Professor Carlos Drumond de Andrade
Poesia Mitologia contemporanea
Emanuel Andrade:
Para aquecer a minha alma meu coração meu ser faça -me perder pela paixão do suor do viver.
Eu quero o amor da terra do ceu de Marte e de plutao caminho pela sombra de platao na caverna que nos acolhe vejo a tua miragem uma imagem esculpida pela vida cheia de energia,numa quimica de magnetismo que nos liga.
Poesia infinita lirica
Que é bela como olho de Europa.
Para Ninfa que se perde desnuda no Arem das Deusas para sacear a cede de um Touro
500 Anos de Luis Vaz de Camões
Lisboa 21/06/2025
Autor: Emanuel Bruno Andrade
Titulo: Dias Banais
Sem mascaras despido. De tabus sem dogmas nem preconceito
Encontro a pena de Luiz Vaz de Camões.
Meu dom das palavras,
Movido por emoções.
Decido abrir minha alma,
Para outras almas.
No espirito das suas inspirações.
Tomo dois
Os Lusiadas
Por minhas letras
Componho o Canto Sexto
Bicesto dentro de um eco
Dentro de um eixo
De linhas de um pensamento
Real de um sonho
O Governo e o povo
A procura da razāo
Aplausos ao luxo
Na falta de compreensăo
Do imaterial
Festeja-se o banal
É fatal
Entramos no Verăo
Espera-se um clarāo
Aquele que é Cristāo
Tem o escudo
E a protecāo
Ao amialhar até ao Natal
Natalidade para abrir caminho
Para o novo Ano
Ainda vamos a meio
Dançamos a dança do desvaneio
A procura da alegria
Que cobra a cada carta de correio
Vamos a busca no mar e na terra, nas festividades
Na procura da verdadeira liberdade
Preso pela arames e pedra
Ao soalho da serenidade
Da miragem do reflexo do mar.
Marisia fresca que alevia o tormento
De alinhar este canto
Balanço que conquisto
Entre um e outro amigo
O sol a arder o desejo a ferver
A cada momento a derreter
Por toda alma que sente
Vejo sol a brilhar no horizonte
Iterno fundo
Desta gente
Que se esconde
Năo responde.
O ignorante inconsciente,
E o inteligente ciente.
Ambos querer fazer juizos
Julgamos logo existimos
Pensamos mas nāo condenamos.
Corre as águas pelos rios
Năo se chega ao fundo.
Sempre a procura de ouro e mirra. Uva, azeite e farinha.
Vem de o Baco e embriega
Multidôes.
Os serafins inspram orfeu a tocar com sua flauta,;as mais bonitas cancōes para Icaro chegar ao sol sem derreter suas asas de cera
Caminhos destintos
Entre os Ceus e a Terra
As estrelas citilam na sua fala
Para apasiguar os tempos
Revoltados pelas catastrofes naturais, as guerras, a fome e outras coisas mais
Muitos factos
Que passam banais
Por hoje fico por aqui
Com aplausos gestuais
Aos demais.
Continuo por outros dias
Um pouco mais
Despeço por hoje
Com saudações cordiais
500 Anos de Luis Vaz de Camões
Lisboa 23/06/2025
Emanuel Bruno Andrade
Canto Sexto
Revelações do segundo tomo Lusiadas.
Entre linhas do além
Provem de mim para si
A procura do ouro da viagem
Corro por um percuso assim
Do desdem a espreita
O sublime fogo que arde em mim
Num velho caos a procura de ordem
Elementos que respiro
Do divino
Suspiro
Daquilo que esta vazio
Repremido pelo frio
Assoitado pelas correntes
Partes da terra submersas
Pelas tempestades
Esculpidas por gigantes
Rompendo a terra com tsunami
Olho a água
H2O o arch que vi
Da filosofia da origem da vida
Por Tales Mileto
Procuro o Homero
Descubro que me perco
Na procuro do Mito
Irado pelo corpo
Por nāo saber da Atlantida
Nem saber da letra
Descrita a algum tempo
Por um cometa
Sapato preto
Para ocalice com uma Deusa
Vou a Plutāo Neptuno
Na minha astroligia
Logica do meu entendimento
Năo percebo a sombra
Filha formosa de meu eu
Naquela madrugada perdeu
O olhar cristalino
Castigo do oculto
Vou passar o Atlantico
Para o outro lado
Para ver o recebimento
De Marte
Reparte o pensamento
Refletido e induzido
Em toda parte
Pelo vulto ou o fluido
Do invisivel da frequencia
De delonga oratoria
Num patamar almejado
Por respirar o ar que respiro
Oiço e sinto
Reflexo do vivido
Tormento cumprido
Pelo socorro de um cupido
Sono no tumulto
Ando a pairar
Para poisar no relvado
Para choro acordar
Desperto uma duzia
Poder de Santa Luzia
Lusitana
Entre damas gentis
É o que prediz a escrita
Das suas famas
Luma e Carlos deram-me a certeza de que as prostitutas podem sim viver grandes amores, ser normais; mesmo não deixando de ter a essência de damas da noite, elas podem sim ter uma grande história, bem como vivê-las com intensidade, como qualquer outra pessoa. Afinal, a felicidade de viver pertence a todos que a buscam, seja cafetões, prostitutas ou qualquer pessoa normal. Ela é de todos!!!
