Professor Carlos Drumond de Andrade
O Diamante.
Com todo brilho e beleza, trancado em uma gaveta, não passa de uma pedra sem brilho, sem cor. Talvez você seja ou esteja se sentindo assim: Um lindo diamante que não têm brilhado, por estar trancado na gaveta. Vêm para fora, para que todos possam ver o brilho que há em você
Apesar do arco-íres ser encantador,é passageiro. Prefiro os raios solares que a cada rotação me fortalece e ilumina meu caminho.
Etapas.
Não vivemos o fácil, sem ter vivido o difícil.
Não vivemos bom sem ter provado do ruim. Não vivemos o sorriso sem antes ter provado o choro.
Inevitáveis etapas que vivemos, no começar e terminar de mais um dia.
Descobri que expor minha opinião sobre política nas redes sociais, resultam em perder amigos.
Escolhi me calar.
O Tempo...
Amigo ou inimigo?!
Depende.
Depende da situação
Depende do dia
Depende do humor
Depende do que se faz ou do que se fez...
Depende até da idade.
O tempo é capaz de dizer muitas coisas...
Dizer sobre o quanto é importante o perdão ou o arrependimento; o quanto um erro te levará ao acerto.
Não se pode ignorar o tempo em relação ao futuro, apenas porque o presente lhe proporciona certas vantagens.
Não se ri da idade de alguém mais velho cujo o tempo levou a juventude, pois é o tempo quem dirá se chegarás ou não nesta idade.
Aproveitar o tempo da melhor forma possível ainda é a melhor dica para conhecer-se a si mesmo e crer que ninguém domina o tempo.
Aprendi mais uma vez que não “existem” pessoas perfeitas, porque a palavra encontra – se no presente, e perfeito no pretérito.
Eu escrevo pra desancorar emoções. Escrevo pra tentar controlar o caos daqui de dentro, pra peneirar um porto nessa tempestade. Escrevo pra suicidar no vento o peso das palavras. Escrevo para me libertar. Escrevo pra transpassar fronteiras, pra alcançar certos ouvidos, e me perder no meio daquela barba. Ahhhh minha excitação por barbas! Já se sabe quem provocou. Eu escrevo aqui porque a poesia tatuou em mim o gosto pela vida, pois essas palavras são quociente das minhas experiências. Talvez eu escreva para máquinas e robôs. Ninguém lê mesmo. A vida acontece no virtual dos corações frios e se desmancha no grito de horror proclamado na esquina dos contos, (a)casos, (des)encontros. Escrevo para sentir a mim mesma e não sentir a maldade alheia que permeia, que espreita. Escrevo porque se eu gritasse ecoaria apenas aos mudos. Neste mundo de poucas cartas e muitas selfies todo diálogo é de surdos. Eu escrevo porque escrevo, não há explicação.
Vejo os homens, vejo os líderes, essas sumidades... enquanto mais inseguros e fracos, mais buscam poder.
Eu pensava que as pessoas falassem sobre amor, até entender que, o que todos falam é sobre ser amado.
90% de todos os nossos problemas não é culpa do problema. É culpa de nossa reação em relação a ele, é a lente de aumento que o agiganta. É a mania que temos de convidá-lo para ser inquilino em nosso pensamento e ficar no centro de nosso coração.
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