Primo Familia
Deus abençoe sua vida, sua família, que notícias boas cheguem, que a paz habite seu coração e a esperança se renove todos os dias. Que não falte fé para seguir, e amor para compartilhar.
Que neste novo dia, o amor de Deus possa alcançar a sua casa e sua família, envolvendo cada canto com paz e esperança. Que a luz divina aqueça os corações, renove as forças e traga serenidade, fazendo florescer fé, união e infinitas bênçãos.
Hoje entregamos nosso lar e nossa família nas mãos de Deus. Que Seu amor nos fortaleça, Sua paz nos envolva e Sua graça nos acompanhe. Declaramos um dia de bênçãos, proteção, cura, renovação e muitas vitórias.
Amém!
Os indivíduos da da gaiola
O ser adulto provedor da família
Os filhos são produzidos a ser lapidados, depois podem ser parte da escolha, e quando neste processo seletivo de lapidar o ser humano segue outro caminho com alienações do dia a dia como a questionar a própria existência.
A ferida da sociedade começa dentro pre ensino...
Com as fraturas do ensino transformam o indivíduo em produto com defeitos.
Esses produtos são descartáveis...
Se tornam a classe de sub existência.
Cubismo da natureza humana digitalizada no formigueiro humano.
Família constituída de pai mãe e filho e filha, ate fase dimensional globalização.
Mistura dos ideias capitalismo e socialismo.
Ouve desenvolvimento cultura e desenvolvimento Família.
O leque foi aberto mãe pais e pais mães. Assim o cenário mundial tomou um novo formato.
Aonde tínhamos filhos temos pets filhos aonde caminhamos pela imersão da existência contemporânea de reprodução e ideal é reprodução a família... um ideial esta caindo pois planeta está super povoado.
Como tratamos a fome mundial.
Temos um percentual absurdo de gente no mundo.
Que vemos é devastação do planeta e com governantes omissos e aproveitadores, meio ambiente sofre muito, ainda a negacionista, gente aposta no apocalíptico sistema da alienação religiosa e social.
Agora é tapa cara da direita,
Sempre foi falatório e retórica da patria e família agora se torno o algoz de milhões,
Parece que o filme terá novos capítulo.
Pobre bebe detergente o rico bebe leite no fraco de detergente e depois vamos escutar os áudios filho da ratazana lavando dinheiro público em delação premiada...
Ainda tem deepfakes ou fakes news...
Para depor a favor e colocar os novos parâmetros do caos no algarismo...
Ou agora ira fugir para outro pais ou vai para o hospital...
Vai continuar sua candidaturas ( a ditadura deve voltar papai precisa de liberdade meu velho babão.)
Figura suja e corrupta escreve mais uma página nos moldes da democracia.
Somos objeto de estudo enriquecimento o conhecimento do futuro da nação....traidores da patria...
Agora faça um comício dizendo que é inocente, diga o para o brasil que vai sangrar por justiça...!
Diga que verdade sera dita nada mais que a verdade e seja homem, continue sendo rato sempre foi ....
EM FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Entre família não se trata apenas de laços consanguíneos, mas de um complexo entrelaçamento de consciências que se encontram sob o mesmo teto para um aprendizado mútuo, silencioso e contínuo. A convivência familiar é, em sua essência, um laboratório moral, onde as imperfeições se revelam sem adornos e as virtudes são convocadas à prática diária.
No ambiente doméstico, as máscaras sociais se dissipam. Aquilo que o indivíduo oculta no convívio público emerge com espontaneidade entre os seus. É nesse cenário que o orgulho se evidencia, que a impaciência se manifesta e que o egoísmo, muitas vezes sutil, denuncia-se em pequenos gestos e palavras. Contudo, é também ali que a renúncia encontra espaço, que o perdão se exercita e que a caridade deixa de ser discurso para tornar-se atitude concreta.
Entre família, as divergências não são falhas do sistema afetivo, mas instrumentos pedagógicos da existência. Cada conflito carrega em si uma oportunidade de lapidação interior. Aquele que compreende tal mecanismo deixa de exigir perfeição alheia e passa a responsabilizar-se por sua própria transformação íntima.
