Primo Familia

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A liderança espiritual da família é do homem, porque ele recebeu esta autoridade de cima
para exercer suas responsabilidades sociais, cumprindo ordens para o bem-estar físico, emocional e espiritual de todos.

Deus habita nos detalhes de como você cuida da sua casa.
Lar é ter para onde ir. Família é ter por quem voltar. Quando você tem os dois, você tem tudo.
Sua casa não é só paredes, é onde sua história ganha vida. Transforme-a em um lugar sagrado.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

Deus abençoe sua vida, sua família, que notícias boas cheguem, que a paz habite seu coração e a esperança se renove todos os dias. Que não falte fé para seguir, e amor para compartilhar.

Que neste novo dia, o amor de Deus possa alcançar a sua casa e sua família, envolvendo cada canto com paz e esperança. Que a luz divina aqueça os corações, renove as forças e traga serenidade, fazendo florescer fé, união e infinitas bênçãos.

Hoje entregamos nosso lar e nossa família nas mãos de Deus. Que Seu amor nos fortaleça, Sua paz nos envolva e Sua graça nos acompanhe. Declaramos um dia de bênçãos, proteção, cura, renovação e muitas vitórias.
Amém!

Que Deus derrame sobre nossa casa, nossa família e nossa Pátria Sua proteção. Que as forças do mal jamais prosperem contra nós. Que a fé nos fortaleça, a esperança nos guie e a mão de Deus nos conduza sempre. Amém!

MASSACRE

Descaso com os cidadãos brasileiros e com o pai de família .

Quantas pessoas hoje se encontram desempregadas ?

Quantas pessoas não tem um teto para dormir, para comer ?

Quantas são mortas, assaltadas, estrupadas pelos mesmos todos os dias ?

Quantas pessoas esperam por uma consulta, uma cirurgia, um transplante, que estão em leitos ou acamados em suas casas ?

Isso sim é um massacre !

È O que temos que viver e passar todos os dias, pois infelizmente moramos no brasil e não JAPÃO, E.U.A ou outro país de primeiro mundo, onde são exemplo aos demais e não como o nosso que somos motivos de sátiras.

A mídia só sabe falar do tal ''massacre'' entre as facções rivais, óbvio que um crime não justiça o outro sem dúvidas, mas se fossem trabalhadores e honestos, pais de família, jamais estariam passando por isso.

A única coitada que sofre com tudo isso são as mães infelizmente ! Mãe é mãe.
Mas vítimas da sociedade não são não!

Aumente na infra estruturas das penitenciárias devido as superlotações e no efetivo militar pois ajudará a manter a ordem.

A família é um presente precioso. Vamos cuidar uns dos outros com carinho, respeito, união e gratidão, construindo momentos cheios de Amor. ❤️

É impressionante como a sua própria família torce para seu fracasso! Azar o deles eu sou genial por natureza e, de tudo que escrevo possuo Diretos Autorais na Biblioteca Nacional!

Corujinha


Ao meu pai, que dedicou a vida a cuidar da minha família: que os teus pés se mantenham firmes e que o peso da velhice não consuma o fogo da juventude no teu coração.


Não houve para mim maior honra do que viver todos os dias ao teu lado, aprendendo e me tornando melhor a cada amanhecer. Se não fosse a tua paciência, eu já me teria perdido pelo mundo.


Dedicarei os meus dias a cuidar da tua velhice e serei um filho paciente. Perdão por culpar-te pelas minhas irresponsabilidades e perdão por não ter controlado a minha língua.


Muitas vezes, te xinguei por não ter maturidade para entender a realidade, nem fui forte o suficiente para nos tirar das dificuldades; nunca fui forte o bastante.


Mas, enquanto eu puder viver, cumprirei uma última promessa: dedicarei meus dias a ti e cumprirei, ao teu lado, a missão de transformar minha irmã e tua filha em uma grande profissional.


Talvez essa seja a minha redenção.




Para, Francisco Júlio
De KANGAl

FALÊNCIA DA FAMILIA E UTOPIA DA AMIZADE !
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QUANDO A SUA PRESENÇA NÃO SE FAZ MAIS ,SER SENTIDA OU PERCEBIDA,É SINAL DE VOCÊ SER DESCARTÁVEL.
PORTANTO É HORA E CHEGADO O TEMPO DE BUSCAR SEU ESPAÇO E CONVIVÊNCIA EM OUTRO LUGAR ,COM OUTRAS PESSOAS !
NOVAS EXPECTATIVAS E NOVAS OPORTUNIDADES DE SER FELIZ AO LADO DAS PESSOAS QUE TE VALORIZAM !

Um dia eu quis ser rico, hoje agradeço a Deus por ter saúde, alguém que me ame, uma família linda e um Cristo que me ensina todos os dias a valorizar a criação do Criador!

