Orgulho de ser professor: frases para quem ama a docência

O mal é um ótimo professor; ou você aprende, ou te repete a mesma lição.

Sonhos,
De empacotador à administrativo,
De Administrativo à professor,
De professor à engenheiro,
De engenheiro para qualquer que for.

Sonhos,
Pequeninos porém gigantes,
De um menino que virou homem,
Que dos sonhos não se perdeu.

De tudo o que há na vida,
Se sonhados com alegria,
Tornam realidade para quem acredita.

Sonhos...
.

A literatura transforma infâncias. E professores transformam o mundo por meio da leitura.


Com muita alegria, o e-book "Literatura para Infância: práticas de leitura e formação docente na escola" foi compartilhado após organizado pelas educadoras Janiara de Lima Medeiros e Cristiane Barroso Dias.


A obra reúne experiências, reflexões e práticas pedagógicas que reafirmam a literatura como direito de toda criança e como caminho para uma educação mais sensível, inclusiva e comprometida com a formação de leitores.


Mais do que um livro, este e-book é um convite ao diálogo, à reinvenção das práticas pedagógicas e ao fortalecimento da leitura como experiência de encontro, imaginação e humanização.


"Ler é descobrir mundos. Ensinar a ler é transformar vidas."

Hoje, Eu Ouvi Dizer.


Hoje meu professor nos falou sobre uma palestra em que um cego disse que as pessoas pensam que empatia é se colocar no lugar do outro, mas ninguém consegue se colocar no meu lugar, pois a pessoa pode fechar o olho ou tampá-lo com uma venda, e quando ela fizer isso vai se sentir insegura sobre para que lado ir ou onde andar, mas quando quiser ela pode destampá-lo, pode abri-lo, mas eu não posso ter essa segurança de que posso abri-los e enxergar tudo novamente. Aí, o professor nos disse que muitas vezes imaginamos o lugar do outro, mas nunca saberemos exatamente pelo que ele passa, pois nos colocar no lugar do outro dura minutos, mas não sabemos por tudo que essa pessoa passou. Nos disse para não desprezar aquele amigo que não para de falar um minuto, pois você não sabe o que ele passa em casa, talvez essa pessoa tenha dificuldade em se abrir realmente para os outros. Sim, empatia é se colocar no lugar do outro, mas muitas vezes não há como se colocar no lugar do outro, porque imaginar não é sentir.

O aluno nasce do professor.
O professor, do mestre.
O mestre, do doutor.
E o doutor?
Só é completo quando se curva a Jesus, seu Deus e Senhor.

— Não posso quebrar as regras, mas sim, posso dobrá-las. Adeus, professor.


Georgia Crawford
TIMESTALKERS

Queria Aprender a amar de verdade, e que você fosse minha professora

⁠⁠Meu Deus é Meu Tudo:Meu Pai, Amigo,Professor, Psicólogo,Médico...

Um dia me disseram que o maior feito de um professor é ser esquecido. Esquecido o motivo, não a presença. Esquecida a data da prova, não a sensação de alívio ao entregar a folha. Esquecido o conteúdo exato da matéria, mas jamais o timbre da voz que disse confiar num aluno que às vezes nem tinha essa confiança dentro de casa. Ser professor é, de fato, virar memória afetiva. É instalar-se na alma do outro como uma mobília invisível. Ninguém aponta para o peito e diz: “Devo minha felicidade àquela aula de história do dia 15 de maio”. Não. A gratidão é mais sutil, mais entranhada. É um tempero. O aluno se transforma e, anos depois, não saberá dizer onde começou a metamorfose, mas o professor estava lá, no casulo. Nas minhas palestras para professores, eu sempre ressalto essa herança, esse valor que não cabe no holerite. A gente nunca pode esquecer o nosso tamanho, mesmo quando tentam nos diminuir. É uma profissão de solidão assistida. Os pais podem não valorizar, afobados em educar os filhos para o sucesso, esquecendo-se do ser. O poder público pode não valorizar, míope, preocupado com as estatísticas que apagam os indivíduos. A sociedade pode não valorizar, com sua pressa e sua idolatria ao que é instantâneo. Mas um professor... ah, um professor sempre saberá reconhecer a importância de outro professor. É um reconhecimento de trincheira. Um olhar cúmplice que atravessa o pátio da escola e diz tudo. Um professor vê no outro a voz rouca no fim do dia, a mancha de caneta nos dedos, a paciência remendada com afeto, a esperança teimosa de acreditar num futuro bom. Dos futuros que carrega no coração. Porque ser professor é ser um artesão do tempo. É ter a coragem de ser a ponte. E é no olhar de quem escolheu no presente a tarefa de explicar o passado, que mora o brilho inconfundível desse futuro que muitos nem sabem que desejam. Feliz dia do professor.

Edgard Abbehusen, escritor, pedagogo e palestrante.

Umas das boas qualidades do ser humano é a " síndrome de professor ", que consiste em ensinar tudo que sabe. Não acreditar em tudo que ouve. E sempre ao ensinar a alguém, ouvir a experiência de vida alheia e aprender mais e em certos casos reformular o que achava saber.

o Professor disse para duvidarmos de tudo,
mas eu não duvido do que ele disse..

O professor


Não há muito o que comemorar
No Dia do Professor
A profissão que faz brilhar
Tantas carreiras promissoras
É lição de quem só faz ensinar..


Se há médico, engenheiro, advogado
Ou até astronauta, todos, sem exceção,
Foram formados por mestres graduados;
Todavia, são os menos valorizados.


As causas principais são as baixas remunerações,
A falta de valorização social
E as precárias e más condições


Há também severas agressões,
Graves problemas de saúde,
E até a perda da motivação,
Sem que nada disso mude.


