Primeiro dia de aula: frases que celebram esse novo começo

⁠Futuro

Todos ali vivendo e aprendendo
Mas que em algum momento tudo fica intenso
Esse nosso pequeno mundo que vivemos e sofremos

Há dias de luz, há dias cinzentos
Palavras que curam, silêncios que pesam
Em meio ao caos, buscamos sentido
Mesmo feridos, seguimos unidos

Os ventos sopram sem direção
Levando sonhos, trazendo lições
E mesmo que a dor nos alcance
Há beleza em cada instante

Hoje sai cedo pra caminhar
Com brilho no olhar
Pôde respirar e observar
Folhas das árvores balançar
Há pureza no ar
Basta acreditar
A vida valorizar
Sempre acreditar
" Amigo" , não desesperar

Cada dia, uma nova história
Novas chances, novas memórias
Novas quedas, novos recomeços
Em cada passo, infinitos começos

O Futuro é logo ali
Não podemos partir
Fique aqui e vamos evoluir
E lembre-se:
A vida seguir .

⁠ Aprendi com muito custo a me amar e a me respeitar. E acredite, foram longos anos de aprendizado. O fato é que agora ninguém mais me fere, porque eu estou blindada pelo Sangue de Jesus Cristo vertido na cruz e nem mesmo as pessoas que eu mais amo vão conseguir.

⁠Que você entenda que na vida nada acontece por acaso. Que a cada dia você irá aprender com as lições da vida. E que em meio a tantos acontecimentos você não perca a fé.

aprender a priorizar meus interesses é
aprender a transformar minha solidão em minha solitude.

A vida vivida é como um livro já escrito: cada página traz marcas de escolhas, encontros e aprendizados. O amanhecer nos lembra que, apesar do que já foi escrito, sempre há espaço para novas linhas, novos capítulos e novas cores.
- O que você já viveu é patrimônio — ninguém pode tirar.
- O presente é oportunidade — é nele que se constrói o futuro.
- A vida não é só medida em anos, mas em intensidade, em presença e em significado.
Talvez hoje seja um bom momento para agradecer pelas páginas já escritas, e se abrir leia a sabedoria para o que ainda virá.

O sábio aprende a dançar com o silêncio, porque sabe que há tempestades que só se vencem com a leveza de uma brisa.

Ele não se cala por fraqueza, mas porque entende que até o sol se esconde atrás das nuvens quando a tormenta não está pronta para a luz.

"Quando alguém
não te responde
no WhatsApp...
aprenda.
Ele já respondeu."

Nem sempre a vida é fácil… mas quando a gente aprende a caminhar com Deus, até os espinhos se tornam aprendizado.

Janice F. Rocha

Quando Deus segura a mão, até o impossível aprende a ceder.


Janice F. Rocha

Hoje a escola fala em forma de gratidão.


Danielle,
doçura firme,
sabedoria que guia,
exemplo vivo de quem ensina
até quando silencia.


Ana Clara,
movimento que não para,
coração inquieto,
corre porque se importa,
acerta porque é correta.


Susi,
passo forte,
decisão sem medo,
postura arrojada,
ética que nunca se dobra.


Gabi,
menina no sorriso,
mulher no compromisso,
doce no trato,
séria no propósito.


Quatro nomes,
quatro forças,
um só legado:
uma escola melhor
porque vocês passaram por ela.
Nossa homenagem.


Nosso respeito.
Nossa gratidão.


By. Prof. Cranon

Não finja de besta, e nem de sábio, fique em silêncio e seja um aprendiz, observe, pesquise e tenha dúvidas.

Aprenda o quanto antes se assim achar necessário a encerrar com respeito uma conversa desgastante sobre um assunto determinado quando notar que a fala deixou de valer a pena, que a compreensão não foi a desejável, para evitar um resultado que não compensa, que menospreza os seus esforços

então, considere que não é sempre que “Quem cala consente”, nem que todas as vezes é por falta de argumentos, mas que pode ter sido o caso da discordância ter ficado forte o bastante e o consenso inalcançável e se foi isso mesmo, melhor não ficar insistindo, perdendo tempo num diálogo sem sentido

Portanto, às vezes, continuar falando não parece ser prudente ou talvez não seja o mais adequado, não precisa haver contendas, inimizades, trata-se apenas de um jeito de não ser insistente sem uma razão aceitável e de preservar principalmente os laços relevantes, que alegram e deixam os nossos corações gratos.

Uma das coisas que eu aprendi na vida é que quem quer alguma coisa, não cria dificuldade, porque sabe que isso não é desculpa pra continuar na merda. Assume responsabilidades, honra compromissos, supera limites, quebra barreiras, têm interesse e se esforça.
Quem tem objetivos honestos, não se freia por medo e nenhum vício.
Todo mundo sabe exatamente o que está fazendo.

Que tenhamos sempre,
muitas coisas para aprender.
Muitas para ensinar e muitas
para viver...

Há uma paz que não se aprende nos livros,
nem se explica em palavras humanas;
é a paz que vem de Deus, suave e eterna,
que toca a alma quando o mundo silencia.

