Professor Carlos Drumond de Andrade

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VENCER!
É uma aspiração que palpita no coração de qualquer ser humano.
Muitos desistemou se acorvadam por medo do sacrifício ou por falta de autoconfiança. Sem persistência não há vitória. Sem destemor, decisão e esforço ninguém supera a mediocridade.
Aquele que não crê em si, está esmagando o germe que poderia se transformar em árvore gigantesca. Não há tarefa que o homem não possa realizar com êxito, desde que encarada com otimismo e vontade de vencer.
Muitas empressas foram à falência antes de nascer.
Muitas batalhas foram perdidas por indecisão ou falta de determinação.
Pensamentos grandes constroem homens grandes. Não pense que haverá de morrer, mas que haverá de ressuscitar.
è com muita luta e persistência que a batalha da vida será ganha.
É triste falhar na marcha da existência e isso acontece, não por fraqueza, mas porque não se vai em frente firme e decididamente.
Conduz o próprio destino àquele que planeja e sai a campo para realizar, àquele que tem uma proposta, uma direção. Sem objetivos, gira-se em torno do nada.
Há frentes que jamais ancontram suficiente número de pioneiros.
Há causas que merecem mártires... Podem ser coisas pequenas, não importa, os grandes empreendimentos partiram quase sempre de pequenas oportunidades ou tentativas.
Quem é grande nas pequenas coisas, nas lutas que ninguém vê, tem tudo para superar obstáculos e dificuldades.
O ser humano faria coisas maiores se jogasse fora o rótulo do impossível e não fizesse pouco caso das horas.

" um silêncio cheio de gritos que eu não tinha aprendido ainda a apaziguar com palavras. "

De pouco ou nada adianta avançarmos em tecnologia e noutras áreas se a saúde mental do ser humano não estiver equilibrada para aproveitar toda a modernidade.

Diante de uma batalha, a inteligência sempre vencerá a força!

Cinza ou colorido, o importante é, sempre carregar consigo um belo sorriso.

A humilhação é uma ferramenta usada por aqueles que buscam aliviar o próprio complexo de inferioridade.

Não adianta possuir um diploma de Bacharel em Direito, se suas ações contrariam a Ética e Moral.

Se Deus é amor e um dia teve que nos dar o livre-arbítrio e, deixar que o mundo nos ensinasse o quanto valor tem seu próprio amor e proteção, não há dúvida, Deus é mãe!

DEIXA-ME SER

Caetane-se que a vida é Chico!
Bethânia-me que o amor é Roberto.
Gadula-me que a calma é Lenine.

Deixa-me Blues...
Deixa-me Jazz...
Deixa eu ser meio pop, rock e punk more or less...
Leminsko-me sempre mesmo.
Viniciu-me de vez em quando.

E quando penso que estou Barroseando tudo,
Eis que lembro de um Cartola!

Daí pra frente
A vida vira Cazuza,
Vira Beth,
Engenheiros
E verdadeiros Titãs
na Legião Urbana
de um Paulinho da Viola.

Fonseco-me no mistério.
Gal cantou-me esse ano:
O folclore chama Gil,
Monteiro,
Zilka e Maria Clara.

Noll-me por enquanto.
Carolina-me, Mazzela-me
E Lucinda-me um pouco.
Porque isso
Pode até parecer poesia,
Mas, na verdade, é puro encanto.

A falta de reconhecimento e críticas que recebemos pode ser a comprovação de que estamos no caminho certo, pois podemos estar sendo avaliados por mentes deveras limitadas.

Quando atacado verbalmente ou injustiçado: o patético entra na vibração e discute, o inseguro quer vingança, mas o inteligente deixa pra lá e continua o seu caminho, pois ele sabe bem quem ele é e o que faz.

Diálogo com inconsciente.
Olhos castanhos? Cor de mel ?
Não tenho toda certeza...
Mas certeza mesmo tenho, olhos que me encantam, e lhe direi mais, se cor de mel és, justificado então está, o brilho que parecia como ouro em uma noite linda e clara, mas que não foi capaz de os ofuscar.

Devias evitar tais olhos?
Sim, mas não pude reagir, um olhar doce e intenso, olhar que me olhava, e que me fazia enxergar.

