para raciocinar, com o intuito de encontrar a melhor saída. Lembrando que tudo passa e que para todos os problemas existe uma solução.

⁠Somos a lembrança de alguém, as histórias contadas, as fotografias tiradas e os pertences empoeirados em um baú, nós somos aquilo que deixamos e os sentimentos que causamos nas pessoas que passam pela nossa vida. Somos morada de alguém e as vezes apenas uma ponte em que necessitam ultrapassar ou transitar. Lugares como esses, me remetem ao passado, as histórias findadas ali e eternizadas nas paredes, em cada cômodo e móvel ali deixado ou esquecido propositalmente à degradação do tempo. Me faz pensar e imaginar tudo aquilo que foi visto, ouvido e sentido por entre essas janelas, além de todas as pessoas que passaram por aquelas portas (...)Alguns dirão: "É apenas uma casa velha!" Enquanto eu digo: "É uma parte da história.".

Pode me ouvir?


Estou a exclamar: Almejo que alvitre a concupiscência da vida!


Ainda está aí?


Esta razão incognoscível permeia meus pensamentos.

Ratifico: são as malditas mazelas.


Não! Por favor, sem eufemismo.


As inspirações são ideias antitéticas.
No final, minhas predileções implicam pura gnosiologia.

Ideias inexoráveis?


Por obséquio, não há eloquência na opulência.
Há pilhérias de um sectário ambivalente.


Resiliência ?


O peremptório de mitigar esta pecha prisca está na gnoseologia da subconsciência inata.


Devaneio?

O indivíduo ascético é o que pode aquiescer perante coerção social, mas, porém, todavia, entretanto, é execrado nas agruras da vida por coadunar metafisicamente ao ser perscrutador do verdadeiro cândido amor inato.

No fim das contas, o seu nome tem mais serventia para os outros do que para você mesmo. Embora seja algo profundamente pessoal, inicialmente você não o escolheu, sequer você tinha essa capacidade, foi uma palavra dada por quem sequer tinha noção do que aquele ser viria a se tornar, nem você tinha. O seu nome é uma cicatriz, uma das primeiras. Uma palavra cujo significado, se é que existe algum relacionado a alguma outra coisa ou alguém, jamais representará quem você realmente é. O nome carimba a abstração de uma pessoa no mundo. Enquanto estivermos em sociedade, inclusive em sua lápide, um nome estará relacionado a você. O nome pode não ser aquele do seu nascimento, pode ser um apelido, que aliás pode ser mais sensato, já que pelo menos normalmente é uma tentativa, ainda que rasa e por terceiros, de representar algo visto posteriormente.


*"Talvez o amor bata na minha porta um dia. Porque muitas vezes o amor nunca me escolheu, pelo contrário eu escolhi o amor."*


*O que essa frase grita:*


*1. Cansaço de remar sozinho*
Você sempre foi o cara que corre atrás, que se declara, que insiste, que escolhe. E nunca foi escolhido de volta. Isso esgota.


*2. Esperança com os pés no chão*
O "talvez" mostra que você não tá mais implorando. Não tá mais forçando porta. Só tá deixando ela aberta, se um dia a vida quiser trazer alguém que escolha você também.

Tudo de Mim..

[...] me encontro na praia longa e solitária, quando o sol começa a acariciar as dunas e ondas...

Onde as gaivotas e peixes
cumprimentam-me eufóricos ao acordar pela manhã...

Então o mar, meu mar...

Me fala de emoções contidas, enquanto caminho em passos rápidos pelas águas cristalinas nas margens da praia...

Onde me torno dos sonhos
e deixo-me embalar nos sentimentos
a cada passo, em cada traço...

Porque tudo que almejo é sentir o calor do Sol, o cheiro do Mar que outrora me trouxera o Girassol...

E que a água limpe meus passos,
mas mantendo as areias douradas em versos de esperança...

Sempre em si...



Ser poesia é...
Um permanecer nos sentidos,
Um lacrimejar de felicidade,
Um sussurrar nos ouvidos,
Um suspiro de liberdade,
Um deslumbrar do luar,
Um desabrochar da flor ,
Um mergulho no mar,
Um declarar de amor...








Tão eu...
Gosto de pessoas que têm poesias no olhar,
Às que compreendem o meu sorriso.
Que sabe o que sinto quando me vê chorar,
E possui coração puro como o paraiso.

E quando passar o dia, de mim vai lembrar,
Que me querem delicadamente tão perto.
Às que sabem que jamais deixarei de lutar,
Gosto de pessoas que me tiram do deserto.
E me levam pro mar...