O Pescador era antes de tudo, um homem de família, embora tivesse poucos amigos além daqueles que estavam sempre com ele no barco, ele não era um solitário como se dizia na Vila, apenas mantinha a relação social um pouco restrita para fugir daquela velha dita de que todo pescador gosta de contar mentiras que ninguém acredita.
Ele também não cuidava muito da aparência que era judiada truculenta, afinal era de estar no rio debaixo do sol que ele mais gostava e os peixes e as águas barrentas do rio que ele navegava nunca se importaram com essas coisas de presença.
Sua mente era assim que funcionava, ora calma ora brava, como as ondas esverdeadas que as ventanias do tempo fomavam. Mas o Pescador ligeiro assim como água a toda situação se amoldava, às vezes perdia a calma mas rapidinho a encontrava escondida atrás da serenidade e nunca se desesperava nem quando o tempo fechava e o leme se quebrava naquelas tardes de fortes chuvas, relâmpagos e trovoadas.
Nenhuma tempestade por mais forte que se apresentava desviar seu curso ele deixava. Pois sabia onde o cardume estava e era para lá que ele navegava, e ainda que o rio estivesse revolto os seus pensamentos eram livres, confiantes e soltos do medo que não afeta de forma alguma quem conhece o rio e o condutor do barco que por ele navega.

Quando deixamos de fazer nossa árvore genealógica, estamos desmatando a história de nossa família...

EM FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Entre família não se trata apenas de laços consanguíneos, mas de um complexo entrelaçamento de consciências que se encontram sob o mesmo teto para um aprendizado mútuo, silencioso e contínuo. A convivência familiar é, em sua essência, um laboratório moral, onde as imperfeições se revelam sem adornos e as virtudes são convocadas à prática diária.
No ambiente doméstico, as máscaras sociais se dissipam. Aquilo que o indivíduo oculta no convívio público emerge com espontaneidade entre os seus. É nesse cenário que o orgulho se evidencia, que a impaciência se manifesta e que o egoísmo, muitas vezes sutil, denuncia-se em pequenos gestos e palavras. Contudo, é também ali que a renúncia encontra espaço, que o perdão se exercita e que a caridade deixa de ser discurso para tornar-se atitude concreta.
Entre família, as divergências não são falhas do sistema afetivo, mas instrumentos pedagógicos da existência. Cada conflito carrega em si uma oportunidade de lapidação interior. Aquele que compreende tal mecanismo deixa de exigir perfeição alheia e passa a responsabilizar-se por sua própria transformação íntima.
Sob a ótica espírita, a família não se constitui ao acaso. Espíritos afins ou necessitados de reajuste reencarnam juntos, atraídos por leis de afinidade e de reparação. Assim, muitos dos desafios enfrentados no seio familiar não são castigos, mas reencontros providenciais destinados à harmonização de débitos pretéritos e ao fortalecimento dos vínculos verdadeiros.
É por isso que amar entre família exige mais do que sentimento. Exige disciplina emocional, vigilância constante e, sobretudo, humildade. Amar, nesse contexto, é ceder quando necessário, compreender antes de julgar e silenciar quando a palavra pode ferir mais do que esclarecer.
Não há evolução autêntica que prescinda do convívio familiar. É ali, no cotidiano aparentemente simples, que o espírito se prova, se revela e se reconstrói.
E aquele que aprende a amar verdadeiramente dentro de casa, ainda que entre dores e renúncias, torna-se apto a irradiar ao mundo uma luz que não se apaga diante das adversidades, porque foi acesa no lugar mais difícil e mais sagrado da existência.

MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.

Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
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“A família é comparada a uma casa: para se manter firme, precisa de uma base sólida. O chefe de família representa a viga mestra dessa estrutura, sustentando o lar quando está enraizado em valores como amor, integridade e equilíbrio. A verdadeira prosperidade não se resume a bens materiais, mas nasce da estabilidade emocional, da retidão e do compromisso daquele que lidera. Um lar floresce quando há harmonia, união e um líder centrado em princípios que inspiram e fortalecem todos os seus membros.”

“Devemos cuidar com dedicação, carinho e gratidão das pessoas idosas da família. Isso inclui oferecer qualidade de vida, atenção às suas necessidades, apoio especialmente nos momentos de enfermidade, além de presença, amor incondicional e respeito, acompanhando-as com dignidade até o fim de seus dias, independentemente de seus erros ou acertos.”

“Aprende-se no Reiki que todos estão interligados como uma só família e, por isso, o caminho correto é cultivar paz, harmonia e compaixão, evitando qualquer forma de conflito, separação ou guerra.”

⁠Família. Me entristece, me alegra; me afasta, me atrai; me estressa, me acalma; me abandona, me acolhe; me aborrece, me leva ao limite, mas dela não consigo me desvencilhar. Ela faz parte de mim e eu faço parte dela.