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Carlos Cunha Oliveira
18 de outubro às 14:07 ·
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Viver sem medo de ser feliz
O caminho para a felicidade e ramificado em várias portas
Qualquer uma delas que você escolher para adentrar
É preciso não ter medo dos obstáculos que todas apresentam
Felicidade não vem de graça é preciso conquista-la
E nem dura para sempre, vai e vem de acordo com suas convicções...
Esta no aprendizado do homem, para dar-mos valor a felicidade
É preciso travar uma guerra com o mal goro, inveja e a cobiça
A luta é sempre constante, a vigília tem de ser maior
Seja feliz nos momentos do cessar fogo, na trégua
Enfim, a vida é combate onde os fracos covardes se deitam inertes ao abate
E os fortes guerreiros travam uma luta de vida e morte
É sempre maior a vontade de vencer e ser feliz...
Nunca se esquecem que a vida é sempre combate...
Felicidade custa pouco, apenas é preciso perder o medo
E ser valente frente aos que querem sua infelicidade..
Nene policia
Um aluno do oitavo ano já deveria saber perfeitamente o seu papel na escola, mas não sabe! Como posso lhe exigir que saiba qual é o papel do professor?
MUITOS PROFESSORES PRECISAM OUVIR ISSO. É PRECISO DESCONSTRUIR O PERFIL DE AUTORIDADE E ADOTAR A PEDAGOGIA DA AFETIVIDADE E HUMILDADE PARA ENSINAR. A ESCOLA SERIA PARA HUMANIZAR, MAS... MUITOS ALUNOS ESTÃO VICIADOS EM ANDAR NAS COSTAS DOS OUTROS QUE NÃO CONSEGUE MAIS SUPERAR SEUS MESTRES NAS VIRTUDES.
Todos nós sabemos que a hostilidade ao tradicionalismo é um erro. Ainda deve ter muito sentido o que funcionou em tempos que a educação tinha respeito e credibilidade, quando a função do professor e o papel da escola eram valorizados!
Não fique triste se acidentalmente lhe chamar de mãe,é que agora eu tenho uma filha. ... e não me interprete mal, trata-se de uma minicrônica da vida escolar, é que professor tem o hábito de chamar as mães de seus alunos de mãe. E eles o chamam de tio.
Os alunos de antigamente nos tratavam com um "sim senhor", hoje é "querido" e a relação professor/aluno cada vez pior. Eles entendem por elogio, "cantada". Deus me livre de colocar parabéns em suas redações.
E viva esta gradação maligna: A não reprovação gera indisciplina; esta, a não aprendizagem; esta, o incompetente; este, por sua vez, tornando-se professor na mesma escola que o plantou, faz-se a colheita malfazeja da semeadura ruinosa que comprova a lei da causa e efeito infalível.
Perigo algum é maior, para a sociedade, do que está alguém no colégio com a aparência de aluno e não ser um aluno de objetivo.Tem preguiça de trazer para escola o livro que ganhou. O convite para lanchar de graça é o maior motivo para largar o professor falando sozinho e sair correndo derrubando as cadeiras e messas. Esses vão deixar a bicicleta, que ganharam do governo em casa, e virão para escola a pé com preguiça de pedalar. Outros vão descaracterizá-la para disfarça que não estão no grupo dos tais... Eu nunca vi um ciclista comum de capacete. Vai desperdiçar dinheiro assim para lá, governo maldito!
Aos benfeitores, sendo uma minoria, ainda tenho a sensatez de parabenizá-los, porque cumprem suas obrigações. Certamente a visão desses com relação ao esforço do professor em apresentar aulas criativas é positiva.
"Nenhum grande homem se queixa de falta de oportunidades." (Ralph Waldo Emerson). Isso é verdade, eu nunca vi faltar vaga de trabalho para "professor"! Mas, também já vi muitos alunos que não respeitaram seus professores e nem a escola, não valorizaram seus estudos e hoje continuam em subempregos. Mais tarde voltam para a EJA, comer no prato que cuspiu, acusando o sistema, dizendo que não tiveram oportunidade, são vítimas sociais! Ou ...levianos sociais?
Se tenho uma missão, ela me tem. Uma missão nunca acaba, apenas abandonamos um ao outro. Mas, para eu continuar sendo o professor, tenho que deixar de sê-lo; sob o acordo de esquecer os vendáveis, e eles me esquecerem.
O diário de classe, para o sistema, é um instrumento de imposição: se uma coordenadora o recusa por coisa insignificante, a outra aprova e vence a política e a inutilidade do mesmo. Mas, para o professor é prova contra si mesmo.
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