Procuro um Homem de Verdade
Na vastidão da experiência humana, encontramo-nos em uma encruzilhada onde as sombras do engano se entrelaçam com a luz da verdade. Duas sendas se revelam: uma convida-nos a acreditar no que não é verdade, uma dança ilusória que seduz corações crédulos. A outra, por sua vez, insinua-se na recusa em acreditar na verdade, um enigma tecido pela negação obstinada.
Acreditar na ilusão é render-se à encantadora narrativa que pinta realidades fictícias. É um mergulho nas águas turvas da fantasia, onde a mente, como navegadora incauta, é levada por correntes de ilusões sedutoras.
Por outro lado, a recusa em aceitar a verdade é uma jornada sombria, um labirinto onde a mente, qual guardiã da própria prisão, nega-se a enxergar as verdades que se desvelam diante dela.
Em um mundo onde a riqueza é frequentemente medida por cifrões e posses materiais, esconde-se uma verdade sutil e profundamente velada. Frases ecoam, sussurrando que a pobreza não reside apenas na escassez de recursos monetários, e que a verdadeira prosperidade não se confina à opulência financeira.
O paradoxo revela-se na compreensão de que ter dinheiro, por si só, não é sinônimo de riqueza e prosperidade. Essa é uma máscara que esconde uma realidade mais ampla, uma realidade que transcende os limites do ter e possuir.
Para sentir-se verdadeiramente rico, propõe-se uma contagem singular, uma enumeração de preciosidades que o dinheiro não pode comprar. Uma riqueza que reside nas relações humanas, na saúde, nas experiências enriquecedoras e nos momentos que transcendem o efêmero.
Assim, as palavras veladas apontam para uma verdade submersa: a verdadeira riqueza está na apreciação das coisas que escapam à moeda corrente, na celebração das experiências imortais e no entendimento de que a prosperidade é um tecido intricado, no qual o dinheiro é apenas um fio entre muitos outros.
Bem-aventurados são aqueles cujos olhos já despertaram para enxergar além das aparências, e cujos ouvidos silenciam para ouvir a verdade por trás do ruído. Pois ver e ouvir, de verdade, é reconhecer a essência que habita em tudo e em todos. Felizes os que percebem os sinais sutis do caminho, pois neles reside a sabedoria que transforma o viver em consciência e propósito.
"O Chamado da Centelha"
Desde o princípio dos tempos, a alma humana carrega uma inquietação silenciosa — um anseio por algo que o mundo material não pode oferecer. Essa sede não é de prazer, de posses ou de poder, mas de lembrança. Pois esquecemos quem realmente somos.
Segundo os antigos gnósticos, vivemos num mundo ilusório, forjado por um demiurgo — uma inteligência inferior que, embora poderosa, está cega à plenitude do Espírito. Este mundo, com suas regras, dores e ciclos repetitivos, é uma prisão feita de matéria e esquecimento. Aqui, nossa essência divina — a centelha do Pleroma, do Todo — foi aprisionada em corpos de carne e moldada por crenças limitantes.
Mas dentro de cada ser humano, ainda brilha essa centelha. É ela que sussurra em meio ao caos. É ela que nos leva a questionar o sentido da vida, a não aceitar o sofrimento como destino, e a buscar — ainda que sem saber — o retorno à Origem.
O Gnosticismo não nos convida a crer cegamente, mas a conhecer. A gnose é um despertar interior, uma revelação íntima que rompe os véus da ilusão. Quando buscamos dentro, além dos dogmas, além das formas, encontramos aquilo que é eterno: a verdade viva, que estava oculta em nós desde antes do tempo.
Conhecer a si mesmo é lembrar-se de Deus — não o deus deste mundo, mas o Deus verdadeiro, sem nome, sem forma, além de toda dualidade.
E quando despertamos, deixamos de ser peças no tabuleiro. Tornamo-nos filhos do Alto, conscientes da missão de libertar nossa luz e ajudar outros a fazerem o mesmo.