Sob a ótica espírita, a família não se constitui ao acaso. Espíritos afins ou necessitados de reajuste reencarnam juntos, atraídos por leis de afinidade e de reparação. Assim, muitos dos desafios enfrentados no seio familiar não são castigos, mas reencontros providenciais destinados à harmonização de débitos pretéritos e ao fortalecimento dos vínculos verdadeiros.
É por isso que amar entre família exige mais do que sentimento. Exige disciplina emocional, vigilância constante e, sobretudo, humildade. Amar, nesse contexto, é ceder quando necessário, compreender antes de julgar e silenciar quando a palavra pode ferir mais do que esclarecer.
Não há evolução autêntica que prescinda do convívio familiar. É ali, no cotidiano aparentemente simples, que o espírito se prova, se revela e se reconstrói.
E aquele que aprende a amar verdadeiramente dentro de casa, ainda que entre dores e renúncias, torna-se apto a irradiar ao mundo uma luz que não se apaga diante das adversidades, porque foi acesa no lugar mais difícil e mais sagrado da existência.
Toda decadência começa pela falta de decência. A família não desmorona quando perde dinheiro, mas quando perde autoridade; a sociedade não apodrece quando faltam recursos, mas quando faltam princípios. Pais que negociam valores para comprar aprovação dos filhos inauguram uma geração que confunde amor com permissividade, liberdade com ausência de limites e direitos com dispensa de deveres. Cada “sim” dito por covardia é um “não” dito ao caráter. Cada responsabilidade poupada é uma consciência empobrecida. Cada consequência evitada é uma fraqueza cultivada. Educar nunca foi conquistar o aplauso dos filhos; foi prepará-los para sobreviver sem os aplausos do mundo. A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que formam. Porque a falta de decência na educação é o primeiro capítulo da decadência de uma geração inteira.
O homem deve viver de maneira que todos saibam que ele é cristão... e acima de tudo, sua família deve saber.
Teologia Arminiana
Agradeça pela saúde, pelo lar, pelo alimento, pelo trabalho, pela família e até pelas lutas, pois elas ensinam e fortalecem.
A vida nem sempre será fácil, mas a gratidão traz paz, renova as forças e nos ajuda a enxergar as bênçãos que muitas vezes passam despercebida
"Os parentes são trabalhadores, a família é trabalhadora, os amigos são trabalhadores, provavelmente nascerão muitos trabalhadores."
Os produtos encolhem na prateleira, mas os tributos continuam em tamanho família...
Produto reduzido, imposto ampliado. #DireitoTributárioDoConsumidor
Guarde isto:
Distração com a família tem valor,
mas não quebra cadeias espirituais.
Quem está ao teu lado não precisa só de carinho.
Precisa de cura espiritual.
Remédio: Jejum. Palavra. Oração.
Aqui estão as armas de Deus
para vencer no campo de batalha espiritual.
Ef 6:12
"Às vezes salvamos pessoas que nem conhecemos, e deixamos morrerem a nossa família."
—pensador Jalison Santos
Dia de domingo
Domingo; dia de almoço em família, dia da feira, dia de churrasco, dia de namorar com a lua cheia;
Domingo; dia de sossego, nosso dia de recuperar o sono; domingo é dia de passar no bingo, no mercado, na casa dos amigos é dia de receber as bençãos na igreja; domingo é dia de socializar com os parentes, dia de jogar conversa fora ou de bater aquela chepa quente;
Domingo é dia de ficar de pernas pro alto ou o dia de correr atrás de uma bola; domingo é dia de truco ladrão! É dia de ouvir uma boa música;
Domingo é dia de estudar para a prova; dia de fazer uma corrida é dia de andar de magrela ou pode ser o dia de jogar um vôlei na rua de cima;
Domingo é dia de ir passear no shopping atrás de novidades ou oportunidades amorosas;
Domingo é dia de praia ou de uma boa piscina lotada; domingo não para, vai até a meia noite sem folga pra nada!
Domingo é domingo!
Domingo é o dia que passa rápido; mas não falha!
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
A INGRATIDÃO DOS FILHOS E OS LAÇOS DE FAMÍLIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as dores que atravessam o espírito humano, poucas são tão lancinantes quanto a ingratidão dos filhos. A pobreza pode ferir o corpo. A enfermidade pode consumir os dias. As perseguições sociais podem dilacerar a dignidade. Contudo, quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre.
