Professor Carlos Drumond de Andrade
A zona de conforto tem a impressionante capacidade de nos privar de enxergar, de ouvir e de perceber, fazendo com que tudo que se apresenta claro pareça nebuloso, sem importância.
Se a melhor opção for pelo que venha ser mais cômodo, como uma estratégia de autoproteção, saiba que prejudicial será quando algo mais importante estiver em segundo plano e desprotegido.
Não basta apenas plantar a semente do que sonhamos. Temos, sim, que regar, adubar e podar sempre que necessário, para que venha dar os frutos que tanto desejamos.
Antes de definirmos um ambiente como tóxico ou uma pessoa como complicada para uma saudável convivência, que tal reconhecermos que talvez sejamos nós mesmos os verdadeiros responsáveis?
A dura realidade pode se tornar ainda mais dolorosa a partir do instante que a ignoramos, sem querê-las enxergar, como se não fosse capaz de nos atingir forte e impiedosamente na sua falsa invisibilidade .
Impressiona saber que a vida não poupa ninguém de suas respostas, sejam elas positivas ou não. Nem todos as identificam, tampouco as percebem. Contudo, inevitavelmente sentimos suas doces e amargas consequências.
O clima de camaradagem precisa urgentemente ser disseminado no mercado de trabalho, nas instituições em geral. Deve ser cultivado no dia a dia, como parte da cultura organizacional, sem que pareça superficial, apenas parte de um protocolo.
Em meio a tantas disputas, a do ego parece superar todas as outras que historicamente pareciam ser imbatíveis.
Todas as experiências são válidas e necessárias de se ter, mesmo as indesejadas que figuram na esfera das ruins.
Já pensou na possibilidade de alguém muito importante e marcante na sua vida ter tido algum contato contigo há muito tempo, e nem ela, tampouco você têm essa lembrança?
Podem parecer vivências novas, intensas, mas que num tempo distante nada significaram, sendo apenas uma passagem sem registro na memória.
No ambiente de trabalho, precisamos ir além do bom dia, do boa tarde e do boa noite.
Exercitar o "Como vai?" e o "Está tudo bem?" faz um bem enorme ao ambiente corporativo.
Recorrer ao vitimismo é o único recurso dos fracos, dos incompetentes e dos covardes, para garantir o pouco que lhe resta e parece suficiente.
As vezes sinto que as cicatrizes que carrego me fazem ver o mundo sob um ângulo diferente e que tudo faz mais sentido, mas ao mesmo tempo vejo que nada sei e que as cicatrizes só me mostram que nada aprendi e tão pouco aprenderei porque o objetivo não é entender mas sim o caminhar.
Deus que divida é essa que tu me cobrar tanto?
Eu não sei mas em ti confio só peço que console meu pranto!
Viver nos ensina muito. Mas talvez a maior lição ficamos sem aprender e por isso buscamos em outro o que nos falta. Se não aprendemos a expressar o amor então que a vida nos permita continuar tentando.
Não confunda solidão com solitude,
Não tente roubar o que é meu altar.
Eu amo o silêncio é pra mim uma virtude,
E a paz de, em mim, sempre habitar.
“Superar não é apagar o que viveu, é agradecer o que aprendeu e escolher seguir leve.
Porque quando Deus tira algo, é pra colocar algo melhor no lugar”.
”Um coração ferido também floresce.
Demora, mas um dia a dor vira força — e o amor próprio floresce onde antes era falta”.
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