Pois o caminho da gnose é solitário, mas não é egoísta. O verdadeiro iniciado não se eleva para fugir do mundo, mas para transfigurá-lo — com compaixão, consciência e verdade.
E então, ao reencontrar a Luz que jamais nos abandonou, compreendemos: nunca estivemos realmente perdidos. Apenas adormecidos.
O especialista, comenta...
O apresentador, apresenta.
O Jornalista, reporta a verdade!
É desse jeito; simples assim.Não?
Para alguns a verdade inspira a perfeição, e é sempre bem vinda... mas para outros a verdade é um insulto... mas, prefiro ser real, claro com delicadeza, do que ser algo que sinto repugna...
Não importa o que digam de ti.A pureza do teu coração será teu escudo e nada te afetará. A verdade é a espada dos justos.
A gente não pode diluir a verdade do evangelho pra que mais pessoa bebam. que adiantaria mais pessoas bebendo de algo que não tem mais poder de curar?
A verdade das escrituras sagradas não devem se adaptar a quem somos ou estamos querendo nos tornar, nós é que temos que nos condicionar a verdade, e não ela a nós.
Ah, se as pessoas soubessem o poder devastador de uma mentira...
O quanto ela fere, machuca, destrói.
Como um exército marchando por cima de um canteiro de flores, ela vem esmagando aquilo que há de mais belo...
Deixando marcas permanentes, perdura com o medo. Aquele medo de confiar novamente.
Levantamos nossos muros e nos tornamos mais cautelosos com aqueles que desejam entrar.
Ah, se as pessoas soubessem o peso de carregar esse fardo de desconfianças...
Em contrapartida a verdade é mui atraente...
Quando mentiras são lançadas, a verdade se esconde.
A mentira preenche o lugar e toma de conta da circunstância, enquanto isso a verdade se recolhe, porém permanece lá.
Pois no momento oportuno a verdade vem à tona e dilacera a mentira, lançando no abismo sua infeliz existência.
"Guarda tua língua das mazelas do mundo. Quando tu cai na cilada de falar do que não conheces bem, a mentira pode tomar forma de verdade, não só com a ajuda da tua língua, mas também da tua alma."
Telhado de vidro
Um telhado assim, todos têm, uns mais, outros menos. Afinal, somos falhos, cometemos erros, não somos perfeitos. Mas pode quebrar o telhado alheio, vá lá! Assim, você acredita que o seu é cerâmica ou rocha, não vidro. Mas não, não é mesmo! Você apenas acredita que o outro é pior, ou cometeu mais erros que você. E de fato, pode ser que sim. Somos seres imersos em diversidades, cada um com seus dilemas, problemas, realidades. E sim, muitos são cruéis, monstros capazes de cometer atrocidades, e você não deve calar_se diante de um fato assim. No entanto, antes de falar, apontar o dedo, distribuir palavras de ódio, disciminar discórdia, certifique_se de que está certo. Afinal, é bem aí, que pode está o teu telhado de vidro.
A pior coisa é viver em ilusão ao perceber que o outro não está nem aí com você. Livre-se disso logo, chega de fantasiar, pise a realidade. Viva melhor e de verdade!
É preciso e urgente parar
de dizer vagos lero-leros
e pare de exagerar
chega a dar desespero
Nada que diz é verdade
apenas gasta saliva
em frase de banalidade
que a alma nem sintoniza
O teu tempo já acabou
outro amor aconteceu
o teu passo demorou
vê se esquece quem te esqueceu !
É simples ser bom, é como respirar, que não depende de ensaio. Passar pela vida da melhor forma que conseguirmos, fazendo o bem onde for preciso.
Da vida nada levamos e nada podemos esconder, temos que ser verdadeiros nos sentimentos, não adianta fingir algo, porque ela mostrará a verdade mais dia, menos dia.
Boa semana !