O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta essa questão não apenas como drama psicológico ou conflito social, mas como fenômeno espiritual de longa duração, vinculado aos processos reencarnatórios, às leis de afinidade moral e às reparações do pretérito. A Doutrina Espírita desloca o problema da mera ótica biológica e o eleva à dimensão transcendente da consciência imortal.
A família, segundo o Espiritismo, não é simples agrupamento consanguíneo formado pelo acaso biológico. Antes de tudo, constitui reencontro de Espíritos ligados por afinidades, débitos, afetos, antagonismos e necessidades de crescimento mútuo. Muitas vezes, aqueles que hoje se chamam pai, mãe, filho ou irmão já estiveram unidos em existências pretéritas sob outras circunstâncias. O amor pode reunir. O ódio também. A reparação moral frequentemente reorganiza os vínculos que outrora foram destruídos pelo orgulho, pela violência ou pelo abandono.
É precisamente nesse ponto que o texto de Santo Agostinho adquire profundidade filosófica admirável. O Espírito que desencarna não abandona instantaneamente suas paixões. Leva consigo ressentimentos, desejos, tendências e marcas psicológicas profundamente sedimentadas. A morte não santifica ninguém. Apenas remove o invólucro físico. A individualidade prossegue sendo aquilo que moralmente construiu em si mesma.
Por essa razão, muitos Espíritos carregam para além do túmulo animosidades violentas. Alguns despertam para o arrependimento e compreendem que somente a caridade pode libertá-los da própria inferioridade. Entretanto, compreender não significa vencer imediatamente. A consciência vacila entre o desejo de renovação e os impulsos cristalizados do passado. Surge então o drama íntimo da reforma espiritual.
Em diversos casos, segundo a ótica espírita, o Espírito pede para renascer exatamente no seio da família daqueles a quem odiou ou por quem foi odiado. A reencarnação converte-se, assim, em mecanismo educativo da Providência Divina. O antigo adversário retorna como filho. O ofendido reaparece como pai. O perseguidor nasce sob os cuidados daquele que perseguiu. A convivência doméstica torna-se oficina de reconciliação.
Sob essa perspectiva, muitas antipatias aparentemente inexplicáveis da infância deixam de ser vistas como simples caprichos temperamentais. Existem crianças que, desde muito cedo, demonstram rejeição intensa, revolta desproporcional ou frieza afetiva sem causa aparente na atual existência. O Espiritismo interpreta certos casos como reminiscências emocionais profundas, impressões subconscientes oriundas de experiências anteriores ainda não pacificadas.
Tal entendimento não pretende estimular fatalismos psicológicos nem justificar abusos familiares. Pelo contrário. A Doutrina Espírita responsabiliza moralmente os pais pelo esforço educativo e afetivo destinado ao progresso espiritual dos filhos. A educação deixa de ser mero preparo intelectual e transforma-se em tarefa sacramental da alma.
O lar converte-se em laboratório moral.
Cada gesto dos pais modela estruturas psíquicas profundas na criança. A indulgência excessiva fortalece o egoísmo. A ausência afetiva alimenta inseguranças futuras. A violência verbal produz traumas silenciosos. A negligência moral favorece tendências destrutivas já existentes no Espírito reencarnante. Assim, o Espiritismo compreende que educar não é apenas ensinar regras sociais, mas auxiliar o Espírito a dominar suas imperfeições ancestrais.
A metáfora utilizada no texto é extremamente significativa. Os pais devem agir como jardineiros atentos, cortando os rebentos defeituosos antes que se transformem em raízes profundas. O orgulho e o egoísmo, se alimentados desde cedo, convertem-se mais tarde em ingratidão, insensibilidade e endurecimento moral.
Sob o prisma psicológico, percebe-se aqui extraordinária lucidez acerca da formação da personalidade humana. A infância constitui período de plasticidade emocional intensa. Tendências morais podem ser fortalecidas ou enfraquecidas conforme o ambiente afetivo, os exemplos familiares e os estímulos recebidos. O Espiritismo antecipa, em muitos aspectos, reflexões modernas sobre condicionamento emocional, desenvolvimento ético e estruturação psíquica da consciência.
