Procurando Alguém

Cerca de 47293 frases e pensamentos: Procurando Alguém

2166 📜 "Alguém dizer que Alguém não é rico 'só porque tem dinheiro' é o quê, além de Filosofia de Boteco? Por que há gente assim? HeuHein!"

1178 📜 "Lamentável os que tratam o PASSADO não como desejam, mas como e porque alguém mandou, seja o pai, a mãe, o padre, o pastor ou aqueles 'Manuais da Fé'. Que lamentável!"

2202 📜 "Quando eu era mais jovem, alguém me chamava de 'Para-Raios de Malucos' ou 'Interruptor de Fanfarrões e Assemelhados'. Agora que sou mais velho, continuam me chamando. Por que será?"

2205 📜 "Interpretar o que Deus ou alguém disse, fez ou deseja, sem ter base e fundamento para tal, quase sempre é exibicionismo e/ou patifaria. Recorram ao exemplo magistral do cineasta Woody Allen, no filme 'Noivo Nervoso, Noiva Neurótica' ('Annie Hall'), de 1977.

2249 📜 "Gosto quando 'obrigo' alguém a pesquisar, no Dicionário, quando lê algum dos Meus Escritos!"

2261 📜 "Tantos anos depois, tantos fatos comprovados, alguém ainda se declarar Comunista? E tentar justificar isso? Caramba!"

2275 📜 "Socorro, Alguém me ajude! Não é nada, não, gente. Foi só um Textão que passou por aqui e eu me assustei. Ele já foi embora! Textões, em Redes Sociais, me assustam mais até do que Visita de Alienígenas!"

2316 📜 "Pergunto: É Verdade que para eu ser Alguém Respeitável e Respeitado, eu preciso ter Duas ou Mais Contas em Redes Sociais? É Verdade que isso é Mentira? É? EuPergunto.top "

2394 📜 "Alguém ter Uma Conta numa Rede Social é oqmetoca. Alguém ter Duas ou Mais Contas numa Rede Social, também. Também e principalmente é oqmetoca e que parece que me intriga... Parece! oqmetoca.top !"

⁠Só se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguém que nem sequer te pediu desculpas.

⁠Não há ações e reações tão Leves e Poderosas quanto as que pesam a consciência de alguém.

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.

Sempre que vejo alguém se valendo do nome de Deus para se Esconder, Aparecer e se Promover, sobretudo na arena política, lembro da perseguição ao Filho d'Ele…


Mataram-no!


E foram justamente os religiosos da época que perseguiram o Filho d’Ele até a cruz.


Mas, ali, no desfecho da maior injustiça, não estava cercado por sacerdotes ou homens de fé, mas ladeado por dois ladrões.


A lembrança é dura, mas necessária: a vaidade dos que se dizem de Deus pode ser tão nociva quanto a agenda oculta dos que O negam.

Está para nascer alguém mais Feliz do que os que podem (com)partilhar suas tristezas e mais Triste do que os que não podem (com)partilhar suas alegrias.


Feliz é aquele que encontra espaço para partilhar as próprias tristezas. Porque a dor repartida, mesmo que não desapareça, torna-se mais leve ao ser acolhida por outro coração.


Do mesmo modo, está para nascer alguém mais triste do que aquele que não encontra com quem partilhar as próprias alegrias.


Porque a felicidade guardada em silêncio perde cor, e um riso não ecoa inteiro quando não encontra outro riso para acompanhá-lo.


A vida se constrói nesse movimento de ida e volta: consolar e ser consolado, celebrar e ser celebrado.


Quando temos a quem confiar nossas lágrimas e a quem oferecer nossas risadas, descobrimos que a verdadeira riqueza não está em acumular, mas em compartilhar.


Talvez a maior bênção da existência humana não seja estar sempre Feliz ou sempre amparado, mas nunca estar só.

Sem naufragar no abismo das próprias misérias, ninguém conseguiria comemorar o infortúnio de alguém.


Mas, se parar para pensar, essa comemoração revela mais sobre o vazio de quem celebra do que sobre o destino de quem caiu.


É como se a dor alheia funcionasse como anestesia momentânea para a própria carência.


No entanto, a alegria construída sobre a queda do outro é sempre frágil: dura pouco, envenena devagar e nunca preenche.


