Preocupe se mais com seu Carater

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2827 📜 Já imaginou a Vergonha? Seu Pai sabendo o que você faz nas Redes Sociais? Imaginou ou nem isso?

2826 📜 Não envergonhe Seu Pai no Dia dos Pais. Nos Outros Dias, também não!

3111 📜 Seu verbo precisa combinar (e concordar) com o Sujeito que você não é e com o Nome que você🫵 nunca teve. Chama-se Concordância Verbo-Nominal. Sabe como, né?

3112 📜 Enquanto seu Predicado não tiver Concordância Verbo-Nominal tudo em você🫵 não passa de verborreia ou verborragia. Foi o que Eu disse para Meu Cunhado. Ele Anotou! Poizé!

3178 📜 Eita! Vi, nessa Internet, que 'Rejeição a Seu Lula chega a quase 70%', AhAhAh! Depois dessa, posso concluir que Seu Lula não será reeleito e sim qualquer outro? Sim, estou 'perguntano' ! Mais um Capítulo do Folhetim _Tentam TUDO... Conseguem NADA_ ? É?
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Foi em:
http://youtube.com/post/UgkxCpHsP8vi3cKcmioGIA_3Ej1GKWgj22bK?si=Ua-Vp24OBuh1Ejry

⁹Bom dia!
Feliz aquele que coloca seu dia nas mãos de Deus e diz... meu problema poder ser grande mas.... maior é o meu deus. Gratidão 🙌 ❤️
Ery santanna

"Ninguém conhece verdadeiramente a si mesmo enquanto não atravessar o seu próprio deserto."

Chamamos de saudade aquilo que resta quando o amor perde o seu objeto, mas conserva intacta a sua capacidade de ferir. Ela não diminui com os anos; apenas abandona o escândalo da dor e aprende a agir em silêncio. Há dias em que acreditamos tê-la vencido. Basta, porém, um perfume, uma fotografia ou o acaso de uma voz semelhante para que todo o edifício da serenidade desmorone. A alma nunca esquece onde foi destruída pela primeira vez.


- Tiago Scheimann

Saindo da mesmice acinzentada da cidade, iniciem o dia com flores e cores, elas tornaram o seu dia mais feliz.

Tempo de saudades, de minha saudosa e mui querida Dra. Nise da Silveira, e o seu grande legado para com a arte brut e a psiquiatria brasileira e internacional, pelo viés dos magníficos artistas, sem as amarras chatas e previsíveis da sociedade no Museu de Imagens do Inconsciente no Engenho de Dentro, no RJ.

O grande autor não é sempre aquele que responde sobre os assuntos abordados em seu livro, muitas das vezes o grande autor é aquele que faz perguntas, para que cada leitor busque as respostas em sua vida, diante o seu tempo e a realidade em que vive.

⁠As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.

Enquanto os Nascidos Patriotas sacrificam suas próprias cabeças em prol do seu país, Patriotas de Ocasião sacrificam o próprio país em prol das suas cabeças.

⁠Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.


Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.


Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.


A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.


O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.


E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.


É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.


Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.


O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.


E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.

⁠Sempre que a igreja se deitar com o Estado e seu braço armado, há que se esperar qualquer coisa, inclusive o trisal parir uma aberração.

⁠A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.


Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.


O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.


Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.


E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.


A música vira trincheira, o louvor vira escudo.


O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.


Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.


O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.


Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.


Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.


Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.


Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.


Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.


O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.


Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.


Nós contra eles não dialogam…


Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…


Quando não fazem pior: se desumanizam.


Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.

⁠Seja sempre feliz ao acordar e abra as portas e as janelas de seu coração. Diante do novo dia, deixe a luz do sol entrar que vai embora qualquer duvida, medo e depressão.

*Meu amor,*

O meu amor não envelheceu.
Só você envelheceu, e eu vi cada linha nova no seu rosto virar parte da minha história favorita.

O tempo tentou fazer de você passado. Tentou te colocar no pretérito perfeito, resolvido, encerrado.
Mas não conseguiu. Você ficou no imperfeito comigo. Nesse tempo que não acaba, que ainda dói, que ainda ama.

Eu não te esqueci de vez porque o tempo não deixou. E eu também não quis.
Tem gente que passa. Você ficou.

Se um dia a gente se encontrar de novo, o meu amor vai estar igual. Só mais vivido.
E se não, ele continua aqui, sem envelhecer.

Com todo o amor que o tempo não apagou,
Eu...
(Saul Beleza)

Não se nasce patriota, torna se os nascidos em todos os lugares por amor ao lugar, que chama de seu.

"Eu nunca quis, não quero e nunca serei seu amigo"


Eu transito.


Entre países,
fronteiras,
bairros,
cidades,
entre uma fumaça e outra,
entre amores que chegam
e amores que viram saudade.


Sou homem de passagem,
de mala, de rua, de miragem,
de beijo que acende a noite
e de adeus que muda a paisagem.


Acendo um cigarro
no Hard Rock Café de Santa Cruz de la Sierra
e, por alguns minutos,
me sinto como um deus.


Não porque conquistei alguém,
mas porque ninguém me pertence
e eu não pertenço a ninguém.