⁠MINHA ÓTICA


No lixão ainda vejo flor.
Na favela ainda vejo ator.
Na escola pública ainda vejo escritor.
Na roça ainda vejo professor.
Na rua ainda vejo doutor.

O caminho eu já conheço, o que ainda me falta aprender, é um jeito novo de caminhar.

Os dias e os meses passavam depressa enquanto eu cursava a escola normal. Havia uma pressa no tempo, como se a rotina puxasse os ponteiros para frente sem pedir licença. Quando percebi, já era época de provas finais — e que provas! Pareciam ter sido sopradas diretamente da cabeça do capeta. Uma mais difícil que a outra, exigindo não só conhecimento, mas nervos firmes e fé.

No último dia de prova, acordei mal. O corpo pesado, o estômago embrulhado, a cabeça latejando. Tudo em mim pedia cama, silêncio e descanso. Mas era o último dia. Faltar significava recuperação, e eu não queria, não podia. Levantei-me como quem se arrasta contra a própria vontade, vesti-me no automático e fui.

Naquele dia fiz três provas. Cada questão parecia sugar o pouco de energia que ainda me restava. Quando eu já enfrentava a última, tentando manter a letra firme no papel, a inspetora apareceu à porta da sala. Chamou a professora e as duas começaram a conversar em voz baixa, num cochicho que gelava o ambiente. De repente, da porta, ela ergueu a voz:

— Ana, falta muito para você terminar a sua prova?

Olhei para ela como quem encara um inquisidor. A sala inteira parecia prender a respiração comigo. Com a voz trêmula, respondi:

— Não, senhora… faltam três questões.

Ela assentiu, ainda da porta:

— Pois bem. Quando acabar, vá até a minha sala e leve suas coisas.

Um silêncio pesado caiu sobre a turma. Todos me olhavam com olhos de compaixão. Nós sabíamos — quando alguém era chamado daquele jeito, algo sério havia acontecido.

Terminei as três questões com cautela, respirando fundo, lutando contra o enjoo e o aperto no peito. Entreguei a prova, recolhi meu material e segui até a sala dela, exatamente como havia sido orientada. Bati à porta. Ela nem esperou que eu falasse.

— Ana, pode ir embora. Aconteceu algo na sua família. Como hoje é o último dia de prova, fique tranquila. Eu mesma ligo para avisar sobre o resultado.

Minhas pernas viraram bombas. Um zunido tomou conta da cabeça. O que tinha acontecido? Saí da escola sem sentir o chão. O ônibus demorou mais do que o habitual, e o motorista dirigia tão devagar que tive a impressão de que, se fosse correndo, chegaria antes. Na minha mente, só vinham pensamentos ruins. Ninguém nunca tinha ligado para a escola pedindo para eu ir embora.

Quando cheguei em casa, o portão estava aberto. Minhas tias estavam lá, meus primos também. Choravam. Choravam muito. Meu tio falava ao telefone, mencionando algo sobre uma van. A casa, que sempre fora abrigo, estava tomada por uma dor densa.

Minha mãe veio da cozinha, caminhou até mim e disse, com a voz quebrada, a notícia que eu não queria ouvir:

— O vovô Jorge faleceu.

Na mesma hora, um filme começou a passar na minha cabeça. Lembrei-me do avô maravilhoso que ele era. Aquele avô garotão, pra frente, que ria alto, contava histórias e bebia uma cervejinha com os netos como se fosse um deles. A minha memória fez uma retrospectiva apressada dos nossos melhores momentos, e eu me recusei a aceitar que ele tinha ido, que nunca mais nos veríamos.

Meu Jorge.
Meu Jorge Amado.

Ele tinha partido — e, com ele, uma parte inteira da minha infância também se despedia.

Aprendi tarde
que algumas coisas não se resolvem,
se largam.


Que nem todo peso é meu
só porque coube na minha mão.
Que sustentar demais
também cansa a alma.


Fui ficando
onde o barulho parecia compromisso,
onde o choque parecia trabalho,
onde aguentar virava virtude.


Mas o corpo avisa
quando a ligação queima.
E a paz começa
no ponto exato do desligar.


Não fiz discurso.
Não bati porta.
Soltei como quem entende
que insistir é outra forma de queda.


O mundo continuou
sem pedir minha opinião.
E, estranhamente,
funcionou.


Hoje caminho mais leve,
não por ter menos passado,
mas por não carregá-lo
como dívida.


Soltar não é ir embora.
É ficar inteiro
no lugar certo.

Aprendi, no silêncio das reflexões,
que nenhum sacrifício vale o desaparecimento de si.

Cuidar do outro é bonito,
mas não pode custar a própria voz,
nem apagar a chama que nos mantém vivos por dentro.

Não falo de egoísmo,
falo de permanecer.
De existir sem pedir desculpas.
De continuar inteiro.

Porque quem se abandona para salvar o mundo
acaba se perdendo no caminho.

Cuidar de mim é, agora, um ato de coragem.

Eurico Castro