O fruto é a grande dificuldade
Para atrair e reter esses talentos,
Prejudicando o ensino de verdade,
Desvalorizando o conhecimento.


Raimundo Nonato Ferreira
Outubro/2026

Quando ensinar já não basta

Há dias em que a escola pesa mais do que a mochila dos professores em semana de avaliações.
Não por causa das aulas. Nem das provas. Nem da burocracia, embora ela exista e cresça a cada ano. Pesa porque, em algum momento, ensinar deixou de ser apenas ensinar. Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada. Tudo retorna ao professor. Se o estudante aprende, cumpriu sua obrigação. Se não aprende, pergunta-se o que o professor fez, ou deixou de fazer. Essa lógica revela uma das maiores distorções da educação contemporânea: individualiza-se a responsabilidade por um problema que é estrutural.
Nesta semana, sentei-me diante de um estudante do sexto ano que não lê. Não escreve. Não domina habilidades que deveriam ter sido construídas nos primeiros anos da escolarização. É educado, prestativo, participa, tem vontade de agradar, mas a linguagem escrita ainda não lhe pertence. Foi nesse momento que a palavra "avaliação" perdeu o sentido. Como avaliar alguém que não consegue acessar aquilo que é condição para realizar a própria atividade? Que nota representa essa realidade?
A escola, então, oferece caminhos conhecidos. Recuperação. Nova oportunidade. Trabalho substitutivo. Mais prazo. Mais uma atividade. Mais uma tentativa. O RAV. Até que, quase sempre, chega-se ao mesmo destino: a aprovação. Não porque as dificuldades desapareceram, mas porque o sistema precisa continuar funcionando.
É uma engrenagem curiosa. Cobra-se do professor uma avaliação criteriosa, instrumentos diversificados, registros, evidências e lançamento de notas. Ao mesmo tempo, espera-se que os resultados finais não contrariem o fluxo esperado. A avaliação precisa existir, mas suas consequências nem sempre podem existir. Talvez seja por isso que tantos professores experimentem a sensação de correr sem sair do lugar.
O sociólogo Zygmunt Bauman escreveu que vivemos tempos líquidos, marcados pela fragilidade dos vínculos e pela dificuldade de sustentar compromissos duradouros. A escola não ficou imune a essa condição. A responsabilidade pela aprendizagem tornou-se cada vez mais difusa. Quando tudo é responsabilidade de todos, frequentemente acaba não sendo responsabilidade de ninguém. E, no fim, sobra para quem está diante da turma.
Também me vem à memória Paulo Freire, quando afirmava que ensinar exige rigor metodológico e compromisso ético. Curiosamente, quase sempre lembramos apenas da palavra "amor". Esquecemos do rigor. Ensinar também exige reconhecer quando uma aprendizagem ainda não aconteceu. Fingir que aconteceu não é inclusão; é apenas adiar um problema que se tornará maior no ano seguinte.
Há algo profundamente injusto nisso. O estudante é privado de um direito fundamental: aprender. O professor é privado da possibilidade de avaliar com honestidade. A família, muitas vezes, acredita que a aprovação significa desenvolvimento. E a escola produz documentos que atestam competências que, na prática, ainda não existem.
Não escrevo estas linhas porque acredito que reprovar resolveria o problema. Não resolveria. Mas aprovar sem garantir a aprendizagem também nunca resolveu. Entre essas duas margens existe um vazio que temos insistido em chamar de política educacional.
Enquanto isso, seguimos preenchendo planilhas, lançando notas, organizando recuperações, respondendo questionários sobre estratégias, justificando ausências, explicando conflitos que nasceram em segundos e tentando provar, diariamente, que estamos fazendo o suficiente.
Talvez a pergunta mais incômoda não seja por que tantos estudantes chegam ao sexto ano sem ler. A pergunta é outra: em que momento nos acostumamos com isso?
Talvez seja esse o maior retrato da crise educacional. Não a existência do problema, mas a naturalidade com que passamos a conviver com ele.
Há dias em que a escola não cansa apenas pelo excesso de trabalho. Ela cansa porque obriga bons profissionais a escolher, diariamente, entre registrar a realidade ou alimentar a ficção de que ela já foi transformada.
E essa talvez seja uma das violências mais silenciosas da educação brasileira.

Hoje, espera-se que o professor seja gestor de conflitos, mediador familiar, psicólogo improvisado, agente social, produtor de relatórios, alimentador de plataformas, responsável por índices, motivador permanente e, de alguma forma, o último elo de uma corrente que começou a se romper muito antes de sua chegada.

É FÁCIL...ser professor, policial, político empresário, trabalhador braçal, pobre, rico ou milionário. O difícil...É SER PAI.


Então para aqueles poucos que são minha admiração!!! FELIZ DIA DOS PAIS

No mundo não há evolução sem a educação.
Sem professores ninguém educa nada.
Onde não há cultura
A ignorância nada de braçada.

O professor que entrega apenas respostas pode ensinar a matéria e, sem perceber, desENSINAR a investigação.

Carlos Eduardo Balcarse

O ranço acadêmico contra o sagrado transforma a esperança em ingenuidade, levando professores a tratarem a busca pela felicidade em Cristo como um sintoma de fraqueza emocional.

O ceticismo professoral muitas vezes funciona como uma armadura impenetrável contra a graça, rejeitando de antemão a alegria de viver que brota de um coração reconciliado com o Criador.

Enquanto fingem pregar a liberdade e a justiça social, muitos professores usam o poder da sala de aula para zombar da cruz e semear o ódio contra Jesus.