Em Letícia, na Colômbia,
danço cumbia amazônica
entre mulheres, fumaça e madrugada,
e descubro, mais uma vez,
que há coisas que acabam
sem jamais terem sido fracassadas.


Pedalo por São Paulo
e sou imbatível.


A cidade passa por mim,
os carros passam por mim,
as pessoas passam por mim,
e eu continuo.


Acendo um cigarro diante da Fundação Mario Benedetti
e a poesia me satisfaz.


Porque aprendi alguma coisa
sobre o amor,
sobre a vida
e sobre essa estranha mania humana
de chamar de definitivo
aquilo que nasceu transitório.


Eu sou rei na arte de transitar.


Sei chegar.
Sei partir.
Sei encontrar pessoas.
Sei reconhecer seus rostos anos depois
e fingir que o tempo não fez seu trabalho.


Grande parte das mulheres que conheci
dividiu comigo uma cama.


Hoje,
muitas são estranhas.


E tudo bem.


Não transformo o passado em mentira
só porque ele passou.


Houve amor.


Houve desejo.


Houve pele,
risada,
cigarro,
madrugada,
promessa que parecia eterna
até a manhã seguinte provar o contrário.


E depois?


Depois, seguimos.


Distintos.


Como duas gotas de água.


É assim que a vida me ensinou.


Eu não preciso possuir o que amei
para admitir que amei.


Não preciso voltar
para reconhecer que estive lá.


Não preciso transformar uma mulher que foi amor
em amiga
só para fingir que alguma coisa permaneceu.


E é aqui que você entra.


Porque eu nunca quis ser seu amigo.


Não naquela noite.


Não depois daquele beijo.


Não quando deitei ao seu lado.


Não quando imaginei você ao meu lado
para além de uma noite,
de um bar,
de uma cidade,
de uma estação.


Eu queria você.


Não sua amizade.


E eu não vou cometer agora
a covardia elegante
de chamar de amizade
aquilo que um dia chamei de amor.


Eu já tenho amigos.


Tenho muitos.


Tenho amigos suficientes
para encher uma mesa de bar.


Não me faz falta
mais uma cadeira.


Estou acostumado à solidão.


A solidão nunca me assustou.


Já atravessei fronteiras sozinho.
Já atravessei cidades sozinho.
Já atravessei países sozinho.
Já atravessei amores sozinho.


E sobrevivi.


Então não me ofereça
o prêmio de consolação.


Eu não quero.


O amor é arrogante.


Tão arrogante
que prefere perder
a fingir que ganhou.


Ele não aceita sobras.


Não aceita redução.


Não aceita que aquilo que desejou inteiro
seja apresentado depois
em pequenas porções
com o nome bonito de amizade.


Eu não quero a sua amizade
como quem recebe uma medalha
por ter perdido a guerra.


Prefiro a derrota limpa.


Prefiro a ausência verdadeira.


Prefiro que você passe por mim
num bar
acompanhada ou desacompanhada,
com alguém segurando sua mão
ou segurando apenas o próprio copo.


Já não me importa.


Você pode me cumprimentar.


Pode não cumprimentar.


Pode sorrir.


Pode seguir reto.


Pode estar com outro homem,
com outro amor,
com outra vida.


Nada disso me abala.


Porque o que me importa agora
não é ter você.


É não mentir sobre você.


Eu quis sua boca.


Quis sua presença.


Quis você ao meu lado.


E não vou fingir
que queria apenas uma amizade
porque foi isso que restou.


Não.


Te ganhar ou te perder.


Mas sem engano.


Sempre sem engano.


Porque a maior vitória
não é possuir aquilo que se deseja.


A maior vitória
é não se possuir pela mentira.


É poder perder alguém
sem perder a própria verdade.


Então vá.


Atravesse a rua.


Atravesse a cidade.


Atravesse a fronteira.


Faça da sua vida
o que quiser.


Eu farei da minha
o que sempre fiz:


transitarei.


Com meu cigarro.


Minha bicicleta.


Minha poesia.


Meus bares.


Minhas cidades.


Minhas mulheres.


Minha solidão.


E essa estranha capacidade
de amar profundamente
sem precisar transformar
todo amor perdido
em amizade.


Porque algumas pessoas
não foram feitas para permanecer.


Foram feitas para passar.


E algumas histórias
não precisam de amizade
depois do fim.


Precisam apenas
de honestidade.


Por isso,
se algum dia você me encontrar
naquela mesa de bar,


não procure uma cadeira vazia para mim.


Eu já aprendi a sentar sozinho.


E se quiser me chamar de amigo,


não.


Eu nunca quis.


Não quero.


E nunca serei.


Porque entre te perder
e me enganar,


eu escolho perder.


Entre a sua amizade
e a minha verdade,


eu escolho a verdade.


Entre ter você pela metade
e não ter você de jeito nenhum,


eu escolho o vazio.


Porque o vazio passa.


A mentira fica.


E eu,
que sou tão acostumado a partir,


não tenho medo de partir de você.


Tenho medo apenas
de permanecer
onde nunca quis estar.


Te ganhar ou te perder.


Mas sem engano.


Essa é a vitória.