Entretanto, o Evangelho Espírita também consola os pais que, apesar de todos os esforços sinceros, enfrentam filhos ingratos ou moralmente perturbados. Nem toda responsabilidade pertence à família atual. Existem Espíritos profundamente comprometidos consigo mesmos, resistentes ao progresso, que utilizam o livre-arbítrio para permanecerem estacionários. Nesses casos, o sofrimento dos pais converte-se em prova expiatória e testemunho de perseverança moral.
As dores domésticas possuem singular intensidade porque atingem diretamente o centro afetivo da alma. Há indivíduos que suportam heroicamente a fome, a miséria e as humilhações sociais, mas desmoronam diante da indiferença de um filho. Isso ocorre porque os laços familiares penetram regiões profundas da sensibilidade humana. O coração paterno e materno frequentemente ama sem condições, sem contratos e sem medidas.
Quando esse amor não encontra reciprocidade, instala-se uma das mais amargas experiências da existência terrestre.
Todavia, o Espiritismo procura impedir que a dor se transforme em desespero absoluto. A reencarnação relativiza o instante presente. O filho ingrato de hoje pode tornar-se amanhã o Espírito arrependido que retornará buscando reconciliação. Nenhum sofrimento é eterno. Nenhuma consciência permanece para sempre endurecida. A justiça divina opera através de séculos invisíveis ao olhar humano.
Há também dimensão sociológica extremamente relevante nesse ensinamento. Em épocas marcadas pelo individualismo exacerbado, pela dissolução dos vínculos familiares e pela cultura do imediatismo, a ingratidão filial tornou-se fenômeno cada vez mais recorrente. Muitos pais envelhecem abandonados emocionalmente. Tornam-se instrumentos utilitários descartados após cumprirem funções materiais. A sociedade contemporânea frequentemente estimula autonomia sem responsabilidade moral, liberdade sem dever e prazer sem gratidão.
O resultado inevitável é a erosão dos laços afetivos.
O Espiritismo propõe caminho oposto. A família não é prisão cármica destinada apenas ao sofrimento, mas instituição educativa da alma. É dentro dela que o Espírito aprende tolerância, renúncia, perdão, disciplina emocional e fraternidade. As imperfeições que emergem no convívio doméstico revelam precisamente aquilo que ainda necessita ser curado.
Por isso Santo Agostinho conclui exortando os pais a acolherem até mesmo os filhos difíceis como irmãos espirituais em processo de restauração. Muitas vezes, aqueles que mais causam perturbação são justamente os que mais necessitam de amparo moral. A família verdadeira não se define apenas pela harmonia natural, mas pela capacidade de permanecer unida diante das provas.
Existe profunda grandeza espiritual na mãe que continua amando o filho ingrato. Existe heroísmo invisível no pai que persevera orientando aquele que o despreza. Tais criaturas silenciosas carregam cruzes morais que raramente são compreendidas pela sociedade, mas que possuem elevado valor diante das leis divinas.
A ingratidão dos filhos não representa apenas falha afetiva humana. Em muitos casos, constitui reflexo de conflitos antigos ainda não resolvidos entre consciências imortais. E os laços de família, longe de serem acidentes biológicos passageiros, revelam-se instrumentos providenciais para a reconstrução do amor onde outrora existiram ruínas morais.
Porque, diante da eternidade, nenhuma lágrima sincera é inútil. Nenhuma renúncia amorosa permanece esquecida. E nenhum coração que verdadeiramente ama atravessa as sombras da existência sem recolher, mais cedo ou mais tarde, as claridades da redenção espiritual.
Fontes consultadas.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
Santo Agostinho
O Livro dos Espíritos
José Herculano Pires
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Quando a família se une pelo amor, Deus se faz presente. É nesse alicerce que o poder da fé se manifesta, tornando os laços inquebráveis e transformando a vida em uma grande e constante bênção. Com a fé, superamos as tempestades, pois o amor de Deus é nossa luz. Nossos corações se enchem de gratidão, e cada desafio se torna uma prova do Seu cuidado. Nessa união de fé e família, a vida floresce em milagres diários.
Raphael Denizart
O álcool serve para conservar muitas coisas, exceto: família, dignidade, respeito, saúde, sucesso, etc.
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