Privilégio
“O verdadeiro privilégio não é ter para onde ir, é ter alguém esperando por você quando decidir voltar.”
Apreciar-te é um privilégio
pela beleza dos teus traços,
pela a intensidade do teu jeito,
és uma mulher cheia de graciosidade,
não valorizar-te é um erro,
amar-te de verdade
é meu profundo desejo.
Sinto-me honrado por tamanho privilégio de poder expressar em versos o que acontece no meu imaginário, minhas inspirações e sinceramente o que penso.
Entre os tesouros mais raros da existência está o privilégio de compartilhar a vida com amigos cuja lealdade desconhece a inveja, a competição ou a falsidade. Com eles, dividimos sonhos delicados e projetos grandiosos, gestos simples e grandes planos. Na pureza desse vínculo sincero reside a verdadeira essência da amizade.
-Todo mundo quer ser amado; esquecendo que isso
é privilégio de bem poucos.
-Que tal começar pelo começo?
AMANDO!
☆Haredita Angel
2602 📜 "Se eu morresse um dia e se tivesse a honra e o privilégio de estar diretamente com o Criador... Eu agradeceria por ele ter criado a Mulher. Não conheço Ser mais Maravilhoso!"
Que privilégio falar português para compreender e sentir toda a poesia que existe na música popular brasileira.
Somente os que Pensam com a própria cabeça gozam do privilégio de poder Errar. Só eles podem rever seus Pensamentos.
Errar, nesse caso, não é sinal de fraqueza — é prova de autonomia.
Quem pensa por conta própria aceita o risco de se enganar, porque sabe que a verdade raramente se entrega pronta e definitiva.
Ela costuma surgir aos poucos, no atrito entre convicções, dúvidas e revisões.
Já os que apenas repetem ideias herdadas, emprestadas ou impostas, quase nunca se permitem errar.
Não porque estejam mais certos, mas porque não foram eles que pensaram.
A convicção, quando terceirizada, vira armadura: protege da vergonha de mudar, mas também aprisiona na incapacidade de evoluir.
Pensar com a própria cabeça exige coragem — a coragem de sustentar uma opinião sem aplauso imediato e, principalmente, a coragem de abandoná-la quando ela se mostra frágil demais.
É um exercício permanente de humildade intelectual, onde o orgulho não está em nunca falhar, mas em nunca se recusar a aprender.
No fundo, revisar um pensamento é um gesto muito raro de liberdade, enquanto os que tropeçam na ilusão da convicção, alugando suas cabeças, não podem sequer repensar.
Porque só quem constrói as próprias ideias possui também as chaves para reconstruí-las.
Com tanto humano latindo, muito em breve, dialogar será privilégio dos cães.
Há uma medonha cacofonia tomando conta do mundo.
Fala-se muito — mas ouve-se quase nada.
As palavras, outrora pontes entre consciências, hoje se erguem como muros de pura vaidade.
Infelizmente, o verbo já está perdendo o dom de unir.
Transformando-se em arma, em ruído, em reflexo de uma humanidade que insiste em confundir — por maldade, descuido ou capricho — tom e volume com a razão.
Cada um late a própria certeza, a própria verdade,
defendendo-a como quem protege um osso invisível.
Nos palcos digitais, nas praças e nas conversas de esquina,
o diálogo virou duelo,
a escuta, fraqueza,
e o silêncio — que quase sempre foi sabedoria —
agora é interpretado como rendição.
Latimos para provar que existimos,
mas quanto mais alto gritamos,
menos presença há em nossas vozes.
Perdemos o dom de conversar
porque deixamos de querer compreender.
Estamos quase sempre empenhados em ouvir só para responder.
Talvez, por ironia divina,
os cães — que nunca precisaram de palavras —
sejam hoje os últimos guardiões do diálogo.
Eles não falam, mas entendem.
Não argumentam, mas acolhem.
Escutam o tom, o gesto, o invisível…
Enquanto o homem se afoga em certezas,
o cão permanece fiel à simplicidade da escuta.
E quando o mundo estiver exausto de tanto barulho,
talvez apenas eles saibam o que significa realmente conversar:
olhar nos olhos, respirar junto,
e compreender o que o outro sente —
antes mesmo de dizer.
Porque, no fim das contas,
o diálogo nunca foi sobre ter razão,
mas sobre ter alma suficiente para ouvir.
E talvez, enquanto o humano retroalimenta o medo do cão chupar manga,
o maior — e único — medo do cão
seja tanto humano latindo.
Não acredito em imagens e santos beatificados,
porque a santidade é um privilégio humano,
que só existe enquanto houver a luz da vida,
pois nenhuma ação procede de um ser morto,
onde já não há mais existência de virtudes.
Almany Sol - 28/09/2012
Privilégio ao senhor Jah e seus Leões, que a Paz do senhor esteja no Império Rasta, assim como o Amor está no coração de quem o segue.''
"O cérebro deveria ter dado o privilégio de pensar ao coração, assim as pessoas sofreriam bem menos."
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