A verdadeira libertação não está em aplaudir a ruína do outro, mas em resistir ao impulso de medir a própria vida pela infelicidade alheia.

Estive esperando que alguém me salvasse.


Que me salvasse da solidão que carrego dentro da cabeça, dos anseios que me consomem, dessa tristeza absurda que me invade quando o silêncio chega e não há mais ninguém por perto.


Procurei essa pessoa por muito tempo. E, em meio a essa procura, não posso ser injusto: muitas pessoas me estenderam a mão. Algumas permaneceram ao meu lado, outras tentaram me compreender, outras ofereceram aquilo que tinham. Mas, por mais que tentassem, não encontrei em ninguém a salvação para aquilo que me afligia.


E talvez esse tenha sido o meu maior erro: acreditar que ela viria de alguém.


Nessa busca, acabei me ferindo muito mais do que me curei, porque passei tempo demais procurando no lugar errado. Depositei em outras pessoas a responsabilidade de preencher vazios que elas jamais poderiam alcançar. Esperei que alguém soubesse atravessar lugares dentro de mim que, muitas vezes, nem eu próprio sabia como encontrar.


Entre frustrações, angústias e desesperos, comecei a compreender que as respostas que procuro talvez estejam dentro de mim. Que algumas dores não precisam desaparecer para que possamos continuar, precisam ser atravessadas, compreendidas e, de alguma maneira, transformadas em aprendizado.


Também compreendi algo ainda mais difícil: a minha tristeza é minha.


Não existe escolha sobre ser forte. Às vezes, força não é virtude, coragem ou qualquer dessas palavras bonitas que usamos para tornar o sofrimento mais suportável. Às vezes, ser forte é apenas perceber que não existe outra opção.


Ninguém virá me salvar.


E talvez a parte mais dolorosa seja aceitar que nunca foi obrigação de ninguém fazê-lo.


Talvez nem exista salvação da maneira como passei tanto tempo imaginando. Talvez exista apenas aprender a conviver com aquilo que habita em mim, recolher os pedaços que deixei pelo caminho e continuar, mesmo sem saber exatamente para onde.


Esperei durante muito tempo que alguém viesse me buscar.


Agora começo a entender que, se existe algum caminho para fora daqui, provavelmente terei de encontrá-lo sozinho.

Se você ama alguém e esse alguém despreza esse amor, quem está perdendo o amor não é você.

Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…


Inclusive Brigar!


É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.


Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…


Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.


Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.

Um dos maiores palcos de manipulação do país — quiçá do mundo — Brasília haveria de receber alguém de pulso, cheio de vontade de libertar — deixe ir: Fabrício Carpinejar!


Brasília, com sua arquitetura monumental e sua aura de poder, sempre foi mais do que a capital política do país — é o símbolo vivo da manipulação institucionalizada, da retórica cuidadosamente ensaiada, das verdades maquiadas em discursos de ocasião.


Ali, onde se fabricam narrativas e se negociam destinos, a liberdade — essa palavra tão pequena e tão cara — costuma ser tratada como um artigo de luxo, raramente distribuído e quase nunca praticado.


E então, de repente, chega Carpinejar.


Com sua voz que mistura ternura e brutal honestidade, com seu dom de traduzir sentimentos que o poder não compreende, ele atravessa os corredores de Brasília não para discursar, mas para desatar.


Lança “Deixa ir” — um livro que fala sobre o desapego, sobre o amor que sabe partir, sobre a leveza que nasce quando se solta o que aprisiona.


E é aí que mora a ironia mais sublime:
No palco da manipulação, onde os verbos dominantes são reter, aprisionar, onde a vaidade se confunde com propósito, chega um poeta dizendo: “Deixe ir.”


É como soltar um pássaro dentro de um aquário de concreto.


Como ensinar o poder a amar sem possuir.


Carpinejar, nesse gesto, não apenas lança um livro — lança uma provocação existencial.


É como se dissesse: “Enquanto o país se esforça para segurar o que não cabe mais nas mãos, eu escrevo para lembrar que o verdadeiro domínio é saber soltar.”


Não haveria melhor palco para deixar ir do que aquele que só sabe aprisionar!

⁠⁠Meu corpo não será velado, se alguém tiver a má intenção de lhe oferecer coroa de flores, pode se render à hombridade de convertê-la em quentinhas para tentar enganar a fome de moradores de rua.