Seus efeitos?
não pude resistir, parecia ter algo mais profundo, se cor de mel és, justifica então está, ter me sentido um pouquinho no céu, os olhos combinavam com tudo, cabelos dourados, sorriso encantado, acabei hipnotizado.

Loucura?
Sim, mas se concordar irei, então confessareis, foi melhor não ter razão, era tão meiga quanto uma flor, tão esperta quanto uma criança, parecia que nada entende, parecia saber o que sente.

Pós - reação?
Se cor de mel és, perigo encontrá-los, desviar-vos irei, arranjarei compromisso, compromisso inventarei, pois se os encontro de frente, de novo lhe direis, não pude resistir, não pude reagir, por hora a razão de lado ficou, e de novo hipnotizado fiqueis.

Se você quer saber se uma pessoa te ama de verdade, veja se te tolera na tua inutilidade.

O conhecimento compartilhado gera muralhas indestrutíveis.

Não se deixe levar pela ilusão de que tudo está perfeito. Vivemos tempos de total manipulação!

O único prazer que não é efêmero é o prazer da vida!

A estupidez é o combustível dos ditadores e dos falsos profetas!

⁠Vivemos uma irrealidade, somos atores sociais atordoados com os massacres da manipulação em massa que nos moldam aos padrões pré-estabelecidos, somos convencidos a pensar que estamos pensando, fomos convencidos que participamos do circo político através das redes sociais

Lendo nos Livramos dos tentáculos da ignorância.

LIBERDADE REAL - Por João Paulo Bernardes de Andrade


A liberdade real não é apenas a capacidade abstrata de escolher entre alternativas. É a capacidade de permanecer no bem sem ser coagido. Quando a criatura escolhe o bem, ela não perde liberdade; ela permanece dentro da finalidade para a qual foi criada. Obedecer ao bem preserva a liberdade, porque mantém a criatura em harmonia com a vida, com o limite e com a ordem recebida.


O contrário acontece quando a criatura escolhe o mal. A escolha má se apresenta como autonomia, mas termina em escravidão. Antes do ato mau, havia vida, ordem, possibilidade de obediência e domínio próprio. Havia também a possibilidade de negar tudo isso. Mas, quando a criatura atravessa o limite e produz o mal, ela já não permanece diante das mesmas possibilidades. Certas consequências não podem simplesmente ser desfeitas.


Um exemplo extremo ajuda a perceber isso. Se alguém, movido por ódio, deseja matar outro ser humano, diante dele há uma escolha: preservar a vida ou negá-la. Se escolhe não matar, mesmo enfrentando ira, dor ou desejo de vingança, ele permanece no caminho da vida. A possibilidade do mal não desaparece, mas não se torna fruto. A liberdade continua aberta, governada pelo domínio próprio e pela obediência ao bem.


Mas, se ele escolhe matar, algo muda. Ele não apenas “usou sua liberdade”. Ele usou sua liberdade contra a vida. Negou o bem que já estava presente. Produziu uma realidade que antes não existia naquela situação: a morte daquele inocente, a culpa daquele ato, a ferida aberta na história. Ele não pode “desmatar” aquele que matou. A escolha que parecia expressão de autonomia torna-se prisão. O pecado realizado escraviza aquele que o praticou.


Nesse sentido, Deus criou a vida, a ordem, o bem e a liberdade. Mas a morte produzida pelo assassinato não é fruto do coração de Deus. É fruto da criatura que, colocando-se no lugar de Deus, rompe o limite, nega a vida e transforma a liberdade em instrumento de corrupção.


Assim, o mal não precisa ser entendido como uma substância criada por Deus. Ele é a negação ativa do bem, a corrupção da liberdade e o fruto da criatura que rejeita a ordem para a qual foi criada.


João 8:34 — “todo o que comete pecado é escravo do pecado”;
Romanos 6:16 — quem se oferece ao pecado torna-se servo do pecado;
Tiago 1:14-15 — o desejo concebe, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte;
Gênesis 2–3 — o limite dado por Deus preservava a vida; a transgressão produziu morte;
Deuteronômio 30:19 — “escolhe, pois, a vida”.
I Coríntios 6:12 — "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma".