Preste Atenção em Si Mesmo

Cerca de 1475 frases e pensamentos: Preste Atenção em Si Mesmo

Quando Vou Me Encontrar?

Sigo a procurar
Aquele caminho
Pra "eu" mesmo.

Inserida por FrancismarPLeal

Tablet?

O livro, folheio.
Nem mesmo leio.
Apenas, cheiro.

Inserida por FrancismarPLeal

Ao Meu Ver...

Subjetivamente,
Visões diferentes,
Do mesmo instante.

Inserida por FrancismarPLeal

Às Vezes?

Poeta: pode ver gotas
De beleza, até mesmo
Em um mar de tristeza?

Inserida por FrancismarPLeal

Nada Muda?

Ainda lembro de mim,
Quando eu era eu mesmo.
E que saudade, agora...

Inserida por FrancismarPLeal

O Ruim mesmo é te que chorar sem te oque fazer.
Muitos momentos bons mais muitos ruins também.
É ruim é não ter alguém pra conversa.
Alguém pra te acoselhar.
Mas a Vida segue em frente.
Bora colocar um sorriso na cara e continuar mais uma luta.

Inserida por AlanPrestes

Gosto mesmo daquele silêncio, pois quando tudo se cala, coloco no violão a melodia da minha alma.

Inserida por PriscilaPrestes

Amigo Quer O Bem...

E a inveja mata...
Até mesmo o invejoso.
E quantos sonhos podados?

Inserida por FrancismarPLeal

Traz um Pé de Cabra...

Respeito, virou lenda.
Mas no breu inda há luz,
Mesmo que por uma fenda...

Inserida por FrancismarPLeal

As vezes a melhor coisa para se fazer mesmo é ficar sozinho por um tempo , para se organizar, para botar a cabeça no lugar , para não fazer coisa sem pensar ..

Inserida por ApenasUmJhow

Rindo e Indo.

Ultimamente,
Tantos sonhos,
Mesmo dormindo.

Inserida por FrancismarPLeal

Bem, Eu...

Não sei mentir direito.
E meio torto,
Minto pra mim mesmo.

Inserida por FrancismarPLeal

Mesmo.

É marasmo?
Mas amo
Mares.

Inserida por FrancismarPLeal

Esmo?

Ritos?
De passagem.
Tudo passa, mesmo?

Inserida por FrancismarPLeal

Meu Nome?

E eu sendo
Eu mesmo sem
Saber quem sou?

Inserida por FrancismarPLeal

Será, Mesmo?

E não há bicho
Mais desumano
Que o humano...

Inserida por FrancismarPLeal

Faça Alguma Coisa, Então...

E não há evidência.
Nem mesmo vidência.
Nem fé nem ciência?

Inserida por FrancismarPLeal

Mesmo quando ele parece estar prestes a passar dos limites, ele nunca passa do limite.

Dos nossos defeitos,só temos mesmo que prestar contas a Deus e,à JUSTIÇA dos homens, se,comprovadamente, que praticamos algum crime contra os nossos semelhantes e previsto em lei.

Eu te usei.
Usei mesmo, sem dó ou prestações.
Usei tuas manias desajeitadas nos trejeitos dos nossos pequenos. Eu criei a cor dos olhos teus, transformando-o em remédio para um mundo melhor. Sim. Prenda-me. Eu explorei o teu vazio e inventei edifícios de sentimentos aí por dentro. Desenhei as tuas impressões digitais em algum cantinho do meu corpo e até ousei desabotoar tua cara amarrada com a largura do meu sorriso. Eu te usei das piores formas possíveis, b’shert. E até quem via de longe podia perceber que era eu quem manejava os nossos caminhos para que os mesmos rasurassem as linhas do destino. Porque eu te admirava como quem tira a sorte grande na loteria da vida. Perdoa-me por persuadir as coisas a tua volta e decorar tuas mil e uma manias, por fingir ter medo das trovoadas apenas para conseguir um abraço teu. Eu te usei como válvula de escape por sempre fugir de algo que tenho medo de conhecer, entende? Estar contigo, te reinventando, invertendo os sentidos, criando monomanias é o que ainda me matem viva, controlando o teu pulsar, as minhas costumeiras reações... Tenho medo de nunca mais encontrar o conforto que a tua íris proporciona, medo de vasculhar lembranças e não colidir com um “Pare de ser assim, tão amavelmente bonita”, mesmo que eu tenha inventado isto também. Acho que te peço desculpas, pela falta de jeito, pelo sufoco do inexistente, pelo sopro de insistência e acima de tudo, pelas fichas apostadas. E eu te usei até como moeda de troca com o infortúnio, b’shert, de anjo protetor, de floresta incendiária. Eu te usei. Desculpa revidar a indiferença dos ombros com a chuva dos olhos, o tapa de realidade com um beijo no cenho, desculpa diluir o medo da senescência na paz do teu sossego. Desculpa se transformei o teu perfume num ponto de serenidade. Perdoa ser o antônimo dos teus acasos, enfim, chegou a hora de voar com as próprias asas, não é? E mesmo depois de tudo, eu ainda te desejo o incalculável.

E uma rua iluminada de lembranças nossas.
Se é que tenha algum.

♦Olhava-me com o queixo baixo e dizia: “Você não gostaria de estar na minha pele”.

Ah como eu queria.